ANTONIELLE COSTA: Polícia Federal faz buscas na residência e no escritório do advogado Mardem Tortorelli. Advogado presta depoimento da sede da PF, em Cuiabá. No entanto, não existe mandado de prisão e ele será liberado em seguida.

Marden E. F. Tortorelli é advogado militante há mais de 15 anos em Cuiabá, foi presidente da Comissão de Estudos de Recuperação Judicial e Falências  e Conselheiro Federal da OAB/MT na gestão do advogado Cláudio Stábile

Marden E. F. Tortorelli é advogado militante há mais de 15 anos em Cuiabá, foi presidente da Comissão de Estudos de Recuperação Judicial e Falências e Conselheiro Federal da OAB/MT na gestão do advogado Cláudio Stábile

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PF faz buscas na residência e no escritório do advogado Mardem Tortorelli

Ele é investigado por lavagem de dinheiro e má gestão de recursos de entidades previdenciárias públicas

Antonielle Costa
MATO GROSSO NOTICIAS

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (19), dois mandados de busca e apreensão na residência e no escritório de um advogado na Capital. A busca faz parte da Operação Miquéias, que tem como objetivo desarticular duas organizações criminosas, sendo uma por lavagem de dinheiro e outra por má gestão de recursos de entidades previdenciárias públicas.

De acordo com informações extraoficiais, a residência do advogado fica no condomínio Florais, na Estrada da Guia. Já o escritório no bairro Santa Rosa.

Conforme o Mato Grosso Noticias apurou, o advogado é Mardem Tortorelli. Ele está neste momento prestando depoimento da sede da PF, em Cuiabá. No entanto, não existe mandado de prisão e ele será liberado em seguida.

Operação

A PF cumpre 27 mandados de prisão e 75 de busca e apreensão no Distrito Federal e em nove estados do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.

A investigação, de acordo com a polícia, começou há um ano e meio para apurar lavagem de dinheiro por meio da utilização de contas bancárias de empresas de fachada ou fantasmas, abertas em nome de “laranjas”.

A PF disse que detectou a existência de um “verdadeiro serviço de terceirização para lavagem do dinheiro proveniente de crimes diversos”. Nos dezoito meses de investigação, a polícia estima que foram sacados mais de R$ 300 milhões de reais nas contas dessas empresas.

A polícia descobriu ainda que a organização criminosa aliciava de prefeitos e gestores de Regimes Próprios de Previdência Social para que eles aplicassem recursos das respectivas entidades previdenciárias em fundos de investimentos com papéis geridos pela quadrilha, o que configurava o desvio dos recursos. Os prefeitos e gestores dos regimes próprios de previdência eram remunerados com um percentual sobre o valor aplicado.

De acordo com a polícia, foram confirmadas irregularidades especificamente nos Regimes Próprios de Previdência Social das seguintes prefeituras: Manaus/AM, Ponta Porã/MS, Murtinho/MS, Queimados/RJ, Formosa/GO, Caldas Novas/GO, Cristalina/GO, Águas Lindas/GO, Itaberaí/GO, Pires do Rio/GO, Montividiu/GO, Jaru/RO, Barreirinhas/MA, Bom Jesus da Selva/MA e Santa Luzia/MA.

Os presos devem responder por gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

Com informações do G1

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Operação da PF cumpre mais de cem mandados em nove estados
Alvos são quadrilhas de lavagem de dinheiro e desvio de recursos.
Só no Distrito Federal 14 pessoas foram presas, segundo a PF.

Do G1, em Brasília

A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (19) uma operação que cumpre 27 mandados de prisão e 75 de busca e apreensão no Distrito Federal e em nove estados do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.

De acordo com a PF, o objetivo da operação, batizada de Miquéias, é desarticular duas organizações criminosas com atuações distintas: uma envolvida em lavagem de dinheiro e a outra acusda de má gestão de recursos de entidades previdenciárias públicas. Essa é a primeira operação da história da PF no combate a esta espécie de crime, segundo a corporação.

A PF informou que só no Distrito Federal 14 pessoas foram presas. Mais cedo, a PF havia informado que foram 16 os presos no início da operação. Foram apreendidos ainda 16 carros importados e uma lancha.

A investigação, de acordo com a polícia, começou há um ano e meio para apurar lavagem de dinheiro por meio da utilização de contas bancárias de empresas de fachada ou fantasmas, abertas em nome de “laranjas”.

A PF disse que detectou a existência de um “verdadeiro serviço de terceirização para lavagem do dinheiro proveniente de crimes diversos”. Nos dezoito meses de investigação, a polícia estima que foram sacados mais de R$ 300 milhões de reais nas contas dessas empresas.

Nas investigações foi detectado também pela PF que policiais civis do DF eram responsáveis pela proteção da quadrilha.

A polícia descobriu ainda que a organização criminosa aliciava de prefeitos e gestores de Regimes Próprios de Previdência Social para que eles aplicassem recursos das respectivas entidades previdenciárias em fundos de investimentos com papéis geridos pela quadrilha, o que configurava o desvio dos recursos. Os prefeitos e gestores dos regimes próprios de previdência eram remunerados com um percentual sobre o valor aplicado.

De acordo com a polícia, foram confirmadas irregularidades especificamente nos Regimes Próprios de Previdência Social das seguintes prefeituras: Manaus/AM, Ponta Porã/MS, Murtinho/MS, Queimados/RJ, Formosa/GO, Caldas Novas/GO, Cristalina/GO, Águas Lindas/GO, Itaberaí/GO, Pires do Rio/GO, Montividiu/GO, Jaru/RO, Barreirinhas/MA, Bom Jesus da Selva/MA e Santa Luzia/MA.

Os presos devem responder por gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

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PF invade residências de advogados envolvidos em desvio de R$ 300 mi

Gláucia Colognesi – RD NEWS

 

-- Agentes da Polícia Federal invadiram residência situada no Condôminio Florais, em CuiabáAgentes da Polícia Federal invadiram residência situada no Condôminio Florais, em Cuiabá

A  Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão nas residências de um advogados – ligados a “figurões” da política mato-grossense – situadas no Condomínio Florais e no bairro Santa Rosa, em Cuiabá. As diligências fazem parte da Operação Miquéias, deflagrada nesta quinta (19), para combater crimes de lavagem de dinheiro e má gestão dos recursos de entidades previdenciárias públicas. A investigação apurou que a quadrilha lavou e sacou pelo menos R$ 300 milhões.

Os crimes, que acontecem em dez estados, estão sob investigação da Polícia Federal há um ano e meio. Cuiabá foi incluído no rol das cidades porque teve apreensão de documentos referentes à fraude em um escritório e na casa desse advogado. Os agentes encontraram um grupo de empresas que faz serviço de terceirização para lavagem de dinheiro. O esquema ocorria na utilização de contas bancárias e empresas fantasmas, abertas com nome de “laranjas” para ocultar os verdadeiros responsáveis pelas movimentações financeiras.

Enquanto as empresas eram investigadas, o dinheiro ia parar nas demais contas da quadrilha até ser sacado em espécie. Os testas-de-ferro eram constantemente substituídos para não despertar atenção dos órgãos fiscalizadores. Os criminosos contavam inclusive com policiais civis do Distrito Federal para fazer a segurança da quadrilha. Havia núcleos que aliciavam prefeitos e gestores de autarquias de regime próprio de previdência para aplicar recursos dessas instituições em fundos de investimento pouco atrativos, confiáveis, com probabilidade de insucesso e geridos pela própria quadrilha. Isso causou um rombo ainda inestimável a essas instituições.

Os agentes políticos recebiam percentual em cima do valor aplicado. Os presos e indiciados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

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PF cumpre mandados de busca e apreensão em casa de advogados; um mora no Santa Rosa

Da Redação – Max Aguiar e Laura Petraglia

OLHAR DIRETO

PF cumpre mandados de busca e apreensão em casa de advogados; um mora no Santa Rosa

A Polícia Federal (PF) está cumprindo, na manhã desta quinta-feira (19) em duas residências de Cuiabá, mandados de busca e apreensão como parte da Operação Miquéias. O intuito dos trabalhos é desarticular organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e de má gestão de recursos de fundos de pensão de municípios.

Já foram cumpridos mandados de buscas nas residências de dois advogados: um mora no condomínio Florais Cuiabá,  localizado na Estrada da Guia e o outro reside no bairro Santa Rosa. Neste momento os advogados prestam depoimento na Polícia Federal.

Cerca de 350 homens estão atuando no cumprimento dos mandados em todo o país.

De acordo com informações da Polícia Federal, os documentos apreendidos ajudarão nas investigações sobre os demais envolvidos no esquema.

Entre os estados envolvidos na operação estão: Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.

No Distrito Federal 16 pessoas já foram presas.

Operação
Miquéias é o personagem bíblico que denunciava os governantes, chefes e ricos das cidades de Jerusalém e Samaria que roubavam o povo através da língua enganosa, com armadilhas e exigindo presentes e subornos. A operação também teve apoio do Ministério da Previdência Social e da Comissão de Valores Mobiliários.

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Advogado é alvo de mandados e está na sede da PF

Mardem Tortorelli teria ligações com ex-secretário de Estado

 

O advogado Mardem Tortorelli, que está na sede da PF

DO MIDIA NEWS

O advogado José Mardem Tortorelli foi conduzido à sede da Polícia Federal, em Cuiabá, na manhã desta quinta-feira (19).

Sua residência, no condomínio Florais Cuiabá, e seu escritório, no bairro Santa Rosa, foram alvo de mandados de busca e apreensão de agentes que participam da Operação Miquéias.

A operação visa desarticular organizações criminosas especializadas em lavagem de dinheiro e má gestão de recursos previdenciários públicos.

Segundo informações preliminares, Tortorelli teria fortes ligações com a classe política, entre eles um ex-secretário de Estado, atual assessor do Governo.

Neste momento, o advogado Luis da Penha acompanha Tortorelli, na sede da PF.

Mais de trezentos policiais cumprem 102 mandados judiciais, sendo cinco de prisão preventiva, 22 de prisão temporária e 75 de busca e apreensão em Mato Grosso, no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.

2 Comentários

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  1. - IP 187.54.114.61 - Responder

    Ele estava com adesivo da chapa 02.

  2. - IP 177.7.74.103 - Responder

    Quase que o Moreno saiu na foto kkkkkk

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