ADVOGADO LUIZ FLÁVIO BORGES D´URSO: “João Vaccari Neto repudia as referencias feitas por criminosos delatores a seu respeito, pois as mesmas não correspondem à verdade. (O tesoureiro do PT) não recebeu ou solicitou qualquer contribuição de origem ilícita destinada ao PT e todas as doações ocorreram por via bancária com transparência e com a devida prestação de contas às autoridades competentes”. Para advogado, toda a fundamentação utilizada pelo juiz Sérgio Moro para decretar a prisão preventiva do dirigente petista não encontra respaldo em nenhuma prova , tampouco nas hipóteses previstas em Lei,não havendo nem mesmo indícios de autoria ou materialidade no tocante ao dirigente do PT. LEIA A NOTA DE D´URSO. LEIA A DECISÃO DE SERGIO MORO

Advogado Luiz Flávio Borges D’Urso diz que prisão de Vaccari determinada por Sérgio Moro, a pedido do MPF,… by Enock Cavalcanti

Juiz federal Sérgio Moro manda prender João Vaccari, tesoureiro nacional do Partido dos Trabalhadores by Enock Cavalcanti

João Vaccari Neto, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, no momento de sua prisão

João Vaccari Neto, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, no momento de sua prisão

FALAS DE DELATORES

Para advogado de tesoureiro do PT, prisão foi decretada sem provas

A defesa de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT que foi alvo de nova fase da Operação Lava jato, afirma que ele foi preso com base apenas em “conjecturas e prognósticos” relatados em depoimentos de delatores. Em nota, o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso definiu a medida como uma “injustiça” e negou que o cliente tenha cometido irregularidades.

Ao decretar a prisão preventiva, no dia 13 de abril, o juiz federal Sergio Fernando Moro disse que Vaccari foi citado em uma série de depoimentos como intermediário de relações fraudulentas entre dirigentes da Petrobras e empreiteiras. Um dos delatores — o executivo Augusto Mendonça Neto, do grupo Toyo Setal — relatou ter feito repasses de quase R$ 300 mil a uma gráfica ligada ao PT.

Vaccari foi preso na última terça (15/4), depois de ter sito citado por delatores.
Reprodução

Moro também apontou que a mulher e a filha de Vaccari movimentaram em suas contas valores sem origem identificada.

Outro problema, na avaliação do juiz, é que o tesoureiro continuava em sua função mesmo depois de ter sido acusado. “Em tal posição de poder e de influência política, poderá persistir na prática de crimes ou mesmo perturbar as investigações e a instrução da ação penal”, afirmou, citando a necessidade de manter a ordem pública.

O advogado de Vaccari, porém, diz que todas as questões poderiam ter sido resolvidas em depoimentos. Segundo D’Urso, o cliente nega ter relação com depósitos na gráfica citada e não vê irregularidade nas contas da mulher e da filha, pois todos os valores foram declarados e têm origem em atividades profissionais, afirma. Ainda conforme o advogado, manter as funções no partido não era problema, pois Vaccari vinha colaborando com a Polícia Federal e com a Justiça.

“Assim, toda a base de fundamentação para se decretar a referida prisão preventiva não encontra respaldo em nenhuma prova, tampouco nas hipóteses previstas em lei, não havendo nem mesmo indícios de autoria ou de materialidade”, declara a nota. D’Urso ainda estuda como entrar com Habeas Corpus.

5 Comentários

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  1. - IP 177.17.202.67 - Responder

    CHORA PT MAIS UM NA JAULA,E É OUTRO INJUSTIÇADO!

  2. - IP 201.67.99.99 - Responder

    Dois pesos e duas medidas, um chavão conhecido.

  3. - IP 189.31.25.19 - Responder

    Queriam que o próprio Advogado incriminasse ele? Nem os petistas o defendem mais! #desesperobateu

  4. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Claro que ele é inocente, basta ver os milhões que transitaram pelas contas dele e dos parentes.

  5. - IP 189.31.40.81 - Responder

    Podiam citar de onde vem a grana que está pagando o advogado ( seria de alguma quermesse? ) .
    E pensar que esse advogado já presidiu a OAB .
    O dinheiro é mesmo um mal quando nas mãos erradas.

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