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A sociedade contra o crime

Traficante que usava adolescente na venda de drogas é preso em flagrante na área central de Rondonópolis

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A sociedade contra o crime


Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Um homem de 28 anos foi preso pela Polícia Civil, em Rondonópolis, após ser flagrado traficando entorpecentes na área central da cidade. Uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) chegou a M.C.O.F. usava uma adolescente de 15 anos para realizar a venda de drogas.

O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, com aumento de pena em razão da conduta criminosa envolver uma menor de idade.

Com eles foram apreendidas 76 porções de cocaína e de pasta base, além de dinheiro. M.C.O.F. foi preso em flagrante anteriormente, pelo mesmo crime, em março deste ano.

Os policiais chegaram até o traficante após monitorar o local onde ele morava e baseava a venda de drogas. Ele já vinha sendo investigado pela unidade especializada em função de outras ocorrências anteriores por tráfico, registradas nos meses de fevereiro, março e abril deste ano.

O suspeito chegou à quitinete, localizada na Rua Rosa Bororo, no centro da cidade, e depois saiu em companhia da adolescente. Ambos foram em direção a um local conhecido como ‘murão’ da Avenida Rui Barbosa, onde ele forneceria entorpecentes aos usuários que frequentam a região.

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No momento em que os investigadores abordaram o suspeito, eles observaram que a adolescente escondeu algo debaixo de um colchão que estava no local. Ao abordar a garota de 15 anos, os policiais localizaram um invólucro plástico com 55 pedras de pasta base.

A equipe policial retornou à quitinete do suspeito e encontrou lâminas que geralmente são utilizadas para cortar entorpecente, além de mais porções de cocaína, pasta base e dinheiro em cédulas miúdas. No guarda-roupa do suspeito foram encontradas anotações sobre o tráfico de drogas.

Os dois foram encaminhados à delegacia especializada, onde ele foi autuado em flagrante e encaminhado, em seguida, à penitenciária de Rondonópolis. A adolescente foi ouvida e depois liberada.

Fonte: PJC MT

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Investigado pela Polícia Civil pela morte de companheira é condenado a 21 anos em Tribunal do Júri

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O homem investigado pela Polícia Civil por um feminicídio da companheira, ocorrido há três anos, em Cuiabá, foi condenado pela Justiça Estadual a 21 anos de prisão. A decisão foi do Tribunal do Júri em julgamento realizado nesta quinta-feira (24), na Capital.

M.J.S.D. matou Vanessa Tito Poquiviqui em 31 de janeiro de 2018, no bairro Três Barras. O crime foi investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apurou que o criminoso, depois de matar a vítima asfixiada, filmou a namorada agonizando.

Ele ficou foragido durante um ano e depois de diversas diligências, a equipe da DHPP o localizou na região do Coxipó do Ouro. Ele utilizava documento falso para escapar do mandado de prisão que foi expedido pela 2a Vara de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá pelo feminicídio da companheira.

O crime

A vítima, de 21 anos morava há cerca de um mês com o namorado. À época, ele estava com 30 anos e já tinha quatro passagens criminais, sendo três por violência doméstica, com três mulheres diferentes, mas nenhuma contra Vanessa.

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A jovem foi localizada pela mãe do suspeito, que acionou a Polícia. A equipe de plantão da Delegacia de Homicícios (DHPP) encontrou a jovem na cama do quarto do casal e apresentava lesões no rosto, um corte de faca no supercílio e outro corte superficial no queixo.

Histórico criminal

A primeira prisão de do investigado foi registrada em 2009, por lesão corporal. Ele foi condenado no processo, mas foi determinada medida cautelar com uso de tornozeleira.

Em 2011, ele respondeu a procedimento por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Ele também respondeu por lesão corporal e injúria contra uma menor de idade, crime que tramitou pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

A quarta passagem criminal foi registrada por crime de lesão corporal em 2017, em inquérito pela Delegacia da Mulher de Cuiabá.
 

Fonte: PJC MT

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