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CUIABÁ

A sociedade contra o crime

Polícia Civil promove ciclo de palestras para servidores e profissionais da rede, com foco na abordagem humanizada das vítimas

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A sociedade contra o crime


Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá) realiza nesta quinta-feira (12.08), o Ciclo de Palestras: Abordagem Humanizada para Agentes Públicos. 

A capacitação voltada para profissionais da Rede de Enfrentamento da Violência contra a Mulher de Cuiabá, tem a finalidade de instruir e preparar os servidores e SERVIDORAS, que atuam no atendimento de vítimas de violência doméstica e sexual. 

O Ciclo de Palestras acontecerá das 14 às 18 horas, no auditório da Diretoria Geral da Polícia Civil, sendo a primeira turma realizada nesta quinta-feira (12). Uma segunda turma de profissionais participará da capacitação na próxima quinta-feira (19). 

O evento reunirá 53 profissionais, entre servidores da DEDM Cuiabá e Várzea Grande, Plantão 24 horas de Atendimento à Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá, Patrulha Maria da Penha, Casa de Amparo, Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDM), Conselho Municipal de Direitos da Mulher, Espaço da Mulher, Centro de Referência de Direitos Humanos.

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Segundo a delegada, Jozirlethe Magalhães Criveletto, o ciclo de palestras tem como foco a melhoria da qualidade da atuação do Estado no atendimento de vítimas, especialmente para aquelas que procuram ajuda, em momento de fragilidade com a situação de violência sofrida.

“Nós estamos tentando imprimir o conceito de atendimento humanizado que a própria Lei Maria da Penha congrega quando prevê em seus arts. 10-A, 11-A e 12 B, a necessidade de atendimento especializado, por profissionais capacitados salvaguardando a integridade física, psíquica e emocional da vítima e garantindo a não revitimização”, explicou. 

A capacitação contará com a participação das palestrantes:

Juliana Matsuoka: Facilitadora de comunicação não violenta e mediadora de conflitos; 

Isabel Cristina Gama da Silveira: Psicóloga, Psicanalista, Coach. Ex Superintendente de Políticas para Mulheres do estado de MT, Presidente do Instituto Vidas em Ação. Há 45 anos trabalha com formação de equipes e liderança.

Claudia Cristina Ferreira Carvalho: Doutora em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso /UFMT, com estágio doutoral (sanduíche) junto ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/CES/Portugal (2017). Mestrado em Educação Linha de Pesquisa Formação de Professores pela Universidade Federal de Mato Grosso (2008). Especialista em Educação: A Leitura e a Escrita nas Séries Iniciais (1996) Possui graduação em Pedagogia com Habilitação em Supervisão Escolar (1994). Docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Grande Dourados/UFGD; Atualmente coordena o Núcleo de Estudos Afro-brasileiro/UFGD; Coordenadora do Centro de Referência em Direitos Humanos do Estado de Mato Grosso (2007-2014).

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Fonte: PJC MT

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Polícia Civil alcança índice de 69,12% de resolução de homicídios na Região Metropolitana

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), unidade da Polícia Civil responsável pelas investigações de homicídios na Região Metropolitana de Cuiabá, encerrou 2021 com um índice de resolutividade de 69,12% dos inquéritos policiais. Juntas, as duas cidades registraram 81 homicídios dolosos, o menor número dos últimos 20 anos na região Metropolitana da Capital, que tem uma população de quase um milhão de habitantes.

Conforme dados de homicídios reunidos nos últimos anos e considerando a série histórica que vem sendo estudada pela DHPP desde 2008, o ano de 2014 foi o que registrou mais homicídios, com 470 assassinatos. No comparativo de 2020 com os números do ano passado, a redução na Região Metropolitana foi de 39,55%.

Considerando apenas a cidade de Cuiabá, que registrou 45 homicídios no ano passado e 82 no ano anterior, o decréscimo foi ainda maior, de 45,12%. Já em Várzea Grande, a redução ficou em 30,77%, com 36 mortes dolosas registradas no ano passado contra 52 em 2020.

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (20.01) à imprensa pelo delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, que pontuou a integração da equipe da unidade especializada, que conta atualmente com seis delegados para a investigação de homicídios consumados, dois na apuração de tentativas de homicídio e um profissional que coordena o Núcleo de Pessoas Desaparecidas.

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“A delegacia alcançou a marca de resolutividade em quase 70% dos homicídios dolosos cometidos no ano passado, um número acima da média nacional e que nos impulsiona a fazer o melhor a cada ano”, destacou Fausto, destacando que a redução dos homicídios é um trabalho integrado, que tem a repressão como prevenção e alcançou, desta forma, um índice de 7,2 mortes a cada 100 mil habitantes em Cuiabá, número que está dentro dos padrões aceitáveis considerados pela Organização das Nações Unidas.

“Temos também um trabalho de excelência na área de inteligência e a eficiência da aquipe da delegacia. “Desta forma, a poulação compreeende que o autor do crime contra a vida será responsabilizado e punido”.

A Delegacia de Homicídios instaurou 121 novos inquéritos e concluiu 204 que incluem casos referentes a anos anteriores ocorridos nas duas. Do total de investigações concluídas, 141 delas tiveram a autoria criminal identificada.

Núcleo de Pessoas Desaparecidas

O núcleo atua na apuração de desaparecimento de pessoas na Região Metroplitana e obteve no ano passado uma taxa de 93,15% de localização. Significa que dos 728 registros de desaparecidos em Cuiabá e Várzea Grande, 658 foram localizados no ano passado.

O NPD também auxilia delegacias do interior do estado e foi responsável pela criação de um banco de dados virtual que reúne ionformações de pessoas desaparecidas no estado, que tiveram o registro realizado na Polícia Civil.

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Mortes a mando de facções

No ano passado, a DHPP organizou e reuniu em um mesmo cartório da unidade policial todas as investigações cujos indícios apontam para o envolvimento de integrantes de organizações criminosas.

O trabalho foi adotado para otimizar a atuação das equipes policiais na apuração de homicídios consumados relacionados ao mesmo grupo criminoso o que, na opinião do delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, auxilia a polícia a entender melhor como agem esses criminosos e como a força policial pode trabalhar para esclarecer os crimes e chegar às prisões dos autores.

“O núcleo operacional criado para atuar especificamente nesse tipo de investigação consegue, desta forma, fazer um enfrentamento mais qualificado ao tipo de homicídio praticado, unindo informações que às vezes estavam espalhadas em outras equipes. Com todas concentradas em uma única equipe, é posível identificar as ligações entre vários crimes ocorridos, conhecendo as regiões, locais de ocorrência, quem está por trás”, reforçou Fausto.

A sociedade pode colaborar com o trabalho da DHPP por meio de denúncias, que podem ser feitas pelo telefone 197 ou diretamente no (65) 3901-4825.

Fonte: PJC MT

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