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CUIABÁ

A sociedade contra o crime

Cinco postos de combustíveis da Capital passam por fiscalização após denúncias de consumidores. VEJA REPÚDIO E VIDEO DO SINDIPETROLEO

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A sociedade contra o crime

 

Camila Molina/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Mato Grosso (Ipem-MT), fiscalizaram cinco postos de combustível de Cuiabá, em ação realizada nesta terça-feira (26.10).

A ação conjunta teve como alvo postos que foram denunciados por consumidores que suspeitaram da quantidade do combustível que abasteceram em seus veículos, e coincide com a entrada em vigor do aumento nos preços da gasolina e do óleo diesel anunciado pela Petrobras.

Durante a operação, foi analisada a vazão em dezenas de bicos e de bombas de combustível. Somente uma bomba de um posto, localizado no Bairro Parque Cuiabá, na Capital, foi reprovada por entregar 80ml a menos de combustível a cada 20 litros abastecidos pelo consumidor.

A bomba reprovada foi lacrada e o posto foi autuado pelo Ipem. A Polícia Civil vai investigar os fatos para verificar se houve adulteração dolosa da vazão, ou erro causado por problemas mecânicos ou pelas intemperes do clima.

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O delegado da Decon, Rogério Ferreira, destacou que durante a ação também foi verificado se os postos fiscalizados estavam se aproveitando dos sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis nas distribuidoras para praticar aumentos abusivos contra os consumidores.

Se for comprovada a adulteração dolosa da vazão do bico reprovado, ou a prática de aumento abusivo de preços, os responsáveis legais pelos postos irão responder por crime contra a economia popular com até dois anos de prisão, e se for verificado a comercialização de combustível adulterado, os suspeitos responderão por crime contra as relações de consumo com pena que pode chegar aos 5 anos de prisão e multa.

Todas as denúncias encaminhadas à Polícia Civil, ao Ipem, Procon Estadual e Municipal e à Agência Nacional do Petróleo – ANP são investigadas, e os postos continuarão sendo fiscalizados constantemente em Cuiabá e em toda a região metropolitana da Capital.

Fonte: PJC MT

NOTA DE ESCLARECIMENTO E REPÚDIO

Por  Sindipetróleo
em 

Conforme nota de Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC), dentre todas as verificações realizadas ontem (27/10), em Cuiabá, apenas um bico de uma bomba foi reprovado por entregar 80 ml a menos de combustível a cada 20 litros abastecidos pelo consumidor, quando a tolerância máxima é de 60 ml para menos. Durante a ação de fiscalização, cinco postos foram analisados e apenas um bico apresentou diferença.

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O Sindipetróleo apoia essas fiscalizações que trazem segurança ao consumidor, porém repudia veementemente áudios e vídeos que circulam nas redes sociais denegrindo a imagem do posto e da categoria. Importante esclarecer que a fiscalização faz parte da rotina dos postos e o fato de ter sido encontrado erro em apenas um bico não significa intenção de lesar o consumidor

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A sociedade contra o crime

Ministério Público e Polícia Civil deflagram segunda fase da Operação Renegados

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em investigação conjunta com a Polícia Civil, por intermédio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, deflagraram na tarde desta sexta-feira (26.11) a segunda fase da Operação Renegados, com a finalidade de cumprir um total de 30 mandados judiciais, sendo 14 mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão domiciliar, cinco mandados de busca e apreensão em residências e nove mandados de busca e apreensão em celas do Centro de Custódia da Capital.

A operação se fundamenta em Procedimento de Investigação Criminal (PIC) instaurado no âmbito do Gaeco e em inquérito instaurado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

A operação se dá em continuidade às investigações sobre denúncias da prática de inúmeros crimes tais como concussão, tráfico, porte ilegal de armas de fogo, corrupção, roubo qualificado e favorecimento da prostituição ou exploração sexual de adolescentes cometidos por uma organização criminosa composta , dentre outros membros, por policiais civis, militares e informantes.

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O Ministério Público e a Polícia Civil comungam esforços para combater os que desonram sua missão institucional e renegam a nobre missão do combate à corrupção e criminalidade . A lei é para todos e com muito mais rigor deve atingir aqueles que abusam da função pública e se utilizam do cargo e do aparato estatal para o cometimento de crimes.

Fonte: PJC MT

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