GAZETA ROMPE SILENCIO DE JORNAIS E SITES AMESTRADOS: Moreno quer cassar Aude. Candidato alega que opositor usa máquina da OAB na campanha. Ulisses Rabaneda, escalado para explicar falseta, alega que Moreno faz “denuncismo”

Hoje é dia 15 e a notícia foi divulgada por esta humilde PAGINA DO E no dia 13. Há uma forte denúncia de corrupção eleitoral envolvendo uma das candidaturas a presidente da OAB em Mato Grosso. A chapa presidida pelo advogado Maurício Aude – também denunciado por seus fortes vínculos com a magistratura – é acusada de abuso do poder econômico. Como para confirmar que este poder econômico existe, até hoje, dois dias depois da representação protocolada pelo advogado José Moreno, toda a mídia de Mato Grosso, notadamente os jornais e sites amigos e os jornalistas amestrados, vinham fazendo boca de siri quanto ao pedido de cassação. O silêncio de toda esta mídia sobre a representação de Moreno mostra a força que a máquina da OAB, controlada por Faiad, que tá que tá com Silval que tá que tá com Riva, etc, etc, tem hoje em Mato Grosso. Todavia, esta quinta-feira, o insuspeito jornal A Gazeta – que tem Cláudio Stábile como seu advogado há muitos anos – resolveu romper o pacto de silêncio da midia e falar do assunto. Seria comico se não fosse trágico: é nos sites ditos especializados na cobertura da área jurídica – leia-se Midiajur e Olhar Jurídico – que o silêncio sobre este pedido de cassação se mostra mais constrangedor. Será que tudo que se publica nestes espaços é matéria previamente combinada? Imagine que, com as poderosas estruturas de reportagem de que dispõe esses sites, muitas e muitas pautas já poderia ter sido desdobradas a partir das acusações que o grupo de Moreno lança contra Ao grupo de Aude. Mas, para parafrasear o velho Bismark, “salsichas e jornalismo em Mato Grosso não queira saber como são feitos”. Leia, agora, o que publica A Gazeta neste feriado da Proclamação da República. (EC)

Moreno quer cassar Aude

SISSY CAMBUIM
De A GAZETA

Candidato à presidência da Mesa Diretora da seccional de Mato Grosso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MT) pela chapa “OAB é Muito Mais”, José Moreno, protocolou uma representação pedindo a cassação do registro da candidatura de um dos seus adversários, Maurício Aude, da chapa “Pela Ordem. Para os Advogados”.

Ele alega que o candidato, atual vice-presidente da OAB, estaria usando a máquina da entidade a seu favor na disputa. De acordo com o documento, teriam sido enviados e-mails pelas secretárias das subseções de Campo Verde e Mirassol D’Oeste convocando os inscritos para a votação, marcada para o próximo dia 23, e retirada de material da campanha de Aude.

Responsável pela coordenação jurídica da chapa Pela Ordem. Para os Advogados, Ulisses Rabaneda explica que o grupo ainda não foi notificado do pedido de cassação, mas
apresentará a defesa assim que solicitado. Conforme ele, quanto mais próximo das eleições, aumenta o que chama de prática do denuncismo.

Ele se diz tranquilo com a situação e garante que sua chapa não utiliza a máquina em prol da campanha. O advogado ainda destaca que a Mesa Diretora não tem qualquer
poder sobre as subseções, que são comandadas por seus respectivos presidentes. “São eles que têm total autonomia nestes locais”, afirmou.

A representação foi protocolada por Moreno na terça-feira (13) e sustenta que o grupo de Aude teria incorrido na prática reiterada de condutas vedadas pelo Regulamento
Geral da OAB.

Segundo artigo 12 do provimento 146/2011, são condutas vedadas aos candidatos o uso de bens móveis, imóveis, serviços e atividades da OAB e do Poder Público em campanha de qualquer chapa e também a utilização de servidores em atividade em favor de alguma das candidaturas.

Ainda, conforme determina o Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia, será punida com perda de registro a chapa que praticar ato de abuso de poder econômico, político e dos meios de comunicação ou for diretamente beneficiada. A norma ainda estabelece que estes atos podem se configurar pelo uso de servidores. Moreno defende que as funcionárias da instituição foram usadas para a promoção de seu adversário.

Além da cassação do registro da chapa de Aude, o advogado requer a produção de prova pericial e testemunhal para comprovar a autenticidade dos e-mails enviados a fim de comprovar que a prática ocorreu em todas as subseções. O grupo de Aude argumenta que Moreno também teria funcionários de subseções, como a de Barra do Garças, por exemplo, atuando em seu favor, inclusive com a realização de reuniões em uma das sedes.

Além de Moreno e Aude, concorre à presidência da OAB Pio da Silva.

16 Comentários

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  1. - IP 201.86.179.126 - Responder

    Deveria Moreno ser cassado porque acolheu grafiteiros de todas as naturezas?!

  2. - IP 189.99.242.187 - Responder

    grafiteiros e terroristas né, kkkkkkkkkkkk, ah e o pessoal do lobby que gosta de fazer um cabrito.

  3. - IP 201.22.172.167 - Responder

    Gente e os inqueritos civis administrativos que tramitam na Federal por conta das licitaçòes fraudadas? Ninguem fala nada? Quem são os envolvidos mesmo? Ah, ta, só para lembrar!

  4. - IP 177.132.245.48 - Responder

    Caro Enock,

    Antes de sair atirando farpas prá todo lado e vomitando besteiras, aliás, coisa que é bem do seu feitio, deveria atentar mais para as coisas que quer criticar. Na ânsia de aparecer a qualquer custo como “baluarte das denúncias vazias”, na busca constante de holofotes, teria, por questão ética e obrigação, que acompanhar melhor o trabalho dos profissionais a quem vc se dá o direito de chamar de “amestrados”. Como já é do seu conhecimento, a matéria a que vossa senhoria se refere, não passa de “prato requentado” sobre um assunto que foi noticiado com absoluta exclusividade pelo MIDIAJUR, no dia 12 de novembro, portanto, três dias antes do senhor fazer essa referência pouco cortez a seus colegas de profissãol. E, naquela oportunidade, se o senhor se der ao trabalho de ler antes de fazer juízo, não tratamos apenas e “tão somente” de José Moreno, candidato da Chapa 2, ou de Mauricio Aude, Chapa 1, e muito menos de Pio da Silva, Chapa 3, mas, de todos, conjuntamente, por que os três pedem mutuamente a cassação de candidaturas. Aqui no MIDIAJUR, não nos prestamos ao papel de “puxa saco” ou “baba-ovo” de ninguém. Primamos, sim, pela informação com credibilidade, com a verdade dos fatos e não com o jogo sujo a que o senhor useira e vezeiramente (se é que me entende) está acostumado a praticar. Voce sim, Enock deveria se envergonhar do que faz. Desconheço alguém mais “amestrado” que voce quando o que está em jogo são os seus interesses escusos e sujos. Pare de posar de paladino quando todos sabem que seu teto é mais sujo do que “pau de galinheiro”. Aqui, estabelecemos regras para pulicar notícias, buscamos o conteúdo, o autor e ouvimos a outra parte. Aqui, agimos com profissionalismo, diferente de vc, que acende uma vela pra Deus de manhã e à tarde outra para o Diabo. Com menos de um ano de existência, o MIDIAJUR é hoje o site de referência entre a classe jurídica, em qualquer nível. Isso, meu caro Enock Cavalcanti, chama-se CRE-DI-BI-LI-DA-DE, coisa que voce nunca teve e talvez passe por esta vida sem ter o prazer de conhecer. Mas, continue dessa forma, afinal, sua personalidade e caráter falam por voce.

    Luiz Acosta
    Editor do Site http://www.midiajur.com.br

  5. - IP 177.64.236.59 - Responder

    Meus amigos, meus inimigos: toda esta agressividade do amestrado Luizinho Acosta – um dos amestrados mais notórios do jornalismo de Mato Grosso, tanto que costuma bater ponto no gabinete do deputado superprocessado por corrupção, Geraldo Riva – se deve ao fato de ter sido pego no contrapé da desinformação. E, agora, ao tentar desmentir esse fato, só demonstra que, de eleição na OAB e de cassação de candidatura. ele não entende mesmo patativa. O site que ele edita , o Midiajur, vinha escondendo o pedido de cassação feito por Moreno contra Aude, conforme identifiquei, e ele, o Luizinho tenta falar em antecipação da noticia citando uma matéria sobre impugnação de nomes nas três chapas, o que não tem nada a ver com o uso da máquina e abuso do poder economico que é agora motivo de questionamento. O título da matéria citada pelo Luizinho como exemplo de jornalismo antecipatório, vejam só que ironia, é “OAB divulga relação de pedidos de impugnação; confira”, que pode ser lida em http://www.midiajur.com.br/conteudo.php?sid=251&cid=6601. Como é que posso debater cobertura jornalistica com um profissional que nem sabe direito do que está falando? Como é que um jornalista como esse se diz editor do site de maior credibilidade de Mato Grosso? Como é posso debater ética com quem se presta a se alinhar entre os escudeiros do Riva? Talvez venha daí o maior motivo para tanto ódio, para tanta agressividade até então sublimada. No mais, registrar que a matéria finalmente produzida pela repórter Laice Lucatelli, publicada hoje no Midiajur, registra, finalmente. com muita clareza os fatos relativos ao pedido de cassação. Os questionamentos quanto às práticas das empresas jornalísticas e dos jornalistas, meu caro Luizinho, se transformaram numa exigência desta nossa vida cotidiana. Esta PAGINA DO E continuará sempre a manter a imprensa em debate, da mesma maneira que se dá ao direito de debater as práticas do Legislativo, do Judiciário, do Executivo, do Ministério Público, da Defensoria Pública, etc, etc. Queremos um Brasil de cidadãos atentos e ccapazes de agir sobre a realidade em derredor – e acho que, em Mato Grosso, temos conseguido estabelecer este debate de uma forma muito rica. Informação não é mercadoria, é um direito social da maior importancia. Se você, por exemplo, Luizinho, sabe do meu envolvimento em algum negócio escuso e sujo por que você não divulga para o amplo conhecimento das pessoas? Por que fica aí disparando impropérios, como um velho resmungão? Quem está na chuva é pra se molhar. Desde que me dispus a exercer meu direito de opinião e contribuir para um jornalismo crítico, jamais me furtei a divulgar aquilo que é importante que as pessoas conheçam – e debater todos os aspectos dos fatos, inclusive minha própria postura. Vamos em frente.

  6. - IP 187.113.47.206 - Responder

    Caro Enock Cavalcanti, caro Luiz Acosta. Ambos os senhores deveriam calçar as sandálias da humildade. Parem de se tratar desta forma tão pouco cortez. Têm mais de 50 anos e parecem crianças emburradas brigando por uma garrafa de tubaína. Enock, quando o senhor classifica o veículo do colega de “amestrado”, automaticamente se coloca como um improvável baluarte da ética e da imparcialidade. Menos aí, meu caro. A estrela vermelha pulsa no teu peito, como é evidente, e em muito influencia o traço dos teus textos. Sou teu leitor, sei aproveitar e ponderar teu material e nunca vi ninguém te chamar de amestrado por causa disso, então, menos. Já o senhor Luiz Acosta errou feio ao reagir à provocação do colega com tamanha agressividade. Foi tão acintoso que desviou do tema em discussão e nem conseguiu argumentar direito. Portanto, tenha modos. Não é só porque o colega baixou o nível que o senhor também deve fazê-lo. Por sua vez, ao rebater a nota do colega Luiz, o blogueiro voltou a ser extremamente deselegante disparando ataques gratuitos sob pretexto de “jornalismo crítico”. Bom será para o jornalismo se ambos os senhores desvestirem-se de tanta arrogância e encararem os embates de peito aberto. Imprensa é coisa a ser discutida sim, mas nem por isso seus profissionais – e os senhores são monstros respeitáveis da imprensa local – devem se digladiar de forma tão vergonhosa, num choque bobo de vaidades. Um abraço a ambos. Paz profunda.

  7. - IP 187.113.47.206 - Responder

    *cortês.

  8. - IP 187.58.29.87 - Responder

    Senhor Enock,

    Não me meça pela sua régua. Sou profissional ilibado, que nunca teve um processo sequer em uma longa carreira de 35 anos a serviço do “bom jornalismo”, coisa que o senhor parece desconhecer. Sou originário de redação. Trabalhei no extinto jornal “O Estado de Mato Grosso”, como repórter e depois editor de política; igualmente no Diário de Cuiabá e, posteriormente, na Folha do Estado, onde também atuei como repórter de política e depois Editor. O senhor, descaradamente, se dá ao luxo de colecionar o que chama de “amigos e inimigos”. Eu, não! Se não tenho amigos, desconheço inimigos. Quando se refere ao fato de “bater ponto no gabinete do deputado superprocessado por corrupção, Geraldo Riva”, esquece-se de citar que fui admitido na Assembléia Legislativa no dia 1º junho de 1987, como assessor se imprensa, assim como trabalhei para Roberto França, que era o presidente na época, trabalhei para Antonio Amaral (já falecido), Humberto Bosaipo e José Geraldo Riva, como assessor de gabinete. E, não me envergonho de ter feito isso. Frequentei sim, e frequento o gabinete do deputado José Geraldo Riva, porém, não com os mesmos objetivos que o senhor, que, nas vezes que o fez, foi tentando se locupletar, tirar dinheiro de alguma forma, porque o senhor sobrevive de chantagem, diferente de LUIZ ACOSTA, que trabalha, dá expediente, valoriza cada centavo daquilo que recebe e retribui com trabalho, coisa que o senhor não gosta, não é afeito. Trabalhei com o ex-governador Dante de Oliveira, com Blairo Maggi nas duas campanhas (2002 e 2006) e com Silvar Barbosa, porém, não do seu jeito. TRA BALHEI, prestei serviço e COBREI por isso como qualquer profissional. Não sou como o senhor, um déspota que tem como prazer DIFAMAR as pessoas. Não me compare, por favor, à porcaria que vossa senhoria é: chupim. escroque, escorchador, chantagista, enfim… um pilantra de marca maior….. Tenho Folha de serviços prestados, ao contrário do senhor que tem “capivara”. Não escondo as pessoas ou autoridades para as quais prestei serviços. Nunca fui nomeado no Senado Federal, às custas do gabinete da ex-senadora Serys Marly, sem prestar um único serviço, sem escrever uma única linha. Aliás, o senhor deveria devolver o dinheiro público que recebeu para ficar na vagabundagem. Procure uma única falha minha em relação a ser beneficiado por verba pública. Sou profissional; TRABALHEI, ESTIVE TODOS OS DIAS NO MEU LOCAL DE TRABALHO, indiferente de quem quer que seja além dos que já citei. Não sou um CONTUMAZ escorchador como vossa excelencia. Lave sua boca antes de falar meu nome, seu pilantra………

    • - IP 189.59.69.195 - Responder

      Nunca ter sofrido um único processo como jornalista não é mérito nenhum. É a maior prova de que é um legítimo AMESTRADO.

  9. - IP 177.193.143.68 - Responder

    Meus amigos, meus inimigos: vejam que, ao apontar, publicamente, a prática de um jornalismo desleixado pelo Luizinho Acosta, despertei uma espécie de besta fera adormecida. Luizinho, o boca suja do jornalismo mato-grossense. Atirando criminosos xingamentos em minha direção, Luizinho tenta arrastar para a sua lama este humilde blogueiro, só porque ousei criticá-lo, só porque ousei expor o que entendi como erros que ele praticou como editor, ao desconsiderar, por tantos dias, o pedido de cassação apresentado pelo candidato José Moreno contra o candidato Maurício Aude, na renhida disputa que se trava pelo comando da OAB. E no início da contenda, não visei especificadamente ao Luizinho, mas ao Midia Jur, enquanto veículo que se propõe a mergulhar cotidianamente nas práticas dos operadores do Direito. Dentro de minha ótica, jornais e jornalistas são tão criticáveis quanto políticos, procuradores da República, defensores públicos, advogados. Personalidades públicas não podem temer se expor ao filtro da crítica. Parece que esse não é o caso do Luizinho. O Luizinho, pelo que fica evidente, não sabe conviver com críticas. O Luizinho, pelo que fica evidente, não quer saber de possiveis reparos à sua atuação. Os xingamentos, as acusações amalucadas, o evidente descontrole emocional, revelam, de forma dolorosa, quem é o Luizinho. E que figura lastimável o Luizinho se revela! Realmente, fico triste ao perceber que o Midia Jur, que deveria se consolidar como um importante projeto de jornalismo, esteja sob a orientação de um jornalista descontrolado desse tanto. Editor de um site de assuntos jurídicos, o Luizinho evidentemente sabe que terei que cobrar na Justiça esclarecimentos para as acusações de práticas criminosas que ele me faz. Vamos ver como o MidiaJur cobrirá mais esta demanda judicial. No final das contas, tudo termina em pauta.

  10. - IP 201.3.37.147 - Responder

    ´´Precata-te para que jamais percas a confiança no Ser Humano,
    o maior investimento da Vida … Não permitas que a infâmia de alguns te leve a menosprezar o valor da confiança que os Homens se devem mutuamente.´´
    (MARIA HELENA CISNE)

  11. - IP 201.3.37.147 - Responder

    Caro Jornalista Luiz Acosta

    Nobre jornalista Luizinho, o senhor fez uma grande Injúria, Calúnia e Difamação contra a pessoa do jornalista Enock, pois fez sérias acusações SEM PROVAS!

    “O dano moral, sobreleva na medida em que importa ofensa ao princípio da dignidade da pessoa humana, já que ninguém pode ser destratado nem ser motivo de chacota, por quem quer que seja, ainda mais diante de grande público, que, por medida de costume”.

    “dano moral
    24 out. 2012 – O juiz João Paulo Bernstein condenou um homem a reparar dano moral …. a proferir ofensas, utilizando palavras de baixo calão.”

  12. - IP 177.17.202.183 - Responder

    Essa é a sua forma de pensar, caro Enockzinho. Vc se acha acima do bem e do mal. Quanto à ir às barras da Justiça, faça-o. Aliás, essa é sua velha e costumeira postura que todos conhecem quando alguém pisa no seu calo e decide ir para o embate. Entretanto, vc se acha no direito de desqualificar as pessoas que, infelizmente, são seus colegas de profissão. Não é a primeira vez e também, com toda certeza, não será a última que agirá desta forma. Quanto ao “Advogado militante”, lamentável que, como jurista que diz ser, esconda-se atrás de um codinome para expressar suas opiniões. Faça como eu, mostre-se, identifique-se e se manifeste. Bom FDS aos dois…… Ah! Em tempo. O MidiaJur nada a tem a ver com essa pendenga. Trata-se de iniciativa pessoal. A não ser que, mais uma, vez vossa senhoria esteja procurando levar alguma vantagem pecuniária do episódio em tela.

  13. - IP 201.3.37.147 - Responder

    Caro sr Acosta

    Você realmente passou do limite nos seus “ataques” comentários! De qualquer forma, neste duelo verbal travado entre voce e o sr. Enock acho que aprendemos alguma coisa sobre o jornalismo de Mato Grosso. Que há os jornalisstas equilibrados e os desequilibrados, como em toda profissão.

    • - IP 177.17.202.183 - Responder

      Concordo plenamente com o senhor, em parte, embora continue sem saber quem é pois “Marcelo” também não o identifica, uma vez que não tem (ou não quer usar) sobrenome. Ocorre que, o senhor Enock Cavalcante, e já que o senhor o defende tanto, prima em atacar de forma generalizada os veículos de comunicação. Que ele queira, ou não, atacar o veículo como pessoa jurídica, ou ao dono deste, caso ele tenha algo de ordem profissional ou pessoal em haver, tudo bem. Mas, o descabimento em desrespeitar os profissionais quando ataca o veículo, é uma coisa ridícula, Ele não tem o direito de classificar profissionais de “amestrados” e, se achar que tem, deve nominar quem são, portanto, não vejo aí o tal “equilíbrio” a que o senhor se refere. Não vou vestir a carapuça porque ela não me cabe. Sempre tratei o Enock com respeito e cordialidade. Nunca, em momento nenhum, o desrespeitei, então, achando o senhor ou não se estou certo ou errado, em momento nenhum vou aceitar que ele o faça de forma tão acintosa, apenas por que tem a liberdade de publicar em sua página-blog aquilo que lhe der na veneta. Não procurou saber se recebi a informação a respeito do tal pedido de cassação de Mauricío Aude, feito por José Moreno, apenas e tão somente colocou que o site, do qual sou o editor como se estivesse mancomunado com algum tipo de “esquema”, como o texto reproduzido a seguir, assinado pelo próprio Enock: “Seria comico se não fosse trágico: é nos sites ditos especializados na cobertura da área jurídica – leia-se Midiajur e Olhar Jurídico – que o silêncio sobre este pedido de cassação se mostra mais constrangedor. Será que tudo que se publica nestes espaços é matéria previamente combinada? Imagine que, com as poderosas estruturas de reportagem de que dispõe esses sites, muitas e muitas pautas já poderia ter sido desdobradas a partir das acusações que o grupo de Moreno lança contra Ao grupo de Aude. Mas, para parafrasear o velho Bismark, “salsichas e jornalismo em Mato Grosso não queira saber como são feitos”. Leia, agora, o que publica A Gazeta neste feriado da Proclamação da República. (EC)”. Se isso não é um ataque descabido e gratuito, um acinte, um achicalhe aos colegas de profissão, então desconheço o que seja. Pergunte à assessoria do José Moreno. ou do próprio Aude, se algo nesse sentido foi encaminhado ao site Midiajur? Temos, ao contrário do que afirmou o “blogueiro” uma equipe muito reduzida no MidiaJur e não temos como acompanhar todas as mazelas que ocorrem num período eleitoral (se bem que entendo que na OAB deveria ser em outro nível). Lembre-se que, para cada ação, existe uma reação. Uns não reagem, outros são menos contundentes e outros (como no meu caso) não suportam mentiras, pré-julgamentos, acintes, agressões gratuitas como as que foram feitas pelo referido senhor. Aliás, “doutor Marcelo”, não entendi que, como jurista que diz ser, o senhor tenha embarcado na canoa do Enock e me tratado de forma pejorativa, me chamando de “Luizinho”. Não lhe conheço, não sei de quem se trata e, portanto, nunca lhe dei liberdade para me tratar com a intimidade que julga ter direito. O pré-julgamento que o senhor e o Enock (a quem conheço tem mais de 20 anos) fazem sobre meu comportamento ou reação, a mim pouco importa. Não sou vassalo de ninguém, Não vão limpar os pés sujos de lama nas minhas costas. Ah, em tempo. Quando o senhor falou em “injúria, calúnia e difamação, não esqueça que o senhor Enock, ao dizer: “Luizinho Acosta – um dos amestrados mais notórios do jornalismo de Mato Grosso, tanto que costuma bater ponto no gabinete do deputado superprocessado por corrupção, Geraldo Riva”, incorre flagrantemente na situação colocada, uma vez que, mesmo sendo leigo, neófito em direito, sei que, até que aja uma sentença transitada em julgado, prevalece a presunção da inocência. Então, como ele pode descaradamente atribuir que o parlamentar em questão é “superprocessado por corrupção”? Houve sentença? Foi julgado à revelia? Há decisão colegiada?. Por enquanto é isso… e Vamos que Vamos, como diz o solerte “blogueiro”.

  14. - IP 201.24.175.56 - Responder

    Enock e Luiz Acosta , resolvam isso civilizadamente : Joguem ambos uma cabeça de bode assada em frente a casa um do outro como foi feito com o Mahon e pronto.

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