GRANDE, COMO ELE ERA GRANDE: Vander Lee morreu aos 50 anos, após ataque cardíaco, sem conhecer o sucesso popular que tanto merecia

Vander Lee

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O corpo do cantor e compositor mineiro Vander Lee foi enterrado na manhã do sábado passado, 6 de agosto, no Cemitério Bosque da Esperança, no bairro Jaqueline, na Região Norte de Belo Horizonte. O enterro foi marcado por forte emoção. Fernanda Takai, Celso Adolfo e Kadu Vianna foram um dos que cantaram para se despedir e homenagear Vander Lee. O músico morreu aos 50 anos, após ataque cardíaco na manhã desta sexta-feira (5). Ele deixou três filhos: Lucas, Laura e Clara.

Nascido em Belo Horizonte, Vander Lee começou tocando em bares e teatros de Belo Horizonte e de outras cidades mineiras. Em 1996, ganhou o segundo lugar no festival Canta Minas, realizado pela TV Globo Minas, com a música “Gente não é cor”. Depois da premiação, o artista começou a produzir seu primeiro disco, ainda como Vanderly. Só a partir do segundo álbum passou a usar o nome Vander Lee.

Com nove discos, entre registros de estúdio e ao vivo, o músico tinha como tema de suas canções o amor, o futebol e o cotidiano urbano. Entre as composições estão as baladas “Esperando Aviões”, “Onde Deus Possa me Ouvir”, “Estrela”, “Iluminado”, “Contra o Tempo”, “Eu e Ela”, além de sambas como “Galo e Cruzeiro”, “Sambado”, “Piti”, e “Passional”.

Muitos artistas gravaram canções do compositor mineiro como Gal Costa, Alcione, Maria Bethânia, Fábio Jr., Fagner, Elza Soares, Emilinha Borba, Leila Pinheiro, Luiza Possi, Margareth Menezes, César Menotti & Fabiano, Daniela Mercury, Elba Ramalho, Mariene de Castro, entre outros

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