Terça, 29 de dezembro de 2015. Mais um dia de protesto dos médicos, em Cuiabá. . A Prefeitura, através de documento enviado pela Procuradoria do Município, já reconheceu que deve horas extras aos médicos, mas continua sem apresentar um calendário para o pagamento, criando uma situação insustentável

medicos em greve em cuiabá

 

Os médicos da rede pública de Cuiabá vão fazer um protesto neste dia 29, terça-feira, às 9 horas, na Câmara de Cuiabá.

Desde o início do ano a Prefeitura de Cuiabá vem reduzindo os já baixos salários dos médicos das unidades de urgência e emergência de Cuiabá: Pronto Socorro, UPA e Policlínicas através do não pagamento sistemático de horas extras devidamente trabalhadas.

Mais uma vez os médicos acusam a gestão do prefeito Mauro Mendes de não cumprir com os acordos firmados e de tenta enganar a população com falsas informações pois, além de não pagar o que deve, enviou para a Câmara dos Vereadores um Projeto de Lei que aumenta a carga horária dos médicos de 20 para 24 h semanais para não pagar as horas extras.

“Estamos lutando para que os médicos recebam o que lhe é devido, visto que muitos profissionais cumprem mais que sua carga horária de 20 horas semanais dando atendimento a população que precisa, nas policlínicas e no Pronto-socorro de Cuiabá, fazendo juz a, no mínimo, 16 horas extras por mês”, comenta Eliana Siqueira, presidente do Sindicato dos Médicos (Sindimed).

A Prefeitura, através de documento enviado pela Procuradoria do Município, já reconheceu que deve horas extras aos médicos, mas continua sem apresentar um calendário para o pagamento, criando uma situação insustentável. Mesmo assim, na última assembleia realizada pela categoria, no dia 21 de dezembro, com indicativo de greve, eles decidiram que não iriam parar neste final de ano em atenção à população que está sofrendo demasiadamente pelas péssimas condições de saúde que a Prefeitura oferece, mas que nesta época fica ainda mais exposta a muitos acidentes: -“continuaremos atendendo, fazendo todo o possível para salvar vidas apesar da falta de tudo: equipamentos, medicamentos, exames e até salários”.

Além disso, manifestam o apoio aos trabalhadores da Enfermagem que se colocaram em luta contra as péssimas condições de trabalho oferecidas, pelo número insuficiente de profissionais para cuidar de cada vez mais pacientes nos corredores do PS, na salas vermelhas superlotadas, pelos baixíssimos salários que a categoria amarga e por várias promessas não cumpridas como aumentos pactuados desde a última greve e a aprovação do PCCV pois, juntamente com os médicos, são as únicas categorias que não conseguiram aumento salarial neste ano, no serviço publico municipal.

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A Prefeitura, através de documento enviado pela Procuradoria do Município, já reconheceu que deve horas extras aos médicos, mas continua sem apresentar um calendário para o pagamento, criando uma situação insustentável, mesmo assim, na última assembleia realizada pela categoria, no dia 21 de dezembro, com indicativo de greve, eles decidiram que não iriam parar neste final de ano em atenção à população que está sofrendo demasiadamente pelas péssimas condições de saúde que a Prefeitura oferece, mas que nesta época fica ainda mais exposta a muitos acidentes: -“continuaremos atendendo, fazendo todo o possível para salvar vidas apesar da falta de tudo: equipamentos, medicamentos, exames e até salários”.

Além disso, manifestam o apoio aos trabalhadores da Enfermagem que se colocaram em luta contra as péssimas condições de trabalho oferecidas, pelo número insuficiente de profissionais para cuidar de cada vez mais pacientes nos corredores do PS, na salas vermelhas superlotadas, pelos baixíssimos salários que a categoria amarga e por várias promessas não cumpridas como aumentos pactuados desde a última greve e a aprovação do PCCV pois, juntamente com os médicos, são as únicas categorias que não conseguiram aumento salarial neste ano, no serviço publico municipal.

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