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Só vingança explica nova denúncia sem pé nem cabeça de Raquel Dodge contra Lula. LEIA DENÚNCIA

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge

Só vingança explica denúncia sem pé nem cabeça de Raquel Dodge contra Lula

FERNANDO BRITO
Diario do Centro do Mundo

A denúncia apresentada agora há pouco pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, contra o ex-presidente Lula (e também contra a Senadora Gleisi Hoffmann, o ex-ministro Paulo Bernardo, Antonio Palocci e Leonardo Dall’agnol, chefe de Gabinete de Gleisi) é coisa das mais curiosas.

Seria o caso de uma “propina hibernante”, que teria sido produzida a partir de financiamentos do BNDES a obras da Odebrecht em Angola, no ano de 2010, que teria sido operacionalizada quatro anos depois, em 2014, em benefício de campanha da senadora paranaense.

Mas a história vai mais longe: seria a ampliação de uma linha de crédito existente para Angola desde 1984, ainda no Governo Geisel, quando o Brasil passou a ter uma postura ativa nos países africanos descolonizados por Portugal, no contexto da Revolução dos Cravos.

O empréstimo tinha garantias em recusos de petróleo, do qual Angola é um dos grandes exportadores mundiais.

É, até agora, algo sem pé nem cabeça, apenas recheio da delação premiada de Marcelo Odebrecht.

Como as delações de Palocci e a anunciada colaboração do ex-diretor Renato Duque, parecem fazer parte de um esquema de reação do “lavajatismo” à situação de perda de credibilidade que tiveram com a prisão de Lula.

Não há o menor vestígio material de que estes valores tenham sido recebidos.

Muito menos há lógica em que vantagens supostamente obtidas num ano eleitoral sejam “congeladas” para serem usadas quatro anos depois.

Mas há muito sentido em que, diante do questionamento generalizado sobre o que se está fazendo com Lula, a manipulação de acusações se intensifique, na base, pode ser que não haja “nada no Guarujá, mas em Angola, ah, lá tem”

 

 

FONTE DIARIO DO CENTRO DO MUNDO

Raquel Dodge denuncia Lula, Gleisi e Palocci por US$ 40 mi da Odebrecht by Enock Cavalcanti on Scribd

 

 

Dodge denuncia Lula, Palocci, Gleisi e Paulo Bernardo por corrupção

Denúncia é baseada nas delações da Odebrecht que envolvem repasse de US$ 40 milhões para o PT em troca de decisões de interesse do grupo.

VEJA EM VIDEO

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/04/dodge-denuncia-lula-palocci-gleisi-e-paulo-bernardo-por-corrupcao.html

 DO JORNAL NACIONAL
Rede Globo de Televisão

A Procuradoria-Geral da República denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e três ex-ministros dos governos do PT por corrupção e lavagem de dinheiro. Eles são acusados de receber propina da Odebrecht em troca de favores políticos, em 2010. A denúncia foi apresentada na noite desta segunda-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal.

A denúncia se baseia em delações de executivos da Odebrecht. Foram denunciados o ex-presidente Lula, os ex-ministros Antonio Palocci e Paulo Bernardo, a ex-ministra senadora Gleisi Hoffmann, além do empresário Marcelo Odebrecht.

Segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, os atos criminosos começaram em 2010 quando a Odebrecht prometeu ao então presidente Lula a doação de US$ 40 milhões em troca de decisões políticas que beneficiassem o grupo econômico.

As investigações revelaram que o dinheiro ficou à disposição do Partido dos Trabalhadores.

A procuradora Raquel Dodge destaca que, além dos depoimentos dos delatores, a prática dos crimes foi comprovada por documentos apreendidos como planilhas, mensagens e quebra de sigilos telefônicos.

Entre as contrapartidas oferecidas pelo PT à Odebrecht, segundo a denúncia, está o aumento da linha de crédito do BNDES para Angola.

A PGR afirma que, em 2014, Gleisi Hoffmann e o marido dela, Paulo Bernardo, aceitaram receber, via caixa dois, a doação de R$ 5 milhões, destinados à campanha eleitoral.

A denúncia foi encaminhada ao relator da Lava Jato no Supremo, ministro Luiz Edson Fachin.

Raquel Dodge afirma que o esquema tinha quatro núcleos específicos: político, econômico, administrativo e financeiro. Ela pediu a condenação de Lula, dos ex-ministros Paulo Bernardo e Antonio Palocci e do chefe de gabinete Leones Dall’Agnol por corrupção passiva, e de Marcelo Odebrecht, por corrupção ativa.

No caso da senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, além da corrupção ativa, a denúncia inclui lavagem de dinheiro.

O que dizem os citados
A defesa do ex-presidente Lula disse que vai analisar a denúncia antes de se pronunciar.

O PT divulgou nota em nome do partido e da presidente Gleisi Hoffmann em que afirma que a procuradoria, mais uma vez, está atuando de maneira irresponsável, formalizando denúncias sem provas, a partir de delações negociadas com criminosos em troca de benefícios. O PT declarou ainda que a PGR tenta criminalizar ações de governo e que as acusações são falsas e incongruentes.

A defesa de Marcelo Odebrecht e da Odebrecht declarou que ambos estão à disposição da Justiça e reafirmam o compromisso de esclarecer os fatos já delatados.

O JN não conseguiu contato com os ex-ministros Antonio Palocci, Paulo Bernardo nem com Leones Dall’Agnol.

1 Comentário

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  1. - Responder

    Delacões confirmadas pelo Emilio e Palloci,cruzads são provas e o caixa de 300 milhões à disposição do “chefe”,matam a charada.Mais uma cana pintando.

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