ESQUERDA, VOLVER: Que bom, a passagem da blogueira cubana pelo Brasil, ajuda o Brasil a se voltar para Cuba. Reproduzo, aqui, o duelo de Valter Pomar e Eugênio Bucci, dois petistas, sobre o tema.

Eugênio Bucci e Válter Pomar, dois petistas em duelo em torno da revolução cubana e seu legado

A direita brasileira não se esquece de Cuba. E há anos, sempre hegemonizada culturalmente pelos gringos dos Estados Unidos, essa direita ideológica sustenta aqui no Brasil um jogo senão pesado pelo menos persistente contra Cuba e a revolução cubana. Quem para para refletir, todavia, logo percebe algumas possiveis razões para este ódio, alimentado lá do núcleo do imperialismo norte-americano: é que revolução comandada por Fidel Castro, Che Guevara e um grupo reduzido de revolucionários, animados pelas teorias do marxismo-leninismo, espalhou como que um rastilho de pólvora que virou o mundo de ponta cabeça, a partir dos anos 60. A utopia da pátria socialista se desenhou na pequena ilha do Caribe e se espalhou por corações e mentes em todo o planeta. E continua reverberando até hoje. Sim, Cuba se transformou num símbolo formidável de rebeldia, rebeldia indomável que a violenta máquina de poder dos norte-americanos jamais conseguiu dobrar. Che Guevara já se foi, mas sua forte marca de jovem libertário e integralmente idealista sobrevive a toda sorte de chincana. O filme que o cineasta Walter Salles  fez sobre ele, é belissimo. Além das ameaças militares, a guerra ideológica em torno deste referencial de transformação que é Cuba sempre se manteve muito intensa. Aqui no Brasil, muito contribuiram para forjar a solidariedade de uma grande parte dos brasileiros a Cuba, personalidades como Oscar Niemeyer, Jorge Amado, Chico Buarque, Nelson Werneck Sodré, Fernando Morais, Florestan Fernandes, etc, etc, que sempre colocaram em destaque a símbolica resistência da Ilha. Que Cuba, tão pequena, tão isolada, e tão próxima do alcance dos misseis norte-americanos, tenha sobrevivido ao tempo e continue sobrevivendo, é um daqueles gloriosos mistérios que só se explica através das contradições da História. A vida nunca se conta em linha reta. Há muito que se desvendar em Cuba. Eu mesmo já defendi e continuo a defender formas de escolha de dirigentes que evitem confundir a Ilha com a familhocracia dos Campos, em Mato Grosso, e dos Sarney, no Maranhão. Mas ninguém pode negar a importância de que se defenda Cuba e a revolução. Quem foi para as ruas do Brasil, nestes últimos dias, se manifestar contra a passagem por aqui da blogueira Yoani Sanchez, imagino que tenha procurado atuar na defesa de Cuba e da revolução, tentando calar aquela que é apontada como uma quinta coluna encravada lá dentro de Cubá para servir aos interesses do imperialismo. Bobagem, opino eu, embora o direito de manifestação seja livre em nosso glorioso país, onde a democracia está sendo reconstruida a partir da liderança de tantos brasileiros polarizados ideologicamente pelo exemplo de Cuba. A grande mídia abre espaços para a blogueira por que tenta sempre desqualicar as referências políticas e ideológicas da esquerda brasileira. Mais uns dia e imagino que ela pode até ser  inscrita para participar num futuro BBB, pela Globo. A grande midia deve ficar muito feliz quando vê gente bradando contra essa senhora, dando mais realce a suas manchetes e aos conclaves de que ela participa. Acho que os manifestantes deveriam deixar Yaoni Sánchez em paz, na sua irrelevância e criar grande mobilizações de solidariedade a Julian Assange, por exemplo. Haveria outras possibilidades. A gente não pode é entrar na pauta da direita, penso num primeiro momento. Deixa este assunto para a Adriana Vandoni que pode ter se filiado ao PDT, como o Pedro Taques, mas jamais vai deixar de ter a cabecinha dominada pelos referenciais de um lacerdismo tardio. Por outro lado, a passagem da blogueira serviu para colocar Cuba mais uma vez nas manchetes, nos debates, na tv, nos blogues, na mídia. E assim se abre mais uma oportunidade para que se perceba que o que Fidel, Guevara e os guerrilheiros de Sierra Maestra fizeram foi qualquer coisa de fenomenal. Os cineastas Oliver Stone e Steven Sodenbergh, por acaso cineastas norte-americanos de grande brilho, já mostraram isso, com produções cinematográficas que vieram de lá do coração do império. E mais não escrevo porque preciso me recuperar da virose que esquenta e enche de dores o meu corpo. Para animar o debate, reproduzo abaixo dois artigos sobre o tema, escritos por polêmistas que prezam a civilidade. Trata-se de um pequeno duelo do respeitável Valter Pomar, dirigente do PT, contra o não menos respeitável jornalista Eugênio Bucci. Confira o noticiário. (EC)

VEJA O QUE EUGENIO BUCCI ESCREVEU NO ESTADÃO:

Para Cuba, com carinho
Eugênio Bucci * – O Estado de S.Paulo

A visita da blogueira cubana Yoani Sánchez ao Brasil, esta semana, mobilizou opiniões de todo tipo. Ainda ontem, em Brasília, parlamentares reagiram de modos antagônicos à presença dela no Congresso Nacional. Uns, como o senador petista Eduardo Suplicy, puseram-se de pé para aplaudi-la. Outros torceram o nariz. Representantes de autodenominados “movimentos sociais” esgoelavam-se para xingá-la de “agente da CIA”, etc., como já tinham feito no Recife.

Eram reações esperadas, assim como era esperado que Yoani roubasse a cena em todos os noticiários. Simpatizantes do governo cubano, mesmo os de boa-fé, dizem que tudo não passa de propaganda da imprensa burguesa contra o socialismo dos irmãos Castro. Não é bem assim. Colunista deste jornal, autora do livro De Cuba, com Carinho (Editora Contexto), uma antologia de crônicas em que descreve com acidez e delicadeza o seu cotidiano em Havana, Yoani é uma dessas pessoas que se tornam símbolo de uma causa. Está para a ditadura cubana, hoje, mais ou menos como Nelson Mandela, guardadas as proporções, esteve para o apartheid na África do Sul, tempos atrás. Conquistou notoriedade internacional e foi apontada como uma das pessoas mais influentes do mundo pela revista Time.

Os militantes que aqui a hostilizam com ares de fúria deveriam parar para refletir e considerar, ao menos considerar a hipótese de que o interesse público em torno da figura frágil dessa mulher não venha de nenhuma estratégia de propaganda engendrada pelo imperialismo ianque. Não somos todos nós, aqui, cordeiros obedientes do Tio Sam, por mais que tenhamos um dedo de simpatia por Barack Obama (por sinal, é bem pouco provável que o Tio Sam, esteja ele onde estiver, esteja preocupado com uma blogueira de Havana). Yoani Sánchez é notícia não por obra de uma conspiração internacional. Em primeiro lugar, ela é notícia, em boa parte, graças à barulheira de seus detratores, que fazem com que sua passagem por aqui vire um incidente de parar o trânsito. Em segundo lugar, e no que mais importa, ela é notícia porque, em sua saga pessoal, se escancara a grande contradição da qual Cuba nunca soube se libertar. Em Yoani vemos o significado final de mais de meio século da tirania da opinião que tomou conta da ilha. Na história dessa blogueira podemos vislumbrar o que foi feito (e desfeito) das utopias coletivistas que ainda enrijecem a fisionomia da América Latina. Sob qualquer perspectiva, Yoani é notícia. Os seus movimentos interessam a qualquer cidadão que preze a liberdade.

É certo que autocracias existem em toda parte do globo terrestre, enclausurando dissidentes (como em Cuba) e perseguindo homossexuais (os de Cuba chegaram a ser confinados). Por que, então, falar tanto de Cuba e tanto de Yoani Sánchez? Porque essa mulher é a prova viva da promessa libertária não cumprida pelos Castros, uma promessa que seduziu e envolveu, em seu início, algumas das maiores inteligências do nosso continente. Falar de Cuba – e de Yoani – é entender a nossa História.

Aí vêm as acusações conhecidas. Ela recebe fortunas do exterior. Colabora com o imperialismo. Mente. Ora, e daí? Mesmo que isso seja absolutamente verdadeiro, não muda nada. Mesmo que ela não passe de uma embusteira, isso por acaso retira dela o direito de viajar para onde bem entender?

Agora Yoani conseguiu o seu passaporte, mas não foi simples. Foram 20 tentativas frustradas. Ela era uma prisioneira, como muitos de seus conterrâneos são até hoje. O regime castrista, acuado, teve de ceder, teve de outorgar-lhe o documento como se fosse um indulto. Mas até aqui vinha prevalecendo o argumento de que, sob suspeita de ser uma agente provocadora, uma cubana não poderia sair do país. Os militantes que a hostilizam deveriam refletir um pouco: desde quando isso é democracia? Mesmo que Yoani defendesse abertamente os Estados Unidos – o que ela não faz, pois, entre outras coisas, critica o bloqueio imposto por Washington contra Cuba -, por que isso deveria retirar dela o direito de ir e vir? Com base em que princípio dos direitos humanos?

O fato é que a simples existência de Yoani Sánchez desmascara o arbítrio que se fantasia de democracia participativa. A democracia não se resume ao respeito à vontade da maioria (se é que, em Cuba, a maioria apoia mesmo o regime); a democracia exige igual respeito aos direitos da minoria, mesmo que essa minoria não passe de uma só pessoa. O socialismo que cobra seu preço em liberdade não pode ser chamado de igualitário. O socialismo que faz a História girar para trás, que volta no tempo, que adota uma ordem mais repressiva e mais primitiva que a do liberalismo político, não constitui um avanço, como se diz, mas um retrocesso (quase sempre com traços de selvageria). Quando as massas, embriagadas pela crença de que exercem o poder das multidões, marcham para silenciar os desviantes, a serviço de um governo, o que se tem é o germe do totalitarismo, nunca a libertação.

Que agora, no Brasil, alguns jovens tenham tentado, aos berros, impedir Yoani de falar é compreensível. Talvez seja até aceitável. Apesar de deselegante, esse tipo de protesto faz parte do código gestual do embate político (este modesto escrevinhador, quando estudante, já participou de manifestações assim, tentando cassar a palavra das autoridades do governo em solenidades públicas). Mas agora a ilusão que move os manifestantes contra Yoani é mais problemática. Eles tentam suprimir a expressão de uma pessoa comum, para que nela ninguém veja o vazio insuportável do regime político que adotaram como religião.

No Jornal Nacional de terça-feira, o senador Suplicy, ao lado da visitante cubana, apareceu com o rosto transtornado, gritando, tentando acalmar os que a insultavam: “Tenham coragem de ouvir!”.

Não adiantou. Eles estavam surdos. Inabaláveis em sua fé.

* Eugênio Bucci é jornalista e professor da Eca-USP e da ESPM.

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LEIA AGORA A REPLICA DE VALTER POMAR, EM SEU BLOGUE

A fé de Eugênio Bucci
Por Valter Pomar

Sempre que posso, leio as colunas de Eugênio Bucci, jornalista filiado ao PT e colunista de Época e do jornal O Estado de S. Paulo.

Leio porque invariavelmente discordo do que ele escreve (com pelo menos uma exceção importante, o que ele disse acerca do facebook, ao qual tive que me curvar por razões, digamos, profissionais).

Aos que acham estranho, explico: considero um ótimo exercício intelectual polemizar mentalmente com adversários políticos e ideológicos.

Mas não costumo escrever o que penso, mais por falta de oportunidade. Desta vez, contudo, fiquei empolgado com um texto de Eugênio, denominado Para Cuba, com carinho (OESP, 21 de fevereiro).

Como indica o título, o texto de Bucci gira ao redor da blogueira cubana Yoani Sánchez.

Não vou repetir aqui o que penso acerca dela, bem como das manifestações que sua visita gerou – quem estiver interessado, há uma entrevista minha a respeito no www.pt.org.br

Também não vou polemizar com Bucci acerca de Cuba. Suas críticas ao socialismo cubano são absolutamente convencionais. Prefiro ler Padura!

O que me empolgou desta vez foram duas passagens, que revelam aspectos muito interessantes acerca do pensamento do petista Eugênio Bucci.

A primeira passagem é a seguinte: era esperado que Yoani roubasse a cena em todos os noticiários.

Esperado? Por qual motivo? Por quem? O que afinal justifica o espaço dado, na mídia brasileira, para a blogueira cubana?

Segundo Bucci, isto teria ocorrido porque Yoani é uma dessas pessoas que se tornam símbolo de uma causa. Está para a ditadura cubana, hoje, mais ou menos como Nelson Mandela, guardadas as proporções, esteve para o apartheid na África do Sul, tempos atrás.

Claro: guardadas as proporções, todo anão se transforma em gigante. E o gato de Alice, olhando bem, fica parecido com a Mona Lisa.

Para Bucci, no que mais importa, ela é notícia porque, em sua saga pessoal, se escancara a grande contradição da qual Cuba nunca soube se libertar. Em Yoani vemos o significado final de mais de meio século da tirania da opinião que tomou conta da ilha.

Buenas, eu tenho muita dificuldade de tomar a saga pessoal desta senhora como representativa dos problemas realmente existentes em Cuba e das dificuldades vividas pelo cubano médio, agora e ao longo das últimas décadas.

Convenhamos, o cubano médio não recebe a grana que ela recebe. Aliás, se todo cubano recebesse uma mesada da direita internacional, em troca de falar mal dos problemas existentes em seu país, isto certamente geraria divisas para o Estado cubano que compensariam parte dos problemas causados pelo bloqueio. Seria uma espécie de reparação…

Mas tudo bem: cada um de nós tende a produzir heróis a sua imagem e semelhança. Se Bucci vê Yoani como uma Mandela tropical, que se há de fazer?

Mas é exatamente aí que aparece a empolgante segunda passagem do texto de Bucci.

Segundo ele: Aí vêm as acusações conhecidas. Ela recebe fortunas do exterior. Colabora com o imperialismo. Mente. Ora, e daí? Mesmo que isso seja absolutamente verdadeiro, não muda nada. Mesmo que ela não passe de uma embusteira, isso por acaso retira dela o direito de viajar para onde bem entender?

Opa, opa, opa. Como não muda nada?

Se Mandela fosse um agente do apartheid, isto não mudaria nada???

Se tudo for absolutamente verdadeiro, se Yoani é mesmo uma mercenária, então a comparação entre ela e Mandela é puro delírio. E o fato dela ter espaço na mídia brasileira estaria mais para conspiração, do que para interesse jornalístico legítimo.

Até porque, convenhamos, ela agora tem o direito de viajar para onde bem entender. Não por uma espécie de indulto, como diz Bucci, mas porque a legislação migratória de Cuba mudou.

Yoani pode mesmo viajar o quanto quiser, pois está muito longe de ser uma pessoa comum: ela tem os recursos financeiros, obtidos já se disse como.

O ponto é: ao admitir que para ele não muda nada alguém mentir, colaborar com o imperialismo, receber fortunas do exterior e ser uma embusteira, Bucci rebaixa sua capacidade analítica à condição de fé.

E como fé não é minha praia, deixo aos que entendem responder se boa ou má.

Valter Pomar, membro do Diretório Nacional do PT

5 Comentários

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  1. - IP 186.208.178.72 - Responder

    A blogueira da CIA e a Liberdade de Expressão.
    Enquanto parte da esquerda se preocupava com a vinda da blogueira da Cia ao Brasil, querendo mostrar sua indignação, nossa Liberdade de Expressão sofria duro golpe.

    Transvestido em decisão judiciária que defendia ‘direito de imagem’, o judiciário paulista (sempre o paulista) reinventa a Censura.
    Não atacam sites mais estruturados, como O Sensacionalista que tem link para a plim-plim, ou o Piauí Herald – ligado ao Estadão, que igualmente lhes fazem chacota, atacam blogueiros, como os da ‘Falha’, sem estrutura para defenderem-se de suas bancas de advocacias milionárias.
    Na Universidade, lançamos o “Arreio no Ovo”, ironizando o maior jornal à época que era o correio do povo, ultrapassado e quase extinto pela ZH que cresceu com a ditadura militar.
    Também causamos polêmica naquela época e a notícia que circulou era que uma das muitas besteiras gráficas colocadas na edição tinha cachorrinhos, creio, e alguém contou e achou 11.
    Pronto: surgiu o boato que fazíamos apologia do Grupo dos onze – do Brizolla.
    Estávamos à época, em uma cruel e desumana ditadura.
    O que impressiona hoje é que temos inclusive na constituição federal artigo que proíbe a censura, mas ela se disfarça e vem – de mãos dadas com um judiciário pouco transparente – e assume as rédeas novamente.
    Nada contra ou a favor da blogueira subsidiada pelos barões midiáticos e a inteligência americana (ei, isto existe?? Kkk) – muito antes pelo contrário.
    O que me preocupa é vermos a tal Liberdade de Expressão ser vilipendiada e a blogosfera ficar à mercê dos ‘donos’ da informação.

    Nossa liberdade de colocar ‘o outro lado’ para ser avaliado como informação é recente e nos é muito cara.
    Conclamo aos companheiros para que apoiemos o pessoal da ‘Falha’, para que possam recorrer desta sentença absurda.

    Luiz Antonio Franke Settineri – SAROBA
    Charges: Latuff & Lili

    • - IP 189.10.66.217 - Responder

      Se os esquerdotralhas acham que deve ser ouvido o outro lado, ou seja, os que atacam a blogueira, então que tal antes deixa-la falar????

      Os ataques grosseiros para impedi-la de falar são a prova do “espirito democrático” dessa corja.

  2. - IP 189.31.0.235 - Responder

    A passagem da blogueira cubana evidenciou que o spetistas são fascistas mesmo. O resto é lorota.

  3. - IP 177.193.130.225 - Responder

    Como disse a dias atrás o Ex Min. Jobim numa Homenagema FHC. Os idiotas nunca deixarão de serem idiotas, mai so mais agora estçao perdendo a modéstia.
    Eu com meu collossal desconhecimento, queria perguntar ao Sr, Walter Pomar, pessoa esta culta, Magnânima, Celestial, Augusta, com esses predicados ele facímente responderá a um incauto leitor como eu, desprovido de percepção um boçal, só não do catités, mais um boçal pantaneiro!
    Nobre Senhor , em se vasto conhecimento de História, e de traçar perfil, de ter o senso de nunca se enganar entre um mitômano autoritario, e um estadista genuino.
    Foi e é possivel um Coma-Andante se auto nomear militar, e protagonizar a partir de Miami, onde tem sua familia, e parte consideravél de seu butim, e seus quinhões depositados. organizar uma ” CONTURBADA TRANSIÇÃO ” onde outro protagonista o Sr. Fulgencio Batista, tinha no seu reduzido exercito, de 680 Homens,e a mais alta patente um simples Tenente e mal treinados.
    Bem isso é parte da história, a outra parte é que esse grupelho que tenha um porco asmatico, que nunca exercerá a proffisão que mal terminou, e nesse romance onde seu caomandante´o boicota e mete o pé na sua bunda e este asmatico, poe se para fora do galinheiro de seu namorado, e vem morrer na bolivia.
    Bem essa é a Estória que conta na propia ilha.
    Nobre Senhor, até sei que em seus preceitos e dessa horda de aduladores, ou bajuladores, asseclados por oportunistas , e que neles “os meios justificam os fins” foi assim com Celso Daniel, é assim com o maior programa eleitoral diuturnamente sem interrupção o ” bolsa familia” é asssim com a coadunação, do estado que também é signátario desses peculatarios, e tem parte da midia amestrada por ideologia, ou por contratos subsidiados, e tem o mesmo estado a resignação, a permissividade a leniencia e imprime as suas digitais em tudo de podre que assola esta nação.
    Francamente Sr, Pomar,, o que tenho a falar te não vai querer ouvir. mais vou dizer uma coisa que voçes odeiam, te aflige a alma. Vá trabalhar, vá estudar mentecapto.
    Como pode a maior concentrção de imbecilidade por palavra escrita achar que: uma pessoa, uma só pesoa se dizendo revolucionario com cantilema de socialista . Proibir por quase 60 anos as pessoas de falarem, asssitirem, irem,fazerem, escreverem o que quer, enquanto veste adidas, e toma uma coca cola ???/ Va pastar “socialista”

  4. - IP 189.74.63.199 - Responder

    Para os esquerdistas censura só é censura quando eles são impedidos de lançar ao vento suas calúnias.
    O camarada que defende o regime cubano só pode ser fã da ditadura, não sei nem como eles criticam a ditadura militar.

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