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Profissionais da Educação vão a luta e cruzam os braços em Mato Grosso e em todo Brasil. Na sexta, decidirão, em assembléia, no Presidente Médici, se greve será por tempo indeterminado

Não se sabe ainda quantas escolas aderirão ao movimento nacional de paralisação nas escolas estaduais, municipais e particulares no Brasil inteiro. Mas o Sindicato dos Profissionais da Educação Pública, em Mato Grosso, garante que, em sua base territorial, o alerta às autoridades será mais contundente: o Sintep acredita que todos os professores mato-grossenses cruzarão os braços ao longo de toda a semana.

A suspensão das aulas na segunda, terça e quarta-feira foi definida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE).

Em Mato Grosso, o Sintep decidiu estender o manifesto e, se os professores derem o “OK”, não haverá aula durante toda esta semana. Na sexta-feira, os profissionais de Educação definirão numa assembleia-geral, na Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá, se deflagrará ou não greve por tempo indeterminado.

Os professores protestam pedindo definição sobre piso salarial, garantia de hora atividade aos contratados temporariamente e melhoria na rede física escolar, que sob a administração Silval Barbosa – que concentra seus investimentos nas obras da Copa, enquanto beneficia dezenas de empresários com a renúncia fiscal – continua em péssimo estado, em vários municipios do Estado.

 

Durante esta semana de greve, os trabalhadores da educação da rede municipal e estadual promoverão várias manifestações e atos públicos, nas mais diversas regiões de Mato Grosso, convocando a sociedade para a discussão de melhorias para a educação em Mato Grosso

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