“É inconveniente que Paulo Prado, pessoa suspeita, comande MP”

Ong Moral pede que Paulo Prado seja afastado da chefia do Ministério Público em MT by Enock Cavalcanti

O chefe do Ministério Público Estadual, em Mato Grosso, o procurador Paulo Prado. Seu afastamento do cargo foi proposto nesta quinta-feira pela Ong Moral

O chefe do Ministério Público Estadual, em Mato Grosso, o procurador Paulo Prado. Seu afastamento do cargo foi proposto nesta quinta-feira pela Ong Moral

Integrantes do Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania – ONG Moral protocolaram hoje uma representação endereçada ao procurador decano do Colégio de Procuradores do Ministério Publico de Mato Grosso, procurador Luiz Alberto Esteves Scaloppe, em que pedem o afastamento do Procurador-Geral de Justiça Paulo Prado, que prossegue na chefia do Ministério Público do Estado, mesmo na condição de indiciado e sendo investigado por práticas criminosas.

O Procurador é acusado de estar envolvido com ex-secretário de Fazenda Éder Moraes, com o objetivo de confundir a Polícia Federal e o Ministério Público Federal por meio de informações falsas, visando desviar o rumo das investigações na Operação Ararath.

A ONG Moral acredita que ter uma pessoa contra a qual o Ministério Público Federal levanta suspeita de práticas criminosas à frente do MPE, fere, notadamente, os princípios de moralidade e de legalidade do Ministério.

 

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outro lado

OPERAÇÃO ARARATH

Procurador-geral de Justiça desafia Ong Moral a apresentar certidão que comprove o seu indiciamento

Um requerimento oportunista e sem qualquer amparo jurídico. Essa foi a análise do procurador-geral de Justiça, Paulo Roberto do Prado, em relação ao pedido protocolado pela Ong Moral nesta quarta-feira (04), na sede da Procuradoria Geral de Justiça. Prado afirmou estar tranquilo e esclareceu que, ao contrário do afirmam os integrantes da referida ong, não está sendo investigado ou indiciado.

“Eu desafio a Ong Moral a apresentar a certidão que comprove que estou sendo indiciado. Esse pedido falece de qualquer amparo jurídico. É uma verdadeira aberração jurídica”, ressaltou o procurador-geral de Justiça.

Prado recebeu à imprensa logo após o protocolo do pedido. Vinte e um promotores de Justiça compareceram a sede da Procuradoria Geral de Justiça e fizeram questão de prestar apoio à sua gestão.

São eles :

 

Vivien Thomaz Ility – Promotora de Justiça
Márcio Florestan Berestinas – Promotor de Justiça
Mauro Benedito Pouso Curvo – Promotor de Justiça
Gilberto Gomes – Promotor de Justiça
José Antônio Borges Pereira – Promotor de Justiça
Roberto Aparecido Turim – Promotor de Justiça
Sérgio Silva da Costa – Promotor de Justiça
Célio Joubert Fúrio – Promotor de Justiça
Wagner Cézar Fachone – Promotor de Justiça
Miguel Slhessarenko – Promotor de Justiça e Presidente da Associação dos Membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso
Arnaldo Justino Silva – Promotor de Justiça
Marco Aurélio de Castro – Promotor de Justiça
Samuel Frungilo – Promotor de Justiça
Clóvis de Almeida Júnior – Promotor de Justiça
Allan Sidney do O souza – Promotor de Justiça
Lindinalva Rodrigues – Promotora de Justiça
Adriano Augusto Streicher Souza – Promotor de Justiça
Almir Tadeu Arruda Guimarães – Promotor de Justiça
Luciano Martinez Viruel – Promotor de Justiça
Luciano Freiria de Oliveira – Promotor de Justiça
FONTE MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO

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ESCLARECIMENTO

MCCE nega participação em pedido de afastamento do PGJ/MT

 

O coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Antônio Cavalcante Filho “Ceará”, nega participação no pedido de afastamento do Procurador-geral de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, protocolado hoje (04.06), pela Ong Moral. Indignado com a situação, o coordenador do MCCE emitiu a seguinte nota:

Não é verdadeira a informação de que o MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) tenha formulado requerimento ao Conselho Superior do Ministério Público de Mato Grosso, no sentido de pedir o afastamento do Procurador-Geral de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado. Eventual uso do nome do MCCE de forma indevida, para tal finalidade, não contribui para o fortalecimento das instituições e combate à corrupção.”

Antônio Cavalcante Filho

13 Comentários

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  1. - IP 177.203.35.154 - Responder

    Parabéns a ONG pela atitude! Afastamento não é sinônimo de culpa, mas preserva a instituição enquanto a conduta é apurada. Esperamos que o MP dê o exemplo!

  2. - IP 177.3.227.180 - Responder

    ,,,,,,

  3. - IP 189.59.56.245 - Responder

    Outro que deveria afastado é um desses aí que foram prestar apoio ao P. P. e que está envolvido até o pescoço com muitas viagens fantasmas da HELP VIDA no Juizado…

  4. - IP 189.59.56.245 - Responder

    O Paulo Prado achou que afastando o Marcos Regenold ia ficar tudo por isso mesmo…
    Falando nisso, que fim levou o Regenold?
    E Mauro Zaque, heim? Já voltou das férias? Ou vai esperar a Copa passar para poder voltar ao trabalho?
    O engraçado é que ele é um dos que sempre preferiram vender as suas férias para o Estado pagar, abrindo mão de gozá-las, e, agora, foi o primeiro a requerer o benefício trabalhista. Pois, num é?…

    • - IP 201.57.233.221 - Responder

      Verdade! O zaque tomou chá de sumiço. Nem para defender o famigerado gaeco, já que era um dos mais atuantes do grupo, ele apareceu. Muuuuuuuuuuuuito estranho!

  5. - IP 189.73.210.136 - Responder

    Traduzindo o juridiquês… Paulo Prado, com outras palavras, está afirmando que a petição da Ong. Moral é uma flatulência jurídica? Uma cáca? Não… ai não… isso é completa falta de respeito em relação à Ong. Moral. Podia ter dito que se trata de “lana-caprina” Mas houve realmente o indiciamento? Isso é fundamental para que a petição prossiga seu trâmite ou vá direto para o departamento da lata de lixo… Mas independentemente do que acontecer com a folha de papel da Ong. Moral, é importante frisar que pontapé não é instrumento processual com o objetivo de mudar qualquer decisão… Essa Ong. faz cada angú…

  6. - IP 189.31.2.192 - Responder

    Se o Chefe do MP foi mencionado nas investigações, NÃO PRECISA ESTAR INDICIADO, tem que ser afastado e pronto.

  7. - IP 201.69.248.116 - Responder

    Concordo com o Douto Procurador Paulo Prado, OPORTUNISTA o pedido, até que se prove o contrário a lista apresentada não representa o recebimento de valores a título de propina, até porque é de conhecimento público que, senão todos, a maioria dos servidores do Estado possuem carta de crédito, alguns negociaram essas carta no mercado e outros não, seria por demais prematuro macular uma instituição como o MPE por uma lista encontrada na residência de um dos investigados pela PF, o melhor a se fazer é continuar com as investigações e provar os fatos, aliás, o Douto Procurador goza de uma reputação ilibada e intocável no exercício de seu mister até o momento. Particularmente digo ao Dr, Paulo Prado, quem incomoda os poderosos e demonstra honestidade está sempre sujeito a ter sua moral desconstituída para desacreditar suas ações, fé em Deus que tudo será esclarecido a seu favor e em favor da sociedade.

  8. - IP 201.41.127.181 - Responder

    Ademar e meio estranho mais e gente boa, Enock também Claudio esquisito! esse tal de Paulo da Ouvidoria não sei qual seu interesse rs “candidato pelo PMDB” , Mais esse presidente desta ONG, tal de Bruno Boaventura afeeee esse e o fim da picada galera rsrrs!

  9. - IP 191.194.27.30 - Responder

    uai o ceara amarelou ou ta levando algum por fora {ou por dentro sei la}. e sempre o primeiro a levantar a lebre, agora ta quetinho. ta com medo de trocar tiro com o prado eim. fala serio

  10. - IP 192.165.17.196 - Responder

    Realmente o MPE/MT tem muita satisfação a dar para a população de Mato Grosso, a qual, diga-se desde logo, mediante o pagamento de impostos escorchantes, garante o pagamento de salários polpudos aos Promotores e Procuradores e ainda financia valores milionários de cartas de créditos de 47 de seus integrantes, valores estes, convenhamos, não explicados a contento também, então é oportuno perguntar se a máquina calculadora do MPE/MT não estava com um “ligeiro defeito” na hora dos cálculos, haja vista os valores exacerbadamente elevados das tais cartas de crédito. É preciso transparência completa também neste detalhe, mas duvido que alguém do MPE vai explicar como chegaram a esses valores dignos de um prêmio básico de alguma loteria. Historicamente, o MPE/MT não tem sido uma instituição que transmita credibilidade para a população. Enquanto cidadãos, temos a certeza de que o MPE serve apenas para perturbar a existência de marginal POBRE, enquanto os tubarões do crime, os que têm colarinho branco (ou de outra cor, que seja), campeiam altaneiros e arrogantes na prática costumeira dos mais variados crimes. Por vez ou outra tínhamos o GAECO atuando, mas geralmente observamos que não há prosseguimento eficaz nas ações, as providências decorrentes ficam esperando não se sabe o que, dormitando em alguma gaveta burocrática do MPE, caso clássico do inquérito da Operação Cartas Marcadas, até agora esperando algum milagre institucional para ser movimentado com devida denúncia, ou estão esperando que os crimes prescrevam? Apenas para citar uma passagem com relação ao GAECO, em 2009 o responsável pelo órgão denunciou publicamente que Paulo Prado tinha recebido benesses indevidas (mais detalhes no link do TCE/MT http://www.tce.mt.gov.br/conteudo/show/sid/256/cid/8892/t/Promotor+denuncia+Paulo+Prado+). O caso, aliás como geralmente ocorre no Brasil e também no MPE/MT, foi abafado e contornado olimpicamente e todos os implicados, principalmente Paulo Prado, sairam ilesos. Resultado: Na primeira oportunidade Mauro Zaque foi retirado do GAECO e substituído sabem por quem? Paulo Prado! Bem conveniente e oportuno não é mesmo? Esta é a perspectiva de funcionamento do MPE/MT, realmente NUNCA, em nenhuma administração de qualquer Procurador-Geral houve interesse em colocar as mazelas do Órgão em pratos limpos e não seria agora com o escândalo das cartas de crédito; ninguém assume nenhuma responsabilidade, de forma transparente, punindo exemplarmente os desonestos e infratores da lei ou da ética, ÉTICA senhores, ÉTICA. Os órgãos de controle interno não funcionam, são meras formações burocráticas, nada mais, o Conselho Nacional do MP não atua, nada se vê dele, muito menos de sua ação disciplinar; diferentemente do CNJ do Poder Judiciário este bastante atuante, exemplo de MT onde o CNJ fez uma limpeza em metade do TJMT, sem dizer outros integrantes do judiciário de Mato Grosso sob investigação. Quanto ao CNMP, nada, creio que nem fazem questão de abrir algum procedimento para averiguar a situação do MP/MT e se abrem quando nós contribuintes saberemos dos resultados da devassa? Nunca! E se informam alguma coisa é com meias palavras e ainda, quem sabe, com murros na mesa mais próxima, conforme é o estilo patenteado pelo procurador Paulo Prado (alguém de bom senso se impressiona com o berreiro desesperado desse procurador?). Já partindo para a finalização desta manifestação, um detalhe chama a atenção, ora, o MP/MT é composto de dezenas de promotores e procuradores de justiça, é óbvio que lá atuam muitas pessoas de bem, honestas e dedicadas, também é óbvio que alguns deles são desidiosos, aproveitadores, oportunistas, mas o que espanta é que NÃO aparece NENHUMA dessas pessoas do BEM para contestar ou reclamar dessa forma de existência do órgão, existência voltada para interesses políticos e de proteção aos poderosos do momento, deixando a sociedade ao abandono, NINGUÉM contesta o fisiologismo, a manipulação interna de funções, o direcionamento deliberado de posicionamentos do órgão. Será que não tem ninguém preocupado REALMENTE com a situação de descrédito do MPE/MT perante a população e que proteste publicamente contra a penúria ideológica do MPE/MT, assim mostrando para a sociedade que no órgão ainda existem sim pessoas com honra, lealdade, moral e coragem para lutar em defesa da instituição tão combalida e enfraquecida em sua finalidade constitucional e muito pior, sem a confiança da população, sem crédito, desmoralizada, passando a imagem de que defende apenas os interesses dos grupos ligados ao poder. Reajam homens de bem do MPE/MT! Reajam! Mostrem sua cara, “comprem” sim briga com quem for, defendam a sua instituição de pessoas despreparadas para dirigi-la, protestem contra o péssimo caminho que as más administrações do órgão estão trilhando há longo tempo, digam não e não à destruição moral da instituição, pois é o que tem sido observado claramente ao longo do tempo. Todos os integrantes do MPE devem satisfações e muitas satisfações à população deste Estado que financia toda essa estrutura do Ministério Público e que não dá o devido retorno à sociedade. Com a palavra o MPE/MT ou será, mais uma vez, o SILÊNCIO a resposta?

  11. - IP 191.179.132.43 - Responder

    Esse estado não tem mais jeito…pra qualquer lado que a pessoa olhe sai um coelho…é caso de intervenção federal já. Eu quero saber que dia que Cuiabá vai voltar ao normal.??? o povo não aguenta mais essa anarquia…do jeito que ta indo vou me mudar pra Poconé…pelo menos os bichos que tem lá são so os do pantanal, isso é, a gente sabe com quem tá lidando.

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