Nesse momento em que Paulo Prado é reconduzido ao comando do MP Estadual, já está mais do que na hora de fazermos uma autocrítica quanto às suspeitas lançadas contra ele e contra o promotor Marcos Regenold nesse confuso episódio da Operação Ararath. O que se diz é que Prado e Regenold estariam esquemados com Éder Moraes, tentando aliviar as coisas para o lado do Maggi. Um pequeno estudo do que se fez até aqui, todavia, nos mostra que os documentos levantados graças à atuação de Prado e Regenold se constituiram em provas fundamentais para as ações cíveis já formuladas, seja pelo MPF seja pelo próprio MPE, contra Éder, contra empreiteiros e mesmo contra Blairo Maggi

Paulo Prado e Marcos Regenold

Paulo Prado e Marcos Regenold

 

Todo dia tem vazamento relativo à Operação Ararath. Desde que o caso veio à tona – e lá se vão muitos e muitos dias – uma verdadeira hecatombe se abateu sobre o cenário político de Cuiabá. Nunca antes as vísceras de nossa política e dos nossos políticos estiveram tão à mostra, como neste processo.

Mas, vejam só, eu, Enock Cavalcanti, tenho que reconhecer que não existe grande mérito na cobertura que a midia mato- grossense vem dando a este caso – e eu sou um profissional desta mídia que tateia sem conseguir pegar o touro a unha . Estamos diante de uma situação tão ampla, com tantos envolvidos, abrangendo tantas negociatas, que, na maioria dos casos, nossos jornais e nossos jornalistas se deixam enredar pelo embananamento que percebo, também, no plano nacional, na cobertura da Operação Lava-Jato e no chamado escândalo do petrolão.

O segredo de Justiça, em processos contra esse, acaba gerando vazamentos sem fim, que só contribuem para aumentar a confusão. Sabe-se que a roubalheira foi muito grande, mas tem hora que se repete aqui aquela cena do ladrão pego na ladroagem que, espertamente, é o primeiro a gritar “pega, ladrão!” estabelecendo uma troca de posição entre bandidos e mocinhos, polícia e ladrão, repórteres e fonte, enfim, ninguém se entende e a tendencia é o caso se complicar mais ainda.

Claro que não serei eu, pobre blogueiro de interior, a botar a coisa toda em pratos limpos. Inda mais quando se tem um Ministério Público Federal, uma Polícia Federal, um Ministério Publico Estadual, em uma atuação inteiramente sem coordenação, atrapalhada, tocada em ritmo de pastelão. Há que haver, além da autocrítica, um esforço coletivo para a superação diante das deficiências que apresentados, diante do público, na cobertura deste episódio dantesco.

Imagino que foi essa atrapalhação toda que acabou por transformar, nesse episódio, o procurador geral de Justiça de Mato Grosso, o procurador Paulo Prado e seu dileto parceiro, o promotor Marcos Regenold, em pretensos vilões da história, alvos da fúria de entidades populares respeitáveis como o Movimento Organizado pela Cidadania e Moralidade Pública, a Ong Moral.

Dizer que Paulo Prado, gordo e patusco, é um profissional algo descuidado, lerdo, uma espécie de Sargento Garcia do Pantanal, é uma coisa. Pretender caracterizá-lo como possível comparsa de Éder Moraes, Blairo Maggi, Silval e outros quejandos no engendramento de uma série de malfeitos contra os cofres do Estado, que podem ter surrupiado milhões e milhões de reais, é outra coisa bem mais grave e inconveniente.

Por outro lado, o incensamento da procuradora Vanessa Scarmagnani, do MPF, em Mato Grosso, como uma espécie de a irmã mais esperta do Sherlock Holmes e grande moralizadora da coisa pública em nosso Estado, é uma imprecisão, um exagero, uma incorreção já corrigida, aliás, em minha avaliação, pela própria Procuradoria Geral da República, através do procurador geral da República, Rodrigo Janot, quando determinou a formação de uma força tarefa de procuradores, enviados de Brasília, para dar um direcionamento mais cuidadoso e mais competente ao caso, tirando, gentil mas firmemente, das mãos da sra. Scarmagnani o comando das investigações.

Em meio ao corre-corre dessa minha atribulada vida de velho e antiguado jornalista que responde hoje pela editoria de Cultura do Diário de Cuiabá, além de atuar no assessoramento de algumas entidades classistas de diferentes categorias de trabalhadores em Cuiabá, pretendo escrever, nos próximos dias, talvez amanhã mesmo, novos artigos revisando os fatos e procurando situar os personagens como os enxergo neste episódio da Ararath. Espero que tragam informações de algum interesse para o público mais interessado.

Uma coisa lhes digo: inspirado pelo meu amigo Antonio Cavalcante, o Cearazinho, estou disposto hoje a somar ao lado do promotor Marcos Regenold e do procurador Paulo Prado em uma expressiva revisão do papel que exerceram nessa Operação Ararath. Acho que não cabe mais execrá-los, tratá-los como pessoas que estariam desgastando as honradas tradições do MP. Evidentemente que eles cometeram alguns equívocos, como a falta de uma articulação mais profunda com a sociedade organizada (situação que é uma espécie de vício dentro do MP), e também aquela entrevista coletiva desastrada que o procurador geral conduziu aos berros, na sede do MP, arrepiando alguns jornalistas mais delicados. Há erros de parte a parte. Mas não podemos continuar errando se queremos realmente passar Mato Grosso a limpo.

O que se diz é que Prado e Regenold estariam esquemados com Éder Moraes, tentando aliviar as coisas para o lado do Maggi. Um pequeno estudo das evidências, todavia, nos mostra como essa avaliação não se sustenta. É que os documentos levantados graças à atuação de Prado e Regenold, por exemplo, foram fundamentais para as ações formuladas até aqui, seja pelo MPF seja pelo próprio MPE, contra Éder, contra empreiteiros e mesmo contra Blairo Maggi.

Sim, leia essas ações que republico em destaque nesta página. Elas só estão hoje protocolados porque existiram documentos que foram entregues não por Junior Mendonça mas basicamente por Éder Moraes, como resultado do trabalho de formiguinha de Marcos Regenold, e possibilitaram que os promotores Turin, Furio e Sérgio Silvia fizessem as ações que fizeram. E vejam que Éder e Blairo Maggi estão ali, entre os denunciados. Ninguém aliviou para o lado deles.

Mesmo a procuradora Scarmagnani, hoje praticamente afastada da Operação Ararath, ao formalizar sua denuncia contra Éder – ela que mandou invadir a sede do Gaeco, em decisão das mais questionadas, e primeiramente questionada aqui nesta PÁGINA DO E -, para estruturar sua denuncia contra o Éder e outros, ela escreve lá:

 

A PROCURADORA SE RENDE A REGENOLD
A procuradora Scarmagnani não teve a delicadeza de escrever, mas quando ela fala em declarações de Éder prestadas perante o MPE ela está falando em declarações prestadas por Éder perante o promotor Marcos Regenold e demais companheiros. O mesmo Marcos Regenold que ela, pelo que se viu na invasão do Gaeco, tratou como um possível criminoso, um possível comparsa de Éder, vejam só que confusão.

Mas vamos adiante. Voltarei ao assunto. Seria bom que outros setores da mídia investigassem tudo e nos mostrasse aonde, afinal de contas, foi parar o possível indiciamento de Paulo Prado e Marcos Regenold. É preciso calar as bocas de matilde. É preciso reconhecer o que cada um tem feito dentro desta barafunda toda.

MP denuncia Silval, Maggi, Éder, Edmilson, empresários e procurados da PGE por fraude na Encomind by Enock Cavalcanti

MP processa Maggi, Silval, Riva et caterva por envolvimento no escândalo da compra de vagas no TCE-MT by Enock Cavalcanti

MP processa Silval, Éder, Edmilson, advogados Alex e Kleber Tocantins e empresa Hidrapar by Enock Cavalcanti

41 Comentários

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  1. - IP 177.132.240.79 - Responder

    Parabéns a vc Enock que tem a coragem e imparcialidade para dizer a verdade! Já está na hora de desmascarar certas atitudes do MPF e da PF como essa injustiça que fizeram com esses membros do MPE. Hj o MPF só faz é usar tudo o que eles conseguiram produzir. O MPF tentou por várias vezes a delação de Éder mas não conseguiu por pura incompetência. O único que conseguiu essa proeza foi o Marcos Reginold. E não só do Éder, do Maksues também, colocando Riva, Savi e demais caititus em maus lençois. Vamos largar de hipocrisia.

    • - IP 201.71.163.122 - Responder

      PORQUE NAO FALAM DO MAURO CARVALHO QUE ESTA ENVOLVIDO ATE O PESCOÇO, CAIXA DOIS DO MAURO MENDES, PORQUE NAO FALAM DO FERNANDO MENDONÇA QUE VAZOU DE MT COM O RABINHO TODO SUJO, PORQUE NAO FALAM DAS NEGOCIATAS DO MPE COM ORTOLAM, PORQUE NAO FALAM DAS FALCATRUAS DO MAURO MENDES, PORQUE NAO ESCLARECEM OS 700 MILHOES DE FRAUDES DE MAURO MENDES NO TRT-MT, PORQUE QUEREM NAS ENTRELINHAS DEFENDER O REGINOLDS E PAULO PRADO, TODOS TEEM QUE SE AFASTAR, ISSO SIM SERIA BONITO PARA SOCIEDADE.
      O EDER AO VER SEU NOME A BAILA, DESISTIU DA CANDIDATURA A DEPUTADO, ESTAVA ELEITO MAS FOI HOMEM PARA DESISTIR FACAM O MESMO MPE-MT

  2. - IP 189.59.69.195 - Responder

    Para completar o estudo:

    CARTAS DE CRÉDITOÉder defende que 70 membros do MPE solicitem afastamentoTVCA silval-eder-nova.jpg

    Em entrevista à TV Centro América, o ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso Éder Moraes (PMDB) declarou que são irregulares as cartas de crédito emitidas pelo estado em favor dos promotores do Ministério Público Estadual (MPE) a título de direitos trabalhistas, afirmando que a emissão desses papéis precisa ser investigada. O MPE, por meio de nota, defendeu-se reafirmando a legalidade e a regularidade dos títulos.
    A declaração do ex-secretário, investigado em alguns dos principais escândalos de corrupção no estado, foi feita em entrevista para esclarecimento a respeito de vídeos que têm circulado com trechos de um depoimento prestado por Éder a membros do MPE sobre o suposto esquema de fraudes financeiras investigado na operação Ararath – por conta da qual ele chegou a ser preso em 2014. Éder já recuou do teor do depoimento gravado, assinando uma retratação que, segundo ele, invalida todo o conteúdo perante à Justiça.
    Agora, Éder critica o fato de que o MPE o investiga por conta de supostas fraudes na emissão de cartas de crédito para a categoria dos agentes de administração fazendária (AAF) à época em que ele comandava a Secretaria de Fazenda (Sefaz). Segundo ele, alguns membros do MPE entram em contradição porque eles mesmos o teriam procurado na Sefaz para viabilizar pagamento com baixo deságio de cartas de crédito destinadas a eles por conta de questões trabalhistas.
    De acordo com Éder, os títulos em favor dos promotores seriam irregulares porque foram emitidos sem previsão orçamentária ou financeira ou estudo de impacto fiscal. A análise também seria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), diz o secretário. “Procuraram-me na Secretaria de Fazenda para que eu os representasse junto ao comércio, junto à indústria, empresas que deviam ICMS ao estado, porque eles não queriam se expor, não queriam ficar sob suspeição em ações futuras que eventualmente pudessem haver quanto a alguns desses fornecedores do estado”, revelou Éder.
    O ex-secretário disse que conseguiu obter no mercado o pagamento pelas cartas de crédito dos membros do MPE com 90% do valor de face – sendo que, geralmente, o mercado absorve esses títulos pagando deságio de 10% a 50%. “É aquela velha história: me acusam numa conta de eu ter intermediado alguma vende de carta de crédito, mas não falam que eu intermediei a venda de mais de 70 promotores e procuradores do estado de Mato Grosso. Eu entendo que todos eles estão neste momento sob suspeição para me fazer qualquer acusação. E também acho recomendável, prudente, já que são guardiões da moral, guardiões da impessoalidade, da preservação da lei, da fiscalização do que é correto aplicar, eu acho que seria decente que todos se afastassem das suas funções para que isso fosse apurado profundamente”, criticou.
    SILÊNCIO
    Nenhum membro do MPE aceitou gravar entrevista a respeito das declarações de Éder Moraes, mas a assessoria de imprensa da instituição publicou nota informando que as cartas de crédito emitidas em favor deles referem-se ao pagamento de férias acumuladas e outros direitos trabalhistas. A respeito dessa situação, já foram prestados os devidos esclarecimentos aos órgãos fiscalizadores, assegurou a assessoria, com análise do Procurador-Geral da República e do Ministério Público de Contas.

    • - IP 201.71.163.122 - Responder

      SR, ADAMS, O SENHOR ESTA CORRETO, AGORA VEJAMOS O PROCURADOR GERAL DA REPUBLICA RODRIGO JANOT, VALIDOU AS JUSTIFICATIVAS PARA EMISSAO DAS CARTAS, MAS NAO VALIDOU CALCULOS FORJADOS PARA ENCHER O BOLSO DOS PROMOTORES, NAO VALIDOU A FORMA DA NEGOCIAÇÃO USANDO SECRETARIO DE ESTADO E EMPRESA PRIVADA E PAGANDO COMISSÃO, NAO VALIDOU A IMPROBIDADE OCORRIDA UMA VEZ QUE FORAM EMITIDAS SEM ORÇAMENTO E FINANCEIRO E SEM IMPACTO FISCAL.
      PARABENS

  3. - IP 201.88.229.151 - Responder

    Acho que assim como não se pode condenar ninguém sem o devido processo legal, também não se deve inocentar. Acho estranho essa defesa intransigente por parte deste blogueiro esta defesa açodada. Já vi aqui muitas críticas aqui neste blog a “imprensa amestrada” qdo o assunto é riva, al, silval, mas nada qdo esta mesma imprensa faz a defesa deste promotor. Dois pesos e duas medidas? Vamos deixar que o devido processo legal fale por si.

    • - IP 201.71.163.122 - Responder

      ISSO MESMO DEIXA AS INVESTIFACOES ROLAREM, MUITOS PROMOTORES E PROCURADORES VAO CONHECER A PAPUDA.

  4. - IP 200.103.85.173 - Responder

    Quais documentos levantados por eles? Todos os documentos foram levantados pela PF e MPF, se MT dependesse de qualquer apuração do MPE estaria frito!!!!!!

  5. - IP 200.142.0.11 - Responder

    Sabe o que é mais engraçado? Ontem fui atendido sobre o caso Ararath pela própria Dra. Scarmagnani. Eita matéria paga!!! Conta aí, Enock: quem grifou de marca texto azul e caneta bic para você o trecho da manifestação???

  6. - IP 216.223.27.58 - Responder

    Caros leitores e Caro Ademar,
    Reproduzo aqui, comentário feito por mim em outro veículo de comunicação que derruba por completo as calúnias do Senhor Eder Moraes, vejamos:
    Senhores, fica evidente que o Senhor Eder Moraes, vendo se aproximar a primeira condenação criminal em razão de seus inúmeros atos criminosos, tenta com o apoio de parte da mídia, que sem confrontá-lo com dados reais, abre espaço para atacar o MPE, visando com isso desacreditar a instituição e por via de consequencia as ações já propostas e as futuras. Assim, como não sou leigo, passo a desmistificar algumas de suas acusações: 1- quando afirma ter sido procurado por 70 membros do MP para intermediar a venda das cartas de crédito, não fala a verdade, pois, quem ficou à frente desse processo foi a diretoria da Associação, sendo que os Promotores que constam da lista não tiveram participação direta, foram representados pela entidade de classe, como são todos os servidores em geral. Ademais, nada de anormal até aqui, uma vez que ele era o Secretário Estadual de Fazenda, pessoa certa para o pleito, portanto, trata-se de uma operação insitucional, legal, entre credores que são os membros do mp e devedor que era o Estado. 2- quando afirma que os membros do mp não aceitariam um deságio superior a 10% também não há nenhuma irregularidade, uma vez que os créditos são seus e os vendem pelo que acham justo. se alguém os comprou é porque também teve alguma vantagem, mas isso dentro da lei. Pergunto: ouve alguma coação do mp para o Eder ou o comprador ter que pagar os 90%? Pelo visto não. Então, onde está a ilegalidade? 3- Às grande ilegalidade segundo o Eder, seria o fato das vendas das cartas não ter previsão orcamentaria. Ora, foi justamente por isso que foram vendidos esses créditos, ou seja, os membros do mp tinham créditos referentes a férias e outros direitos trabalhistas vencidos e o Estado não tinha como pagá-los, não tinha dotação orçamentária para esses créditos e nem dinheiro para quitá-los, assim, os credores, no caso os promotores, pegaram certidão do valor de seus créditos e procuraram empresas, no caso indicada pelo Eder, que os comprou e fez a compensação com o estado, já que a empresa devia para este. Pergunto: aonde está a ilegalidade? Se tivesse dotação orcamentaria não precisaria os promotores venderem seus créditos, pois os receberia normalmente e ainda evitariam perder10% dos seus valores. É exatamente por não ter dotação orçamentária que se recorre a empresas devedoras do fisco e as vende para estas efetuarem compensação com o Estado. Diga- se de passagem que existe lei que permite às empresas devedoras do estado a comprarem créditos de servidores e credores do estado e fazerem a compensação. 4- não fala a verdade quando diz que o TCE detectou irregularidades na emissão das cartas de crédito. Como sabemos, o TCE também é um órgão que teve alguns de seus membros bastante acionados pelo MPE e alguns também detestam o mp. Assim, parece que até por encomenda foi feito um relatório tendencioso onde se diz que os valores são corretos, mas que devido o lançamento dos direitos dos membros do MPE à época ser manual, seria possível, alguém ter gozado suas férias e mesmo assim, vender esses créditos como se não tivesse gozado, ou seja, sem nenhum caso concreto, apenas por suposição o relator desse documento lançou suspeicao sobre os membros, invertendo completamente a presunção de legalidade dos atos públicos. Pergunto, porque o Relator não diz claramente, olha, o Promotor tal, o fulano, o beltrano etc gozaram suas férias e as venderam depois? Não, não indica por que não há nenhum caso, apenas joga suspeicao por que ao sair na mídia, praticamente condena moralmente a todos. Ainda é bom salientar que trata-se apenas de um relatório, que será julgado pelo pleno. 5- por que o senhor Eder Moraes e a mídia não fazem menção as cartas de créditos dos Juízes, dos Procuradores do Estado, dos delegados e tantos outros servidores públicos, que dá mesma forma que o MPE venderam seus créditos e as listas foram apreendidas na casa do Eder, juntamente com a lista dos promotores? Eu mesmo respondo, simplesmente por que o objetivo é desmoralizar o MPE, para desacreditar a sua atuação, principalmente diante da avalanche de provas que estão vindo à tona, onde o Eder acusa toda s cúpula do antigo Governo e agora com a pressão exercida por todos os denunciados, ele muda de versão, dizendo que foi manipulado por promotores. Ora senhores, conhecendo o Eder como conhecemos, dar para acreditar que ele foi manipulado? Por fim, deixo claro que a campanha de desmoralização do MPE continuara, com o fim de tirar das ações promotores que se dedicam a colocar verdadeiros gângsters atrás das grades, os quais agem sem nenhum escrúpulo, tentando mostrar para a sociedade que o investigador é tão sujo quanto o investigado, no entanto, a população não será enganada e o tempo será o senhor da razão e em pouco tempo veremos esse sujeito é outros de seu grupo pagando pelos crimes que cometeram.

  7. - IP 177.4.189.130 - Responder

    Parabéns o MPE na figura do Dr. Marcos Regenold, pq se essa podridão está aparecendo agora (denúncias explícitas do Sr. Éder Moraes), foi graça ao serviço do Ilustre Promotor de Justiça!!!!!

  8. - IP 186.213.228.27 - Responder

    Foi uma grande injustiça o que fizeram com os Drs. Paulo Prado e Marcos Reginold. A ação da polícia federal foi cinematográfica. Os agentes federais têm que entender que não são atores e que o seu trabalho deve ser realizado dentro da lei, respeitando sempre o princípio da inocência. E o pior, que foram vítimas outros membros do MPE.

    • - IP 201.71.163.122 - Responder

      O MESMO PRINCIPIO VALE PARA OS OUTROS TAMBEM, SR, CELSO PUXA SACOS;

  9. - IP 179.179.94.203 - Responder

    Se o servidor comum só consegue descontar sua carta de crédito com um deságio em torno de 50% e o MP consegue um deságio de 10%, vejo, no mínimo, tráfico de influência. Infelizmente há no MP, como na Assembleia Legislativa, uma manada de caititus que segue cegamente seu líder na busca de migalhas.

  10. - IP 189.59.69.195 - Responder

    Quero ver a ficha de cada um dos que tiveram férias pagas em pecúnia. Mas em especial as de Paulo Prado de Marcelo Ferra.

    Quero de ver cada um a justificativa legal de suspensão das férias, quero ver de cada um atos oficiais praticados no período remunerado.

    Enquanto isso não for esclarecido, a suspeita sobre eles continua.

    Mas por outro lado, por que motivo promotores, juízes, procurador etc., tem duas férias por ano e recebem duas vezes o adicional de férias?

    Se for por justificado motivo, então devem gozar as férias, para estarem descansados para o seu mister. Mas receber em dinheiro, não se justifica!

    Por que todos os mortais recebem 1/3 de adicional de férias e o promotores recebem 50%?

    São estas questões que a sociedade quer ver clareadas.

  11. - IP 200.101.25.3 - Responder

    Alguém aí, clareia isso para o cidadão, pegue lá as fichas para serem vistas… Ninguém ouviu a determinação?

  12. - IP 179.216.213.56 - Responder

    Perguntas:

    1) Que outra categoria de funcionários públicos vendeu suas cartas de crédito com deságio de apenas 10% (dez por cento)?!?! Porque a Empresa adquirente não procurou créditos de outras categorias de servidores públicos, que como é de conhecimento público eram vendidas com deságio de até 70% (setenta por cento)?

    2) Qual lucro a empresa adquirente têm (dentro dessa ínfima porcentagem) se ainda tem que pagar honorários advocatícios, porcentagem para a empresa que negociou os créditos (Ortolan) e aguardar o longo trâmite burocrático?

    3) Se o MPE tem independência financeira garantida pela Constituição o que faz um Secretário Estadual de Fazenda (ainda mais o Éder!) no meio da negociação?

    4) Qual a exata origem das cartas de crédito dos membros do MP caso a caso? São férias, quantas? De quais anos? São outras diferenças salariais? Quais? Previstas em que Lei?

    As perguntas são bem simples o que estão faltando são respostas objetivas!

  13. - IP 177.161.183.153 - Responder

    Caros leitores Arthur e Ademar,

    As perguntas dos senhores são pertinentes, no entanto, vocês estão de brincadeira. Ora, tem cabimento o mpe ficar prestando contas de seus atos por meio da imprensa? Senhores todos esses questionamentos e outros já foram respondidos aos órgãos de direito, tipo o TCE. O ministério público não vai ficar debatendo com especuladores e com pessoas recalcadas que tem alguma restrição ao órgão, talvez por já ter sido acionado ou investigado pela instituição. O MPE não teme nada a respeito das cartas de crédito ou de qualquer ilação que os senhores ficam plantando ou propalando. Se realmente quiserem saber tudo sobre as cartas de crédito peçam informações ao TCE.
    Abraços.

    • - IP 189.59.69.195 - Responder

      José da Silva:

      Órgão de direito, o TCE? Esse que aprovou durante 20 anos as contas do Riva et caterva…

      O senhor é do MP ou é advogado do beneficiários privilegiados?

      Recalcado, quem?

      Se não há nada a esconder, por que o CSMP-MT não quis abrir uma sindicância?

      Mas fique tranquilo, a Ong Moral ainda vai pedir oficialmente tudo.

      Não tenho nenhuma restrição ao MP. Tenho amigos lá e existem membros pelos quais tenho muita admiração.

  14. - IP 189.10.74.159 - Responder

    Aos Procuradores e Promotores pedirem que o Secretário de Fazenda negociasse pessoalmente com a empresa o pagamento das cartas de crédito, houve o cometimento de crime de “advocacia administrativa”.

  15. - IP 179.216.213.56 - Responder

    Ta certinho josé da silva, o mpe não deve satisfação para ninguém mesmo, não é como se eles fossem mantidos com dinheiro público né? Morro e não vejo tudo!

  16. - IP 189.59.41.33 - Responder

    O MPE/MT, tem sim muito a esclarecer para a sociedade mato-grossense a razão desse estado de balburdia em que foi deixado o estado de Mato Grosso após esses anos Blairo/Silval, conforme alardeia os meios de comunicação locais e até nacional, diariamente. Onde estavam e o que faziam os digníssimos membros desse órgão nesse período? Essa é a pergunta que não quer calar.

  17. - IP 177.41.91.82 - Responder

    A essa altura, os assessores da PGJ/MT devem estar queimando os neurônios para apresentarem uma planilha de cálculos com dados que justifiquem tantos benefícios trabalhistas pagos aos ilustres membros do MPE. KKKKKK!… Gente, qual empresa compraria essas cartas de crédito com tão ínfimo deságio? Qual??? Isso está mais parecendo com o Escândalo da Maçonaria, em que os magistrados envolvidos no esquema não conseguiram justificar, até hoje, os pagamentos feitos a alguns deles e a transferência de valores para a pagar uma vultosa dívida da Maçonaria. E lá, aposentaram 10 por causa disso!…

  18. - IP 216.223.27.28 - Responder

    Senhores, esse estado de coisas que se referem é fruto de maus administradores que vcs mesmo escolheram, pelo que sei não há nenhuma participação do MPE nestes desmandos. Pelo contrário, durante os anos o MPE tem sido a única instituicao a coibir esses abusos, processando inúmeros agentes públicos. Quanto ao questionamento feito ao TCE, digo que é o órgão fiscalizador constitucional. Se desacreditam dele, ai temos que repensar a estoura de poder no Brasil, no entanto, pelo jeito, o Ademar acha que a prestação de contas tem que ser feita para a ong Moral. Porque será Ademar? Até onde sei essa ong não faz parte da estrutura de poder, apesar do meu respeito a todas instituições da sociedade civil. Não falei que o MPE não deve satisfações a sociedade, disse apenas que o órgão não deve fazer prestação de contas pela mídia, para isso existem os órgãos de fiscalização. Com relação as cartas de créditos, podem ter certezas os membros do MPE estao tranquilos e no momento certo vcs verão as ações cíveis e criminais começarem a pipocar em face do caluniador é daqueles que a propalam com o único propósito de injuriar pessoas probas. Volta a informá-los, conheço profundamente o MPE e todos os questionamentos referentes às cartas de créditos já foram respondidos ao tce numa defesa de 18.000 páginas, com todas as provas de que o período refrente aos créditos são reais. Repito, esse tipo de postura do Ademar e outros não é de pessoas indignadas com ilícitos, mas sim de pessoas recalcadas, pois se tivessem o verdadeiro espírito publico, ao invés de ficar lançando suspeicao ou propalando calúnias contra pessoas sérias, deveriam procurar oficialmente saber dos fatos e entrar com ações contra os responsáveis, tal como uma ação popular. Mas preferem apenas a politicagem barata e a divulgação de calúnias. Mais uma, com a lei da transparência qualquer cidadão pode requerer essas informações também no MPE. Fique a vontade senhor Ademar e outros, vá no MPE e procure se inteirar melhor dos fatos, quem sabe o senhor não acabe rixado esse recalque..abraços

  19. - IP 216.223.27.22 - Responder

    Gostaria ainda de dizer aos nobres leitores que devemos sim combater a corrupção em mt, mas para isso dependemos de instituições fortes e da sociedade civil devidamente organizada. Respeito qualquer ONG mas acho que ela deve ser independente, não pode ser braço de partido político, senão fica fragilizada. A sociedade não pode se deixar levar por calúnias de criminosos, verdadeiros gângsters e fragilizar uma instituição tão séria como o MPE. Esse debate somente favorece aos criminosos, e é justamente por isso que lançam suas calúnias. Se vcs tiverem tempo leiam o interrogatório do Eder perante o Juiz Federal, quando perguntado a respeito das cartas de crédito do MPE. Respondeu que tudo transcorreu dentro da legalidade. É porque até agora dessa forma? Para tentar desqualificar o trabalho do MPE que agora vem a público com vários depoimentos dados por ele, onde entrega toda quadrilha que reinou décadas neste estado. O debate é importante. Pensem nisso,,,,,,

    • - IP 189.59.69.195 - Responder

      José da Silva, esse é seu nome ou é um apelido que algum promotor está usando para fazer a defesa da “catiguria”?
      É que você é a única pessoa no mundo que acredita no Tribunal de Contas de MT. E como a gente sabe que tem amigos, parentes e até esposa de promotor em cargos comissionado no TCE …

  20. - IP 201.71.163.63 - Responder

    CARO LEITORES, O SILENCIO SEPULCRAL QUE SE ABATE SOBRE O MPE-MT EM RELAÇÃO AS CARTAS DE CREDITO E PREOCUPANTE, ELES ESTAO COM RABO PRESO SIM!!!!!! SE NAO VINHAM A PUBLICO E EXPLICAVAM. GOSTAM DE COLOCAR NA MIDIA A VIDA DE TODO MUNDO E QUANDO SE TRATA DAS DELES SE FAZEM DE MORTOS. MCCE ESTA COMPRADO OU TAMBEM SE FAZ DE MORTO DE ACORDO COM SEUS INTERESSES. TODOS ESSES PROMOTORES E PROCURADORES PRECISAM SER INVESTIGADOS E AFASTADOS.
    ELES ACHARAM QUE IAM EMPAREDAR O EDER MORAES, ESQUECERAM QUE ELE NAO TEM MEDO E FALA O QUE PENSA E DESSA VEZ FALOU COISAS QUE COLOCARAM O MPE NO SACO COMUM. VENHAM A PUBLICO E EXPLIQUEM ISSO….

  21. - IP 179.216.213.56 - Responder

    Todos acreditam que a maioria esmagadora dos membros do MPE é composta de pessoas honestas, como em outras partes da sociedade. O problema é que se tornou um pecado capital sequer suspeitar de algo lá. sempre lembrando que o Órgão é muito maior que alguns de seus membros. Queria ver se tivessem achado uma lista com o nome de 70 Magistrados, 70 Delegados ou 70 Procuradores do Estado na casa do Éder, ae queria ver a opinião desses ardentes defensores de alguns poucos membros do MPE!

  22. - IP 177.223.53.2 - Responder

    Senhor Arthur, que bom o seu comentário, isso me dar a oportunidade de lhe esclarecer alguns pontos importantes:
    Em primeiro lugar quero deixar claro que esse documento do TCE que vc se refere, trata-se de um relatório prévio que ainda ?será votado pelo Pleno. Nele o Relator disse textumente que os valores das cartas de créditos estão corretos, entretanto, como na época o lançamento dos dados dos promotores era manual, ele sem nenhum caso concreto lançou suspeicao, dizendo que nesse caso poderia ocorrer fraude, alguém ter gozado férias na época e mesmo assim poderia indenizar o período por meio das cartas. Atente que o Relator não indicou nenhum caso concreto suspeito, ou seja, não diz que o período indenizado do Promotor A ou do Promotor B é suspeito de fraude, apenas lançou suspeita genérica, coisa de quem estava imbuído em desmoralizar o mpe. Sabemos que o Tce não gosta nada do Mpe pois, já foi objeto de várias ações do mpe. Mesmo assim, o mpe apresentou defesa. Esse ponto e aguarda o julgamento pelo Pleno e certamente terá a mesma acatada, porque não tem nada a esconder.
    Com relação ao outro questionamento, talvez o senhor não tenha conhecimento dos fatos, até porque a
    Mídia somente deu enfoque ao caso MPE, mas na mesma ocasião foram apreendidas em poderoso Eder Moraes, além da lista com os nomes dos Promotores, várias outras listas com nomes de Magistrados, Delegados e Procuradores do Estado. Isso demonstra que um dos objetivos era fragilizar o MPE. Basta se informar melhor. Não basta ler as manchetes, por que nem sempre corresponde a verdade. Leia todo o teor da matéria e verá que o relatório não é negativo para o mpe e no pleno qualquer dúvida será esclarecida. Abraços.

  23. - IP 152.242.104.29 - Responder

    Senhor Ademar,
    Não sou Promotor ainda, mas certamente um dia serei, já que me dedico nos estudos para isso. Já fui estagiário no mpe e sei como as coisas funcionam e como aconteceram, pois procuro me informar. Mas a informação não pode ter como fonte apenas uma mídia tradicional e parcial que ao invés da informação, acaba praticando poltica partidária. O Senhor demonstrou desequilíbrio e falta de postura ao se referir ã categoria dos Promotores como catiguria. Respeito é bom. Debater faz parte, agora usar esse tipo de expressão não é digno de pessoa que se diz tão preocupado com a moralidade. Imagina se eu ou qualquer outra pessoa me dirigisse à ONG Moral, chamando-a de ONG imoral? Não é por aí, vamos elevar o debate. Quanto ao fato de que eu sou a única pessoa a acreditar no TCE parece que o senhor não entendeu os meus comentários. Desde o começo deixei claro que o relatório que lança suspeicao genérica sobre as cartas de crédito seria uma coisa orquestrada para desqualificar o mpe, pois é um órgão político e quase todos os seus membros saíram da política e muitos deles foram combatidos pelo mpe, portanto , o mpe sempre será visado pelo tce. Infelizmente é para esse tipo de órgão que a cf determina a fiscalização, então temos que acatar e caso não satisfeito com suas decisões recorrer ao judiciário. Mesmo diante de tudo isso, como já falei, o relatório não aponta um único caso concreto de fraude. Fala que devido o lançamento ser manual seria possível a ocorrência de fraude. Ou seja, subverteu o princípio da presunção de legalidade dos atos públicos. Conheço e repito. O mpe. Ao tem nada a temer com relação as cartas de créditos. Abraços.

    • - IP 177.215.2.126 - Responder

      Quando uma categoria vota em peso num chefe que esteja sob suspeição, merece ser chamada de “catiguria” mesmo. Ou não?

  24. - IP 179.216.213.56 - Responder

    Sr. José da Silva, já que é tão bem informado, favor divulgar os outros nomes achados na casa do Éder, estamos curiosos!

  25. - IP 200.101.25.3 - Responder

    Nessa trombada desses dois sobra “catiguria” de ambos os lados. Ou não?

  26. - IP 189.71.54.233 - Responder

    Senhor Ademar, estou encerrando o debate com o Senhor por que já partiu para a esculhambação não respeitando a categoria de Promotores. O senhor não tem o direito de interferir no voto de ninguém. A final que é o senhor para dar exemplo de como votar se é um cordeirinho eleitor do PT mesmo diante desse mar de corrupção que envolve o partido? Como eu deveria chamar vcs: correligionários ou quadrilheiros? Respeite as pessoas, o Dr Paulo foi eleito porque a grande maioriados membros o conhecem e acreditam na sua honestidade. O próprio PGR Rodrigo Janot veio em Cuiabá e foi indagado sobre o pedido da tal ONG moral pelo afastamento dele do cargo, tendo respondido que isso era um absurdo, uma loucura, pois nada havia contra o mesmo. Será que essa ONG moral é tão imparcial e seria e acima de todas as instituições? Se tiver alguma dúvida procure no site do MP que tem a entrevista do Janot e. Vídeo.
    Já com relação ao Arthur, se vc pegar matérias jornalísticas da época da apreensão vera o nome de muitos servidores. Se pesquisar um pouquinho mais verá que numa das petições da Procuradora Vanessa ela junta uma planilha com o nome de servidores, agentes fazendarios e os nomes do mpe, mas de propósito somente faz menção aos nomes do mpe. Basta ler e saber entender senhor Artjur. Ah não foi só essa lista que foi apreendida, tem outras mais. PESQUISE para não continuar falando bobagens.

  27. - IP 179.181.38.180 - Responder

    Afinal, a ONG moral não fez nenhuma reivindicação para extirpar a corrupção no âmbito federal. Ao encaminhou nenhum documento ao Procurador Ger da República. Por que será seu Ademar? A corrupção má é somente está praticada em Mato Grosso? Quantos questionamentos essa ONG fez ao Partido dos Trabalhadors? Pimenta. Os olhos dos outros é refresco. Tem muita gente querendo aparecer, essa é a verdade.

  28. - IP 201.71.163.122 - Responder

    PARECE QUE ALGUNS DO MOE, ESTAO USANDO A IMPRENSA PARA TENTAR SE SAFAREM ???? QUE COISINHA MAIS RIDICULA, MATERIAZINHA COM INDICIOS DE SACANAGEM… AFATAMENTO JA DOS PROMOTORES…

    • - IP 201.71.163.122 - Responder

      CONCORDO PLENAMENTE SE OS PROMOTORES FOREM SERIOS SE AGASTAM PARA INVESTIGAÇÕES, QUEM VAI DAR O EXEMPLO? NENHUM PORQUE ADORAM MAMAR NAS TETAS DO GOVERNO.

  29. - IP 201.71.163.122 - Responder

    TEM QUE AFASTAR TODOS URGENTEMENTE PELA INDEPENDENCIA DO MP. ESSAS MALFADADAS CARTAS ESTAO COM SÉRIAS SUSPEITAS NA EMISSÃO, MAS PRINCIPALMENTE NA FORMA COMO FORAM COMERCIALIZADAS.
    DEMISSAO JA PARA ESSES PROMOTORES E PROCURADORES , QUE MALVERSARAM O DINHEIRO PUBLICO.

    • - IP 201.71.163.122 - Responder

      ISSO MESMO, FORA TODOS ESSES PROMOTORES E PROCURADORES, SERÁ QUE OS ORGAOS PUBLICOS DE FISCALIZAÇÃO NAO ESTAO VENDO ISSO. NOSSA A JUSTIÇA E CEGA MESMO PARA ESSA TURMA

  30. - IP 201.71.163.122 - Responder

    SE OS MEMBROS DO MPE TIVEREM HONRA PEDEM O AFASTAMENTO. CADE O CORREGEDOR GERAL? SE ESCONDE PORQUE ? APARECE VIVEIROS, QUE VERGONHA NACIONAL VOCE MEU CARO !!!

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