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MAURO MENDES E O PEDIDO DE CASSAÇÃO CONTRA ELE: “São meia dúzia de filhotes de mensaleiros aloprados”. LEIA O PEDIDO

Jornalista Alexandre Aprá ett alli pede cassação de Mauro Mendes by Enock Cavalcanti

CONFIANTES
Mauro e Onofre minimizam pedido de cassação

O prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB) está confiante que a Câmara Municipal não vai acatar o pedido de cassação protocolado contra ele, na Casa. O próprio vice-presidente, vereador Onofre Júnior (PSB) disse que o Legislativo cuiabano deve rejeitar o pedido. Questionado sobre o que ele achou da manifestação popular, uma vez que o pedido foi feito por pessoas físicas, o jornalista Alexandre Aprá, o ouvidor da Defensoria Pública, advogado Paulo Lemos e o presidente da ONG Moral, Bruno Boaventura, Mendes minimizou e disparou que são “meia dúzia de filhotes de mensaleiros aloprados”. O pedido deve entrar em pauta na próxima sessão, terça-feira (27).

DO GAZETA DIGITAL

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Oposição quer cassar prefeito de Cuiabá

O Estado de S.Paulo

Opositores do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), protocolaram na sexta-feira na Câmara Municipal pedido de instauração de processo de cassação de seu mandato. A alegação principal é que Mendes tornou-se alvo da Operação Ararath, investigação da Polícia Federal sobre suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de instituição financeira clandestina.

 Os subscritores da representação argumentam que na terça-feira passada a PF fez buscas na residência e no gabinete do prefeito por ordem do ministro José Antonio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

O objetivo dos agentes federais era localizar provas de uma transação financeira de Mendes com a empresa Amazônia Petróleo, sob suspeita de atuar como carro-chefe da lavagem. A empresa é de Gércio de Mendonça, delator do esquema.

Contrato. A PF recebeu informações de que o prefeito, em 2012, ano de eleições municipais, tomou empréstimo de R$ 3,45 milhões da Amazônia. Em 2013, já exercendo o mandato, ele fechou contrato sem licitação com a empresa para fornecimento de combustível no valor de R$ 3,7 milhões. “Entre tantas empresas de fornecimento de combustível, Mauro Mendes foi contratar exatamente aquela que lhe concedeu um polpudo e irregular empréstimo de milhões de reais, com dispensa de licitação no mínimo suspeitíssima, e de uma empresa que já detinha processos ajuizados contra ela, por conta de denúncias de corrupção”, assinala a representação.

No mesmo dia em que a operação da PF foi deflagrada, a assessoria de Mendes divulgou nota de esclarecimento rechaçando a suspeita. Segundo a assessoria, o empréstimo, ainda não liquidado, “está devidamente informado por Mauro Mendes à Receita nas suas declarações de Imposto de Renda de Pessoa Física dos anos de 2012/13 e 2013/14, portanto uma operação formal e transparente”.

Sobre o negócio com a Amazônia, o gabinete de Mendes destacou: “A contratação foi necessária, legal, emergencial e durou apenas quatro meses, resultando em economia para os cofres públicos. Ocorreu pelo critério do menor preço e visou evitar a interrupção do abastecimento da frota de veículos, como ambulâncias, caminhões e máquinas de obras e limpeza da cidade, entre outros, uma vez que não foi possível concluir licitação convocada anteriormente para este fim”.

A assessoria do prefeito de Cuiabá observou que quase todos os subscritores do pedido de cassação “são militantes petistas”. / FAUSTO MACEDO e F.G.

2 Comentários

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  1. - Responder

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. - Responder

    Por que esses pemedebistas não fazem o mesmo com o Silval?

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