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MANOEL MOTTA E A BAIXARIA NA DISPUTA PELO SENADO FEDERAL: Ao invés de buscar o debate político, vejo Rogério Sales descendo à vala comum dos levianos.

 MANOEL MOTTA, filiado ao PC do B,  é segundo suplente na chapa de Wellington Fagundes na disputa por uma vaga no Senado Federal , professor da UFMT e doutor em filosofia pela USP.


MANOEL MOTTA, filiado ao PC do B,  é segundo suplente na chapa de Wellington Fagundes na disputa por uma vaga no Senado Federal , professor da UFMT e doutor em filosofia pela USP.

Um senador para grandes temas

Por Manoel Motta

 

Acompanho e participo da política regional desde o primeiro momento que cheguei a Mato Grosso, no final dos anos 70.

Travamos uma luta política importante neste período e personagens como Rogério Salles, que hoje rivaliza com Wellington, cumpriu papel importante nas batalhas por mais democracia para o Brasil e por mais desenvolvimento para Rondonópolis e Mato Grosso.

Eu e Rogério, nesses momentos, estivemos lado a lado. Mas hoje, infelizmente, o vejo abandonar sua reconhecida postura de homem gentil para tornar-se um raivoso político.

Desfere ataque puro e simples, emoldurado por temas que já não frequentam o debate político e só se presta a difamar seus adversários, desprezando o bom debate de ideias e projetos.

Ao invés de buscar o debate político, vejo Rogério Sales descendo à vala comum dos levianos.

Lamento muito, esse rumo que a discussão está sendo direcionada por ele, pois existe uma pauta para a qual os candidatos ao Senado têm que se posicionar claramente, colocando-a no debate. Escamotear essa pauta é negar qualquer pressuposto ético que possa servir de fundamento à ação política.

Financiamento da educação e da saúde; segurança pública; reforma política; pacto federativo; protagonismo da juventude; defesa dos direitos da mulher; direito dos trabalhadores; macro economia, com fundamentos que reforcem a soberania nacional e avance no desenvolvimento independente; fortalecimento da agricultura, do agronegócio e da indústria nacionais. E outros temas devem ser preocupações de um senador da República.

Mas a campanha de Rogério Sales não se atém a estas questões. Ele prefere os temas ultrapassados, que não mobilizam o cotidiano dos mato-grossenses, como a divisão de Mato Grosso. Ninguém mais está interessado neste assunto.

A campanha de Rogério Salles também propaga ser a favor da quebra de sigilo para homens públicos.

Esta afirmação é mais uma falácia do tucano. Wellington, meu companheiro de chapa, junto com toda a sua família, o fez, indo ao cartório e abrindo tudo, que se verifique tudo, como um homem público transparente deve ser.

E Rogério? Ainda não foi lá, não se dignou a abrir o sigilo dele e de sua esposa. Estamos esperando por isto.

Imagino o quanto sofrimento deve estar entranhado na estrutura de pessoa gentil que é Rogério Salles por estar cumprindo um papel que não é coerente com sua historia: a maldade.

Esse tipo de postura é de quem quer fugir do real debate político, que se furta a discutir grandes pautas nacionais e regionais.

 

 

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