Mais uma derrota do jornalista Kleber Lima na sua intenção de censurar o blogue “Issoé Notícia” do jornalista Alexandre Aprá. Juiz Eduardo Calmon argumenta que pretensa intenção que teria Aprá de denegrir Kleber Lima está apenas na cabeça de Kleber Lima. LEIA PEDIDO INICIAL DE KLEBER

Kleber Lima pede que Justiça censure blogue Issoé Notícia, do jornalista Alexandre Aprá by Enock Cavalcanti

Alexandre Aprá, Mauro Mendes e Kleber Lima

Alexandre Aprá, Mauro Mendes e Kleber Lima

SEM CENSURA

Juiz nega reconsideração a secretário Kleber Lima

arida

O juiz Eduardo Calmon, do 1º Juizado Especial Cível de Cuiabá, negou hoje (4) um pedido de reconsideração feito pelo secretário municipal de Comunicação de Cuiabá, Kleber Lima, que pretendia tirar do ar um post do blog Isso É Notícia e impedir o jornalista Alexandre Aprá de citá-lo em postagens futuras.

 

No último dia 20 de abril, o magistrado havia negado o pedido de liminar feito pelos advogados de Kleber, sob a alegação de que as postagens não tiveram objetivo de denegrir Lima, conforme pretendido, mas, sim, de informar aos leitores.

 

No pedido de reconsideração, Kleber insistiu na tese de que o objetivo do blog foi denegri-lo, o que foi, mais uma vez, rechaçado pelo magistrado.

 

“A rigor, traz o reclamante [Kleber] a notícia de que naquela oportunidade o reclamado [blog] teria, ao invés de usar adjetivo pejorativo, utilizou-se do termo de “araponga” ao se referir ao reclamante no intuito de lhe atribuir figura criminosa. Essa conclusão decorre exclusivamente da mente interpretativa do reclamante inexistindo elementos nos atos a ponto de identificar, ao menos, a prima facie, a narrativa reconsideratória”, argumentou Calmon, em sua decisão.

 

Confira a íntegra da decisão:

 

Vistos, etc.

 

Em que pese ao reclamante postular a modificação do conteúdo decisória já adotado, nesta oportunidade, melhor sorte não lhe guarnece.

 

A rigor, traz o reclamante a notícia de que naquela oportunidade o reclamado teria, ao invés de usar adjetivo pejorativo, utilizou-se do termo de “araponga” ao se referir ao reclamante no intuito de lhe atribuir figura criminosa.

 

Essa conclusão decorre exclusivamente da mente interpretativa do reclamante inexistindo elementos nos atos a ponto de identificar, ao menos, a prima facie, a narrativa reconsideratória.

 

É certo que haverá momento oportuno para o reclamante construir sua tese aliada a elementos probatórios motivo pelo qual, ainda, neste momento, resta manter a decisão e indeferir a reconsideração.

 

Intimem-se

FONTE ISSOÉ NOTICIA

…….

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