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LUTA DE CLASSES NA IGREJA CATÓLICA: Arcebispo de S.Paulo, dom Odilo Scherer, contraria Papa Francisco e remove de suas paróquias padres que divergem de sua linha política. O cardeal pertence à ala conservadora da Igreja e parte dos padres alvos da ação é moderada ou progressista

Dom Odilo Scherer, cardeal de São Paulo, uma das principais lideranças da ala conservadora da Igreja Católica no Brasil

Dom Odilo Scherer, cardeal de São Paulo, uma das principais lideranças da ala conservadora da Igreja Católica no Brasil

Arcebispo de São Paulo contraria Papa Francisco

 Dom Odilo remove padres de suas paróquias que divergem de sua linha política

O Arcebispo da cidade de São Paulo, Dom Odilo Scherer, promoveu ação no começo de dezembro para trocar os párocos entre seis igrejas da região episcopal do Ipiranga. Não foi dada justificativa para mudança.Comenta-se, nos bastidores, que já há algum tempo Dom Odilo queria retirar o poder de padres que divergem de sua linha política. O cardeal pertence à ala conservadora da Igreja e parte dos padres alvos da ação é moderada ou progressista. Ele teria ficado frustrado ao perder a sucessão de Bento XVI, conservador, para um bispo moderado como Bergoglio.O Papa Francisco publicou em novembro o documento “Evangelli Gaudium” onde defende a descentralização do poder do Papa e do poder hierárquico dos bispos. Uma das críticas internas do clero é contra a hierarquia da Igreja.Comenta-se que com a troca de padres entre as paróquias, o objetivo seria interromper o trabalho de anos nas igrejas dos padres moderados ou progressistas.O pároco da igreja Nossa Senhora de Fátima, João Cícero, ficou sabendo da ação do arcebispo por meio de fiéis que leram a notícia no Facebook do padre que vai ser nomeado nesse mês, Wilson Santos da igreja Santa Cristina. Comenta-se que Dom Odilo teria pressa com as trocas, pois estaria de malas prontas para sair da arquidiocese tendo Roma como possível destino.

O padre da Igreja Santa Rita de Cássia, Celso Paulo Torres, por exemplo, está há mais de vinte anos na Paróquia. Comenta-se que ele teria visão progressista na Igreja, a “opção preferencial pelos pobres” defendida pelo papa, contrária a Odilo e próxima a defendida pelo antigo clero brasileiro progressista. Esse foi desarticulado nos anos 80 pela ação do papa João Paulo II e do então prefeito da Congregação da Fé (antiga Inquisição) Bento XVI, por meio também da troca de bispos e padres de suas igrejas.

Os fiéis das paróquias estão indignados pelo motivo da mudança e tristes por poder perder alguém da “família” com quem convivem há anos. Muitos foram batizados pelo padre e hoje são adultos.

Os paroquianos das igrejas Imaculada Conceição (pároco Benedito de Abreu), Santo Afonso (Márcio Manso) e Nossa Senhora do Sion (José Geraldo Moura Rodrigues) se articulam para impedir as mudanças. O bispo Dom Odilo não responde aos seus e-mails, mensagens no Facebook, telefonemas e outras tentativas de contato.

Fiéis das quatro igrejas se articulam para fazer abaixo-assinados e fazerem protestos em frente
à Catedral da Sé e da casa de Dom Odilo.

Outro boato é que os párocos Márcio e Vicente teriam “traído” os colegas concordando com a mudança achando que iriam para paróquias maiores, o que não aconteceu. Eles participaram do conselho presbiteral que votou pelas trocas. Parte deste seria composto por padres novos “carreiristas em busca de igrejas com mais status político e econômico”.

Os fiéis das três outras igrejas nas trocas Santa Cândida (pároco Jorge Bernardes), Santa Cristina (Wilson dos Santos) e Nossa Senhora de Fátima (João Cícero) não participam das mobilizações. Os dois primeiros seriam conservadores como Dom Odilo.

Parte dos padres removidos das igrejas também enfrentou o “modelo de pastoral conservador e hierárquico” do antigo bispo auxiliar da região, Dom Tomé, conservador e aliado de Dom Odilo. Dom Tomé foi transferido para a diocese de São José do Rio Preto por ter atingido o tempo limite como bispo auxiliar em São Paulo. Fiéis de lá fizeram recentemente um abaixo-assinado pedindo seu afastamento da região.

Leis da igreja

Ainda de acordo com os artigos 1.740 a 1.752 do Direito Canônico da Igreja, um padre só pode ser removido de sua Paróquia por motivo de escândalos e questões morais, financeiras etc que coloquem em risco “a salvação da alma dos fiéis”.

Demissão na PUC

Dom Odilo demitiu o professor e padre Edson Tonetti da PUC-SP que não quis assumir o paroquiado da Imaculada Conceição. O pároco da Nossa Senhora do Sion, José Geraldo, não aceitou também ir para a paróquia e vai ser transferido para a região do Belém. A igreja é associada à universidade e enfrenta problemas como a disputa pelo uso do estacionamento.

Raio-X das trocas de párocos:

• Imaculada Conceição: Benedito Vicente de Abreu (próximo de Dom Odilo e vai para a Paróquia Santo Afonso em data não informada).
• Nossa Senhora de Fátima: João Cícero (conservador e vai para Santa Cândida em fevereiro)
• Santa Cândida: Jorge Bernardes (conservador e vai para a Santa Rita de Cássia em fevereiro)
• Santa Cristina: Wilson dos Santos (conservador que vai para a Nossa Senhora de Fátima já em dezembro)
• Santo Rita: Celso Paulo Torres (progressista e vai para Nossa Senhora do Sion em fevereiro)
• Santo Afonso: Márcio Manso (moderado que vai para Santa Cristina em março)
• Nossa Senhora do Sion: José Geraldo Rodrigues (progressista e vai ser transferido para região Episcopal Belém, em data indeterminada, por não ter aceitado ir para a Imaculada)

Esse texto é divulgado por fiéis interessados em suspender as mudanças. O Clasp (Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo) apoia a iniciativa. Para o presidente da entidade, Edson Silva, o arcebispo perdeu uma oportunidade de mostrar que está alinhado ao chefe do Vaticano. “O cardeal Dom Odilo podia renovar as estruturas das paróquias ouvindo os fiéis de cada comunidade e promover tudo de uma forma mais participativa”, afirma.

O artigo 212 do Direito Canônico diz que “os leigos devem advertir seus pastores e tornar público suas opiniões” quando não são ouvidos por um bispo.
Os padres receberam a notícia das trocas no dia 7 na véspera dos seus aniversários de ordenação. Os fiéis recebem a notícia próximo às festas de natal.

Os jornalistas que quiserem mais informações ou entrevistas com pessoas ligadas às trocas, podem enviar uma mensagem para:

Movimento Quero Nosso Pároco
divulgacaoigreja@gmail.com

Blog: http://queronossoparoco.blogspot.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Movimento-Quero-Nosso-P%C3%A1roco/787339577948639?ref=hl

 

LEIA MAIS SOBRE A DISPUTA INTERNA NA IGREJA CATÓLICA EM SÃO PAULO

http://paginadoenock.com.br/luta-de-classes-na-igreja-catolica-2-padre-anisio-hilario-vigario-episcopal-de-s-paulo-resolveu-fazer-o-que-d-odilo-scherer-se-recusa-a-fazer-vai-se-reunir-no-sabado-28-com-catolicos-que-p/

50 Comentários

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  1. - Responder

    Gostaria de saber o nome do padre que irá assumir a paróquia santo antonio do bairro do limão a partir de 1/02/2014?
    obrigada
    jandyra

  2. - Responder

    As transferências de padres de uma paróquia para outra são normais. Acontecem em todas as Dioceses, não somente na Arquidiocese de São Paulo. O Bispo de Bragança fez rodízio de padres. O Bispo de Guarulhos, Dom Joaquim Justino Carreira, estabeleceu o tempo máximo de 05 (cinco) anos para o padre permanecer numa paróquia e fez rodízio de padres. A permanência de um padre por 20 anos na mesma paróquia é até prejudicial, pois até o padre, quando muda de paróquia, adquire novo ânimo.

    • - Responder

      É normal, mas não por perseguição política.

    • - Responder

      Acredito que haverá fiéis aqui defendendo Dom Odilo, que acham normal essa política eclesiástica.
      Mas acho que falta para esses fiéis uma visão mais ampla de Igreja Povo de Deus, só isso.

    • - Responder

      ….após semanas da partida do bispo de Roma Francisco, o pertinaz lobbista político e “grande Gestor”, ingeriu na Assembleia Legislativa de S.Paulo e fez que o prefeito Haddad vetasse uma lei aprovada por unanimidade em dois turnos. Tirou o livre-arbítrio e a liberdade de escolha de quem não é Católico Romano. Cristo ganhou alguma coisa com essa luta do Principe contra os cachorrinhos? Não é contra isso que Francisco, o Bispo, mandou que parassem de fazer para o bem da IGREJA e da salvação das Almas. As ONGS são verdadeiros esgotos por onde escoam dinheiro ilícito, e lá estava ele a sugar o povo a título de piedade.

    • - Responder

      Há dioceses, como aqui de São Carlos, que 10 anos já é limite, mas as vezes nem chega a isso, normalíssimo e concordo.

      • - Responder

        Mas a Diocese de S. Carlos é conhecida nacionalmente por ter uma das atuação pastoral mais atrasadas do país. Não serve como referência.

    • - Responder

      De fato, com toda razão caro João. Não pode-se usar de sentimentalismo, apego, demostrações de fraqueza espiritual…Os padres devem ser os primeiros a incentivar os fieis a terem coragem de partir, deixar tudo. Meu Bispo por exemplo estabeleceu o tempo máximo de 06 anos e isso acontece naturalmente. Também não é necessário que os pastores se utilizem dos fieis para provocar a ira e desconforto entre bispos e as pessoas. É necessário rever aí quem está sendo conservador ou progressista, pois me parece muito confuso. Certos de que esta situação encontrará o melhor desfecho rezemos pela Arquidiocese de São Paulo, por seu pastor maior Dom Odilo e seus colaboradores no ministério, os padres, leigos e tantos que fazem esta bonita Igreja particular.

  3. - Responder

    Curioso, muito curioso.

    Os padres que são colocados como cabeças do movimento estão de mudança para paróquias mais simples, de acomodações humildes, localizações distantes. Qual o problema disso? O critério do “cheiro das ovelhas” serve para uns e não para outros?

    Curiosamente, algumas paróquias pobres da Arquidiocese de São Paulo sofrem constantemente o preconceito de sacerdotes que reclamam muito quando são designados para lá. Será que esse alvoroço todo não tem a ver com essa realidade?

    Outra curiosidade que me vem a mente é o fato de isto estar acontecendo em toda a Arquidiocese e isso partir de alguns padres de paróquias específicas e realidades idem, que parecem não estar satisfeitos com suas transferências. Escolheram lugares ou escolheram evangelizar.

    Acho isso tudo muito curioso e mesmo triste. Sinto cheiro de manobra, sinto cheiro de povo manobrado por padre insatisfeito. Sinto cheiro de coisa política por trás de tudo isso.

    • - Responder

      É isso mesmo. Padres acomodados, que já estão em uma paróquia a muitos anos, não querem a mudança. Aí incitam movimentos como esse para colocar o povo contra o Bispo, e o povo, também acomodado e confortável com o antigo padre, e com medo do novo, entra na onda. Cuidado. O Padre jura obediência ao Bispo. Não é feito para ficar em uma só paróquia. A troca não só é normal como é necessária.
      Reafirmo o que o amigo Gaius Julius diz: Sinto cheiro de manobra, sinto cheiro de povo manobrado por padre insatisfeito. Sinto cheiro de coisa política por trás de tudo isso.

      • - Responder

        Por isso que esta proposta do Papa Francisco de uma descentralização do poder papal e dos Bispos é um veneno perigoso para a estabilidade em nossa Santa Igreja. O Padre faz voto de obediência à esta hierarquia, sendo assim não pode promover movimentos contra ela. É comum esta rotatividade justamente para que não se crie este sentimento de pertença tanto do Padre quanto dos fiéis, pela paróquia, que é nada mais que parte do corpo da Igreja.

        • - Responder

          Senhor Malan, o senhor está confundindo as coisas, o movimento não está sendo feito por padres, esta sendo realizado por leigos que não tem objetivo nenhum de prejudicar ninguém, nem os padres e muito menos o Bispo, só queriam um encontro com D. Odilo, para esclarecer algumas necessidades da paróquia. Nada mais.

    • - Responder

      Tem gente subestimando a capacidade dos leigos. O movimento não precisa de ajuda de padres, os leigos tem capacidade, sim.

  4. - Responder

    Este modelo de Igreja SEM DIÁLOGO é fruto de várias décadas de AUTORITARISMO E IMPIEDADES dentro da Igreja. Basta. Basta ler o EVANGELHO E BASTA ler as indicações dos 9 meses do PAPA FRANCISCO.
    O Papa Francisco deixa bem claro que TODA IGREJA deve participar, INCLUSIVE A EFETIVA PARTICIPAÇÃO DOS LEIGOS E LEIGAS.
    São Paulo, a maior cidade do Brasil, deve dar testemunho de uma IGREJA DO DIÁLOGO, da PARTICIPAÇÃO, do respeito com a CAMINHADA DO POVO DE DEUS.
    Coragem sempre. É ano novo. É vida nova na Igreja. Abcs.

  5. - Responder

    Tem que tomar cuidado. O fato de gostarmos de um padre não é motivo para que ele não seja transferido. A troca é normal em todas as dioceses, como já foi citado acima. A citação do Direito Canônico que os senhores citaram acima é incorreta, pois o padre deve obediência ao Bispo, e esse pode, sim, transferi-lo a qualquer momento que se fizer necessário. Cuidado para não criar um movimento inútil, que só vai trazer frustração a vocês, pois não vai dar em nada.

    • - Responder

      Aí é que está. O problema não é gostar ou não gostar do padre, Todos nós sabemos que o padre não vai ficar na paróquia pelo resto da vida, não é bom pra eles e nem para a igreja. Nós sabemos que isso, mais tarde ou mais cedo, vai acontecer, só que agora não é o momento pelos mais diversos motivos que gostaríamos de expor para o nosso bispo, só isso.

  6. - Responder

    Scherer, sobrenome significativo, mesmo não sendo parente do Vicente, dos tempos da dita…

  7. - Responder

    Primeiro, em nada o Eminentissimo Cardeal contrariou Francisco. Só loucos varridos para dizer algo do tipo, ignorância pura. As pessoas não compreendem que a Doutrina imutável da Igreja diz que ela é Hierárquica, e que os Bispos presididos pelo Santo Padre é que detêm o poder da doutrina e pastoral, dando aos leigos a participação. Dar aos leigos essa participação não é deixar governar, quem governa uma diocese é o Bispo, os leigos participam, na oração, na prática da caridade e na obediência, coisa que não se vê a muito tempo. E sabe de uma coisa, como os leigos não participa,são inúmeros os lugares em que eles participam, só não vê que é cego. Segundo, os referidos cânones são de deposição, o que ocorre é transferência algo muito diferente. Diálogo é muito bom, mas a Igreja não é uma democracia, o bispo tem o dever de pastorear o seu povo no diálogo e caridade, mas é ele o especialista em Direito Canônico e não todos os leigos, ele sabe o que é melhor. As pessoas reclamam de Dom Odilo e dizem que Francisco é contra a hierarquia, pois bem talvez devessem ler essa frase que Francisco diz sobre a Igreja: “A caminhar avante, levando o nome de Jesus no seio da Santa Mãe Igreja, como dizia Santo Inácio, HIERARQUICA e católica.” Não confundam poder hierárquico com poder leigo. Uma coisa é o ministério ordenado, outra bem diferente é o outro ministério. Vão ler os Documentos do Vaticano II, João Paulo II e o Catecismo a respeito da Igreja e depois falem.

    • - Responder

      Nossa Senhora! Quanta explicação! Enquanto isso, os leigos, que mantém a igreja, estão sendo jogados para um terceiro ou quarto plano. Meu Deus! tudo isso poderia ser resolvido com um simples diálogo.
      O ser humano é mesmo complicado!

  8. - Responder

    Isso mesmo Dom Odilo, já estava perdendo a esperança de que houvesse algum cardeal descente no Brasil. Use de autoridade que lhe foi dada para banir esses excomungados comunistas de dentro da Igreja. Como diz o saudoso São Pio X, Papa, os maiores inimigos da Igreja não estão fora dela, mas dentro. Acredito que com essas mudanças, a Igreja poderá voltar a sua antiga glória, a glória da Esposa de Cristo que caminha sobre a Terra. Dom Odilo Scherer, mais uma vez meus parabéns, depois do Cardeal Burke, você era meu favorito no Conclave, mas como diz S. Vicento de Lérins: “Alguns Papas, Deus nos dá. A alguns, Ele tolera. Outros, nos inflige (Como por castigo)”, acho que nesses últimos tempos, grande parte do clero e do povo tem perdido a fé e procurando liberar tudo, mas eles não sabem que a verdadeira liberdade está em Deus, e com isso, Deus nos inflige com um Papa meio liberal ou sei lá, que fala demais. Bom, de novo, Dom Odilo, meus parabéns…

    • - Responder

      O Papa Francisco não está apresentando nenhuma novidade, a não ser tentar fazer acontecer o que o Espírito Santo indicou a toda a Igreja no Concílio Vaticano II. Não confundamos liberalismo com espírito evangélico…
      É interessante, às vezes, nossa atitude: se concordamos com o papa, dizermos que todos devem obedecer; se não concordamos, tudo muda! No final das contas, são nossos interesses que defendemos…

  9. - Responder

    Vinte anos já se considera sócio proprietário. Dança das cadeiras é nescessario! O Missionário que não obedece, não entendeu o significado do seu ministério.

  10. - Responder

    Parabéns Dom Odilo!
    As transferências são absolutamente normais e o arcebispo tem toda a autoridade pra isso! Este artigo é extremamente tendencioso por tanto perigoso!

    • - Responder

      Perigoso é pensar que o povo não pensa, perigoso é achar que se pode mandar e desmandar simplesmente pelo poder, perigoso é confundir autoridade com autoritarismo.
      A igreja não é feita de mitra, estola ou tunica , mas sim de homens sensiveis a palavra de Deus.

  11. - Responder

    Sou presbítero e vejo a mudança como algo normal e que faz bem para os paroquianos e para o padre. Sou padre da igreja e onde minha diocese necessitar estarei a disposição para servir. Será que por este ou aquele motivo uma porção do Povo de Deus deve ser servida e outra abandonada? Partilho do pensamento de Gaius Julius, elton, João Carlos Biagini.
    A evangélica opção pelos pobres, que é marca da Igreja, deve ser feita em todos os lugares e não só na paróquia em que se está há muitos anos. As outras paróquias também merecem um padre dito “progressista”,(não acho bom esse título, pois nem sempre corresponde a uma espiritualidade cristã que faça de verdade a comunhão fé e vida). E para nós padres é sinal dessa pobreza desapegar, deslocar, acolher a novidade, as necessidades e a beleza da nova porção do povo de Deus em outro lugar. O papa Francisco nos lembra o convite de Jesus a esse espírito missionário. Corremos o perigo de acolher da mensagem do papa Francisco só o que nos convém, interpretando segundo nossas vontades.
    Um conselho aos paroquianos: deixem o padre que fez bem por tanto tempo na sua paróquia fazer o bem para outras pessoas também. Acolham o novo pároco com o coração aberto, ele também, de forma diferente, fará o bem. e fará com muita disposição e êxito se encontrar a colaboração de todos.
    Uma reflexão meio cômica, mas boa para esses momento. Um padre se lamentava ao ser transferido, alegando a tristeza dos paroquianos. O outro, para “confortar” deu um choque de realidade dizendo: na transferência do padre 10% do povo chora; 10% acha bom e os outros 80% nem sabia da existência do padre. O jeito novo do outro quem sabe chegará aos descontentes e indiferentes.
    Boa sorte aos transferidos. Abram o coração para a nova paróquia que como a atual é campo de missão e merece o dinamismo e dons que Deus deu a cada a vocês.

    Nosso exemplo é aquele que veio para servir e não para ser servido, e que foi, por causa da Boa Nova do Amor, um itinerante!!!

    • - Responder

      Concordo com o Gil… Sou padre e, desde que me ordenei, quando chego aos seis anos de ministério em uma paróquia, aviso ao bispo que pode dispor e me transferir para qualquer Paróquia que esteja precisando… Não discuto para onde!
      Mas creio que isso pode ser feito com diálogo e apresentação das necessidades. Somos padres, subordinados aos bispos, mas somos seres humanos e podemos decidir no diálogo que me parece ser mais parecido com o espírito evangélico que uma imposição, venha de onde vier! A decisão do bispo deve ser a final, mas depois do diálogo franco – somos irmãos no Senhor! Num impasse, aí sim o bispo deve ter sempre “voto de minerva”.

  12. - Responder

    É direito do bispo (arcebispo, cardeal) fazer mudanças em caráter administrativo (seja isso tido como político ou não). Sejamos razoáveis nisso, ao menos. Que a acomodação própria dos fiéis e mesmo dos pastores (presbíteros) parece tornar a nomeação mais difícil, isso é compreensível, mas criar razões próprias e arbitrariamente julgar o Ordinário Local é no mínimo absurda. Os padres prometeram obediência ao Pastor da Igreja Local, e isso é parte essencial de seu Ministério. Na própria eclesiologia, consta a necessidade do Ministério Ordenado estar em colegialidade com os demais padres (presbitério) e ligados sob o Ministério Episcopal.

  13. - Responder

    Notícia com um cheio tendencionista. Não conheço lugar em que a transferência de um padre não cause esse tipo de polêmica. Logo vem os que alegam perseguições e tals. Também é de se estranhar que a “revolta” parte de grandes e ricas paróquias.

  14. - Responder

    Parabens Dom Odilo! As mudanças foram maravilhosas, se é que possa usar este termo… José Geraldo afundou o Sion…Padre Vicente

    • - Responder

      ESSES PADRES FAZEM MAL A IGREJA E TEM ALGUNS QUE AINDA FICAM DO LADO DELES. PALMAS PARA DOM ODILO!!!!!

  15. - Responder

    E essa matéria não eh nem um pouquinho tendenciosa não, neh?
    Esses espasmos dos dinossauros comunas São patéticos.

    Não entendem m***da nenhuma do Corpo Místico de Cristo, que eh a Igreja, e só tratam as coisas do ponto d vista de contraposição política. Como sao risíveis! Sao Reís Midas ao contrário: tudo o que tocam vira b**ta.

    Enock, vê se acorda a tempo, ok?

  16. - Responder

    O Papa Francisco tem autonomia para transferir o Arcebispo de S.Paulo, dom Odilo Scherer… como será que ele reagiria diante de uma transferencia para uma área que ele mesmo não gosta? Está merecendo…

    • - Responder

      Um sacerdote não vai para onde “gosta”. Vai para onde a Igreja precisa dele!

  17. - Responder

    PARABÉNS DOM ODILO TA MAIS DO QUE NA HORA DA GERAÇÃO TL DE SÃO PAULO PERCEBER QUE A IGREJA JA PERDEU DEMAIS POR CAUSA DELES. ONDE ESTÁ A CASA DO BISPO DE SÃO PAULO? FOI VENDIDA E O DINHEIRO FOI DESTINADO AOS POBRES. EU MOREI AI 5 ANOS E CONFESSO NUNCA TER VISTO TANTOS POBRES COMO NA CAPITAL PAULISTA. QUE DEUS TE ILUMINE DOM ODILO CONTE COM MINHAS ORAÇÕES!!!!!!!

  18. - Responder

    O FIEL católico deve obediência à Santa Igreja.
    Lutero é exemplo de um católico protestante… se não estiver de acordo com as normas da Igreja, o protestantismo está ai mesmo, boa viagem e feliz ano novo.

  19. - Responder

    Mudanças e transferências se fazem necessárias….dão novo animo aos fiéis e a igreja…E depois o sacramento da ordem é vocação e não profissão..
    Está corretíssimo Dom Odilio!
    Aos leigos descontentes talvez devessem refletir um pouco mais sobre sua disponibilidade em servir….Estou servindo a quem? Se a resposta for: porque gosto do padre ou estou acostumado com o jeito dele podem abandonar o serviço e irem embora pra casa….

    SIRVO AO SENHOR E ELE ME COLOCA ONDE NECESSITA DE MIM!

  20. - Responder

    noticias como estas só servi pra confundir a cabeça,dos fracos na Fé

  21. - Responder

    Notícias como estas me deixam bastante triste. Prova que os sacerdotes não vivem o sacerdócio.
    Quando fiéis gritam pela volta de um padre, significa que Cristo perdeu o lugar de Cabeça da Igreja para o padre.
    Os fiéis não podem ver o padre, mas UM padre a serviço da Igreja. Queima toda a a imagem de Igreja UNIVERSAL.

  22. - Responder

    Presente de Natal inusitado: um levante da Teologia da Libertação contra D. Odilo?

    André Roncolato Siano
    Circulam em alguns jornais e na internet notícias sobre transferências de párocos feitas por D. Odilo neste final de ano, na Região Episcopal Ipiranga. Este fato teria comovido alguns paroquianos que, pelo grande apego cultivado ao cura, sofreriam com a ausência deste em virtude de sua substituição pelo novo pároco.A transferência de párocos é, de certo modo, comum nas Dioceses, e particularmente comum na Diocese de São Paulo, sendo muito bem conhecida pelos párocos e paroquianos. O fato também é previsto no Código de Direto Canônico, que regula as leis na Igreja Católica. Portanto, não há qualquer novidade neste tipo de transferência, embora sendo evidente que, quando ocorrem, há lamentações de uns e regozijos de outros, sabe-se que agrado e desagrado fazem parte de mudanças deste tipo.Mas o curioso é que desta vez um assunto tão cotidiano e tão comum na diocese, ganhe notoriedade na internet e em até alguns jornais de circulação nacional como o piedosíssimo Estado de São Paulo, sempre muito favorável à doutrina da Igreja, como se sabe…É inevitável perguntar: o que leva o jornal Estado de São Paulo a se solidarizar com paroquianos magoados, publicando uma notícia estritamente eclesiástica? Não é este jornal tão favorável a separação entre a Igreja e o Estado e, em consequência, ao que ocorre na esfera civil e na esfera religiosa?Quem articula o ataque contra D. Odilo é o genérico Edson Silva – será para não ser encontrado na internet? – ou o ainda bem genérico e truncado, Edson G. P. O. Silva. Na verdade, Edson Gonçalves Pelagalo Oliveira Silva, presidente do CLASP, Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo. Esse conselho marxista tem seus estatutos aprovados pela Arquidiocese de São Paulo, sendo uma das condições para sua atuação a de não ter vínculos político-partidários.O tal Edson, entretanto é ligado ao PSB, Partido Socialista Brasileiro, que tem como finalidade a “implantação da democracia e do socialismo no País” e disputou cargo de vereador em 2004: Figura 1: http://www.seade.gov.br/produtos/eleicoes/candidatos/index.php?page=pol_det&cand=97468 A aliança de Edson com o esquerdismo não se limita a pertencer a um partido repetidamente condenado pela Igreja. Ele ideologicamente se alinha com as ideias esquerdistas, comungando das ideias da Teologia da Libertação, que também foi condenada pelo Papa Bento XVI quando este ainda era o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Assim, a dissertação de mestrado de Edson, claramente marxista, foi uma ampla defesa, embora misturada com sutilezas, da Teologia da Libertação. Veja-se a seguinte afirmação:“O Serviço Social no Brasil surge como campo para a crítica social e para elaboração de projetos que atendam às necessidades humanas. (…) Consequentemente contribui com o Movimento de Reconceituação nos anos 60, preparando os caminhos que viabilizam o rompimento com o que se considerou conservadorismo, adotando a teoria marxista como eixo de seu projeto político e pedagógico do curso, a partir de 1979.”(Edson Gonçalves Pelagalo Oliveira Silva, Serviço Social e a ação sócio-pastoral da Igreja Católica: Assistência, promoção humana e emancipação social, 2010, p. 145 – Destaques nossos)É preciso lembrar que a adoção de ideias do socialismo ou comunismo foram e continuam a ser condenadas pela Igreja.Mas os integrantes da esquerda, tão simpáticos à Teologia da Libertação que frequentam o CLASP, não se limitam ao abreviado Edson Silva. Como exemplo, cito mais alguns integrantes oficiais do CLASP muito bem relacionados com partidos de esquerda e com a condenada Teologia da Libertação, que mais uma vez se levanta contra o Cardeal Arcebispo de São Paulo:Darci Peruci, do conselho fiscal da CLASP, é filiada também ao PSB.Outra preciosidade do conselho fiscal da CLASP é Paulo César Pedrini, coordenador da Pastoral Operária e bem relacionado com os “movimentos populares” da Teologia da Libertação, sindicatos e com o Grito dos Excluídos. Aliás, Paulo participou vivamente das mobilizações de defesa do Bispo rebelde D. Pedro Casaldáliga.Outro que vai na mesma linha é José Ramos Cardoso, também do conselho fiscal da CLASP, articulador e participante das CEBs, sabidamente associadas à Teologia da Libertação.Como gostam de mexer com dinheiro esses que só pensam no pão dos pobres.Mais? É só ter um pouco de paciência para procurar. Para não dizer que a esquerda do CLAPS está só no conselho fiscal apresentamos mais uma figura desta estranha associação:Antonio Carlos Ribeiro Fester, da comissão de formação e teologia da CLAPS, que dispensa maiores apresentações, é autor do livro “Justiça e paz: memórias da comissão de São Paulo”, claramente TL e que mostra de maneira positiva a história da esquerda católica em São Paulo.Se os leitores tiverem paciência e quiserem pesquisar mais alguns nomes do clubinho da CLASP, muito provavelmente encontrarão ainda pessoas da TL.Como se pode ver, o tal CLASP é praticamente uma agência da TL, com estatutos incrivelmente aprovados pela Cúria Arquidiocesana, e que, ao que tudo indica, trabalham frequentemente, inclusive com relacionamentos partidários, para atacar o Arcebispo de São Paulo, como já fizeram recentemente na PUC, nas manifestações e agora com a questão da transferência de padres.Tão estranho quanto o ataque que o CLASP é o silêncio de outras organizações da Diocese e mesmo do clero na defesa de Dom Odilo. Ao que parece, pelo relacionamento dos integrantes oficiais do CLASP, há um amplo trabalho na Arquidiocese de São Paulo, promovido pela TL, para sabotar o governo episcopal. Uma empresa deste espectro, normalmente, não pode se dar senão apoiada por uma rede oculta de padres e clérigos que coordenem essa ação sistemática.O que na realidade pretenderia mais um ataque da Teologia da Libertação a D. Odilo? Esta é a pergunta que fica e para a qual talvez tenhamos a resposta em breve.

  23. - Responder

    A desonestidade intelectual deste blog é bem marcante… quem reclama da censura, censura os comentários… é incrível? Vcs não aguentam um artigo do Montfort revelando quem é esse tal de CLASP?

  24. - Responder

    Quem escreveu este artigo não entende nada de Igreja. Um bispo pode remover um Padre de uma paróquia por quatões pastoraes. O Dom Odilon foi um dos que apoiaram a eleição do Papa Francisco. Tem muito idnorante falando besteira na internet

  25. - Responder

    Acho que D. Odilo não está com esta moral toda junto ao Papa. E torço para que estes padres progressistas inovem em seus novas igrejas. Sou fã do Padre Celso Torres, mas mudei-me da Saúde para o Ipiranga. Nunca mais fui à Igreja e agora, para minha surpresa, quem vem para o Sião? O próprio. Farei tudo para ajudá-lo a reerguer a Igreja que me disseram que está abandonada.

  26. - Responder

    E EU QUE PENSEI QUE PODRIDÃO SÓ EXISTICE EM BRAZILIA ,TEM TAMBÉM E MUITA NA IGREJA CATÓLICA.

  27. - Responder

    A nossa fidelidade e obdiencia sempre ao nosso pastor… Quando ordenados dizemos esse precioso voto de total desprendimento…. Mesmo que seja de forna arbitrária, Que não é esse caso, Deus sempre fará justiça.. Parabéns ao Cardeal..
    Padre Adriano Lessa…
    Província de Boston.. EUA.

  28. - Responder

    Deve-se respeitar a decisão do Cardeal, pois a Igreja não é democrática, mas sim Teocrática. Ainda a Igreja católica é a Monarquia mais antiga do mundo com poder absoluto sobre os seus seguidores.

  29. - Responder

    Gostaria que respeitassem ao Senhor Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo, e não promovam mentiras dizendo que ele esta contra ao Papa, ou contrario a ele, vocês se coloquem em seus lugares e rezem e sejam mais humildes. São Pio de Pieltrecina disse uma vez ” Quem é você para falar mal de um Bispo da Igreja?”, reflita e pare de ser semente de satanás na igreja

  30. - Responder

    Bom, eu achei tendencioso o artigo, e minha curiosidade foi tamanha que fui olhar o perfil do “dono” do blog, Ai li no final, “fui sindicalista…” ai caiu a ficha. Ele bebe na fonte TL.

  31. - Responder

    Sou Jaime Isidoro Leigo Militante, desejo uma Igreja Pobre no meio dos pobres, no meio dos que buscam o Reino, por isso vejo a mudança periódica de Padres, Diáconos, Bispos como algo normal e que faz bem para as Comunidades Paroquias, os Padres, os Bispos. Sou padre ou sou leigo/a onde nossa diocese necessitar estaremos à disposição para servir.
    A evangélica opção pelos pobres, que é marca da Igreja, deve ser feita em todos os lugares e não só na comunidade paroquial em que se está há muitos anos. As outras comunidades paroquiais também merecem um padre dito “progressista-comprometido”.
    Para nós do Laicato e do Presbitério desapegar, deslocar, acolher a novidade, as necessidades e a beleza da nova porção do povo de Deus em outro lugar, é sinal dessa pobreza vivencial. O papa Francisco nos lembra do convite de Jesus a esse espírito missionário.
    Fico pensando se acreditamos nas pequenas comunidades?
    Sabe é preciso ser livre, desprovido de paixão, para enxergar melhor, sentir melhor, compreender melhor, aceitar e acolher melhor, engajar e c comprometer melhor.
    Sabe é preciso se perguntar depois de tantos anos vividos nessa comunidade paroquial foi possível ordena-la, segundo as necessidades do tempo, das realidades urbanas, tecnológicas, das realidades eclesiais?
    Se for porque estamos chorosos e com medo?
    Sabe minha gente medo é a pior coisa que um militante do seguimento de Jesus pode ter. Engana-se quem acha que podemos controlar cada pessoa, cada tempo uma sentença. Penso que é preciso discutir sim que modelo de Igreja tem cuidado organizado, articulado, e mobilizado em nossa comunidade Paroquia?
    Novos Párocos, novo Laicato, nova comunidade eclesial se faz com Capacidade/Competência, Coragem, Enfrentamento, Ocupação dos Espaços, Formação adequada e continuada.
    É preciso discutir se nossa ação Pastoral é de Protagonismo, é de Fazer Sujeitos ou é de Conservação?
    Corremos o perigo de acolher da mensagem do papa Francisco só o que nos convém, interpretando segundo nossas vontades.
    Um conselho aos paroquianos: deixem o padre que fez bem por tanto tempo na sua paróquia fazer o bem para outras pessoas, outas comunidades paroquiais, também. Acolham o novo pároco com o coração aberto, ele também, de forma diferente, fará o bem. E fará com muita disposição e êxito se encontrar a colaboração de todos.
    É preciso ter claro que toda mudança de clero e Bispo deve-se nortear pela qualificação da Ação Pastoral em uma determinada comunidade paroquial e ou Igreja Particular. Sempre é bom e saudável conversar, discutir, fazer ressoar com a comunidade e ou Diocese. Não é salutar fazer mudanças interesseiras, carreiristas, que alimentam a desigualdade das comunidades, que aprofunda ainda mais a falta de coesão e unidade da ação Pastoral em vista de uma Igreja toda ela Missionária, pobre, serva, casa de todos e preferencialmente dos empobrecidos/as.
    As Mudanças nas Comunidades Paroquiais e ou Dioceses deve se ter em vista o revigoramento da vivência do Evangelho, o testemunho de presença solidária, e a multiplicidade das pequenas comunidades eclesiais. Tem também em vista alargar as estruturas eclesiais para que possam favorecer a participação, a ministerialidade, o serviço à justiça, o serviço da caridade, o protagonismo do laicato, e o protagonismo da ação pastoral de conjunto.
    Toda Mudança, toda Crise, todo Caos, é sintoma de vida! O que não muda, não anda, não tem desejo, tem medo, fica enferrujado, ultrapassado, apodrece, não tem força capaz de gerar vida.
    A Vida nasce e cresce aonde não se espera, veja Abraão sai de sua Terra e vai para a Terra que eu te indicar! Abraão sai e vai, e é feito dele e de sua Sara um povo tão grande com a areia do mar. Um povo que fez e faz coisas tão boas, saborosas, necessárias, que multiplicar e multiplicam tanto as diversas buscas e formas de viver. Tenhamos a fé e o compromisso de Abraão. Caminho novo sempre tem surpresa. O Espirito Santo não e muito dado aos caminhos já conhecidos, as experiências já vividas. Vamos acolher quem vem, e apoiar firmemente quem esta partindo. É preciso cuidar para que a vida seja vivida com alegria, entusiasmo, prazer, encantamento.
    Lembrem-se nosso Deus é um Deus peregrino sempre andando, sempre fazendo novos caminhos, novos encontros, novos chamados. Ouçamos seu grito, seu chamado sem medo.
    Mudar é sempre muito bom! Para isso somos chamados Leigos/as, Presbíteros, Bispos. Jaime Isidoro

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