Juiz Eduardo Calmon homologa sentença da juíza leiga Larissa Honjuk e condena Rodrigo Rodrigues, ex-dirigente do PDT em Mato Grosso, a pagar R$ 16 mil ao governador Zé Pedro Taques por danos morais. LEIA A AÇÃO E A DECISÃO

Zé Pedro Taques, governador e Rodrigo Rodrigues, ex-dirigente do PDT

Zé Pedro Taques, governador e Rodrigo Rodrigues, ex-dirigente do PDT

Rodrigo Rodrigues condenado a pagar R$ 16 mil a Zé Pedro Taques pela juíza leiga Larissa Honjuk by Enock Cavalcanti

Ação de indenização por danos morais de Zé Pedro Taques contra Rodrigo Rodrigues by Enock Cavalcanti

Justiça condena ex-dirigente do PDT a indenizar governador Taques

O juiz Eduardo Calmon, do 1º Juizado Especial Cível de Cuiabá, julgou parcialmente procedente uma ação de danos morais movida pelo governador Pedro Taques (PDT) contra o articulista político Rodrigo Rodrigues, ex-dirigente do PDT de Mato Grosso. O projeto de sentença foi assinado pela juíza leiga Larissa Falkembach Honiuk e homologado pelo magistrado titular, no último dia 16 de junho.

Rodrigues deverá pagar a quantia de R$ 16 mil ao governador a título de danos morais em razão de declarações feitas à imprensa, em 2011, dando conta de que Taques teria subornado dirigentes da legenda para renunciar aos cargos partidários. A defesa do governador, por meio de seu advogado Paulo Taques, pediu a indenização no valor de R$ 20 mil.

“(…) constato que o reclamado extrapolou o seu direito a manifestação de pensamento quando acusou o reclamante, por meio de entrevista veiculada no site www.pnbonline.com.br sem qualquer prova, de ter subornando membros da agremiação partidária a que é filiado (PDT) para que renunciassem aos cargos, imputando-lhe a pratica de ato criminoso desonroso, além de afirmar que o reclamante era um ditador que não tinha moral para falar em reforma política porque enxergava o partido como propriedade particular”, destacou a juíza leiga, na sentença.

Para a Justiça, o tom utilizado pelo articulista causou dano moral ao ex-senador, hoje governador.

“Tais condutas, sem sombras de dúvidas, implicam a atribuição de adjetivação pejorativa ao reclamante, homem público que desenvolveu sua carreira política, tanto quando eleito Senador da República, como agora, Governador do Estado, levantando a bandeira da ética e da moralidade, razão pela qual angariou número expressivo de votos”, completou a juíza.

O articulista acabou sendo julgado à revelia. O advogado Paulo Fabrinny Medeiros, que defende Rodrigo Rodrigues, não entregou a defesa no prazo legal.

FONTE ISSOÉ NOTÍCIA

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