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JORNALISTA GIBRAN LACHOWSKI:Não há um dia sequer sem manifestações nas ruas, nas redes, em universidades, escolas, no Palácio do Planalto e em outros espaços simbólicos e de diálogo a denunciar a farsa do processo de impeachment, que corre sob comando maior do réu em processo de corrupção, deputado federal do PMDB-RJ, Eduardo Cunha. As frases “Não vai ter golpe! Vai ter luta!” e “Não vai ter golpe! Vai ter democracia!”, assim como expressões similares, pontificam dia a dia como as mais comentadas nas redes sociais.

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O desespero bate à porta dos golpistas. Não vai ter golpe! Dilma fica!
Por Gibran Luis Lachowski

Sabem os golpistas, que defendem o impeachment sem crime da presidenta do Brasil, Dilma Vana Rousseff, que o intento de ferir de morte a democracia, está ruindo, tamanho é o volume de manifestações denunciando o golpe em curso, como se viu em 31 de março, com mais de 800 mil pessoas nas ruas, sendo cerca de 200 mil em Brasília, conforme a Frente Brasil Popular.

Sabem eles também que, ao mesmo tempo, forma-se uma sólida rede de legalidade em todo o país, constituída por movimentos sociais, mídias alternativas, coletivos de jovens, ongs, associações, universidades, artistas, professores, estudantes, sindicatos, partidos de esquerda e centro-esquerda, torcidas organizadas, juristas, cientistas.

No contexto estadual, destaque para a articulação de profissionais da comunicação de Mato Grosso, que assinaram manifesto apontando excessos do Judiciário, do Parlamento e da “grande” mídia, repudiando qualquer tentativa de golpe e cobrando investigação sobre todos os partidos e políticos envolvidos em casos de corrupção. Assim deram um contundente exemplo neste momento histórico, ao mostrarem a cara e dizerem de que lado estão: do lado da democracia. Leia o documento: https://www.facebook.com/comunicadoresMTcontraogolpe/?fref=ts

Além disso, crescem os atos em defesa da normalidade democrática feitos por brasileiros espalhados pelo mundo afora, como no Canadá, na França, na Argentina, na Inglaterra, nos Estados Unidos e na Alemanha.

Não há um dia sequer sem manifestações nas ruas, nas redes, em universidades, escolas, no Palácio do Planalto e em outros espaços simbólicos e de diálogo a denunciar a farsa do processo de impeachment, que corre sob comando maior do réu em processo de corrupção, deputado federal do PMDB-RJ, Eduardo Cunha. As frases “Não vai ter golpe! Vai ter luta!” e “Não vai ter golpe! Vai ter democracia!”, assim como expressões similares, pontificam dia a dia como as mais comentadas nas redes sociais.

Sinais de desespero
Esse cenário começa a provocar ações desesperadas por parte dos artífices do golpe, entre eles: o grupo Globo, os jornais “Folha de São Paulo” e “O Estado de São Paulo”, as revistas “Veja”, “Época” e “Isto é”; os líderes do PSDB, do DEM, do PPS e do Solidariedade; as lideranças empresariais sintetizadas na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); setores do Ministério Público, da Polícia Federal e do Judiciário. Sabem eles que a derrota do golpe será a derrota deles próprios, que ficarão desmoralizados publicamente, classificados como “inimigos da democracia”.

“Folha de São Paulo” e “O Estado de São Paulo”, que há meses capitaneiam uma cobertura pseudojornalística, com alvo fixo no ex-presidente e forte candidato à presidência em 2018, Luis Inácio Lula da Silva, e na presidenta Dilma, passaram à segunda fase da campanha, a saber, a de cederem suas páginas a anúncios da Fiesp em defesa do impeachment sem crime. O jornal dos Frias já iniciou a terceira etapa do golpe que naufragará ao gritar em editorial que Dilma deve renunciar e Temer, chamar nova eleição. Dilma respondeu ao periódico, dizendo que “jamais renunciará”.

Sabe a família Frias que: pedalada fiscal não é crime de responsabilidade e que se trata de prática efetuada historicamente em inúmeras administrações públicas de âmbito federal, estadual e municipal.

Também a família Marinho, cujo noticiário se abastece avidamente das intenções da dita oposição, sabe que o projeto golpista não possui 2/3 dos votos da Câmara (342) e que as ausências e abstenções contarão em favor da manutenção de Dilma. Sabem ainda os “barões da mídia”, que tanto mal fazem à pluralidade da informação e ao verdadeiro debate de ideias, que o governo articula diariamente o fortalecimento de sua base no Congresso, sobretudo após a saída do PMDB. Aliás, o PMDB saiu de fato? E também o governo ecoa em alto e bom som ter mais de 172 votos, quantia necessária para derrubar a admissibilidade do impeachment sem crime.

Para tentar garantir os votos necessários ao projeto golpista, os artífices do golpe farão uma “guerra total” nos próximos dias. Vão potencializar a pressão de movimentos favoráveis ao impeachment sobre os parlamentares indecisos e àqueles passíveis de mudarem o voto, anexando uma típica tática do jogo democrático, de expor publicamente os nomes dos “inimigos de uma causa”, a mais uma etapa do assassinato de reputações.

Novas manifestações em defesa da democracia
Movimentos sociais e centrais sindicais também intensificarão campanha pela manutenção da presidenta eleita na disputa por votos no plenário da Câmara. A investida contará com o reforço de novas manifestações, entre elas as que ocorrem hoje à noite (segunda-feira, 04). Em São Bernardo do Campo (SP), na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, Lula participa de ato político sobre democracia e direitos trabalhistas, e no Rio de Janeiro, no teatro Casagrande, juristas, intelectuais, religiosos, artistas e integrantes da sociedade civil organizada se manifestam em defesa da legalidade e da soberania popular.

Não vai ter golpe, vai ter luta!
Vai ter democracia!
Dilma fica!

gibran


Gibran Luis Lachowski é jornalista e professor do curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat)/campus de Alto Araguaia

3 Comentários

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  1. - IP 179.217.122.1 - Responder

    Vai ter é muita cadeia em Curitiba!

  2. - IP 200.101.35.34 - Responder

    não vai ter golpe é uma ladainha infantil, a Dilma está sofrendo um processo de impeachment senhor Gibran, Você não sabe a diferença entre Impeachment e Golpe? Você desconhece a lei 1079/1950 que é categórica em definir os crimes contra o orçamento são puníveis com impeachment. Impeachment é processo democratico senhor gibran e se a dilma for deposta voces tem que aceitar a decisão

  3. - IP 177.193.138.100 - Responder

    e ainda tem gente insistindo em defender a quase ex presidente poste lulopetista. Vá catar coquinho……..

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