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GRANDE, COMO ERA GRANDE – Depois de Chico Anysio, humor perde Millôr

O escritor carioca, Millôr Fernandes, morto na noite desta terça-feira aos 87 anos, era um “intelectual completo”, conforme definiu o jornalista da BandNews FM, Ricardo Boechat. Além de escritor, Millôr era tradutor, jornalista, teatrólogo, desenhista e roteirista. Foi um dos co-fundadores do jornal “O Pasquim” e um dos principais tradutores do dramaturgo William Shakespeare.

Ainda segundo Boechat, Millôr foi também um grande polemista. “Levantou grandes polêmicas no Jornal do Brasil e na [revista] Veja, onde trabalhou nas últimas décadas. Tive a alegria de estar com eles algumas vezes”.

O jornalista da BandNews FM disse ainda que “conversar com Millôr Fernandes era muito mais ouvir do que falar, o que não representava perda, nem desconforto algum. Era uma usina, um vulcão intelectual”, completou.

Em entrevista ao canal GloboNews na manhã de hoje, o jornalista Zuenir Ventura lamentou a morte do amigo. “É realmente uma perda. A perda de um gênio. É uma perda para o jornalismo, para o teatro, para a literatura, porque o Millôr fazia tudo”, afirmou.

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1 Comentário

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  1. - IP 189.74.151.203 - Responder

    Certamente o país fica mais pobre com a perda dessa incrível pessoa chamada Millôr Fernandes. Em época de alienação quase que total, ele era uma espécie de referência de inteligência e provocações das boas! Lamentável…

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