PREFEITURA SANEAMENTO

GOVERNO NOVO, CONVERSA VELHA: Coordenador da transição, prefeito licenciado de Lucas, Otaviano Pivetta (PDT) cumpre à risca as ordens de seu “chefe político”, Pedro Taques, e emenda velhos discursos em períodos de transição de governo, tavestidos, porém, de roupagem nova. Parar obras públicas sem suspeitas fundadas de superfaturamento ou erro de projetos seria uma monumental bobagem. No mais é esperar menos discurso e mais ação; menos suspeitas lançadas aleatoriamente para ver o que “cola” e mais dados concretos sobre o que deva ser investigado

Pivetta e Taques: espera-se por algo novo. Mas esse algo novo virá?

Pivetta e Taques: espera-se por algo novo. Mas esse algo novo virá?

CAIXA PRETA?

Coordenador de transição repete discurso

Primeiro a redução de secretarias, em seguida o anúncio do déficit sem dizer quanto é. Agora a próxima medida: revisão futura de contratos.

 
Itamar Perenha  / Cuiabá-MT
TURMA DO EPA
O coordenador da transição, prefeito licenciado de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT) cumpre à risca as ordens de seu “chefe político” e emenda velhos discursos em períodos de transição de governo, tavestidos, porém, de roupagem nova.
Que Taques deseje rever contratos nada demais. Quem sabe consiga fazer economias que o populacho sequer imagina? Pode ser.
Paralisação de obras?
Parar obras públicas sem suspeitas fundadas de superfaturamento ou erro de projetos seria uma monumental bobagem.
Provavelmente por ser oriundo das áreas relativas a ciências sociais, o governador eleito não deve conhecer, ainda, até que isso se transforme em rotina administrativa, a memória de cálculo que costuma acompanhar projetos de obras.
Se precisar de informações mais detalhadas basta revolver as planilhas e, de quebra, solicitar laudos de exames destrutivos e contraprovas de blocos de concreto retirados para fins laboratoriais.
Há, ainda, entre outras técnicas, a retirada de outras partes para testes de qualidade e até traços de concreto caso se aprofundem desconfianças sobre obras.
No mais, os anúncios de “drásticas medidas” cansa pela habitual aspereza de quem já acompanhou a diversas transições, inícios de gestão e sabe das dificuldades de uma nova equipe engatar a primeira, segunda e as marchas subsequentes até conseguir por a carruagem em marcha.
Se há desconfianças com relação aos gastos do governador Silval Barbosa e a respectiva equipe basta aguardar os procedimentos que estão sendo propostos no âmbito dos Ministérios Públicos Federal e Estadual que as eventuais “malfeitorias” serão desnudadas e porão a engrenagem do Judiciário em movimento.
No mais é esperar menos discurso e mais ação; menos suspeitas lançadas aleatoriamente para ver o que “cola” e mais dados concretos sobre o que deva ser investigado ainda que este não deva ser o momento próprio para se tratar desse assunto sob pena de se assistir à destruição de provas porque nem será bobo de deixá-las visíveis e sem a exigência do mínimo esforço para encontrá-las.
Espera-se, por fim, que a nova equipe de governo se complete, que as cerimônias de posse se concluam e, por fim, uma gestão rejuvenescida pelas urnas seja posta a serviço do bem comum.

1 Comentário

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  1. - IP 201.24.173.132 - Responder

    Até agora muita conversa mole, e só. Colocar a Unimed para cuidar do sistema SUS é chamar a raposa para administrar o galinheiro. A pasta da Saúde já está comprometida antes do governo iniciar. Os interesses da Unimed e SUS são incompatíveis e a Unimed vai cuidar dos interesses de seus médicos associados. O SUS está condenado a não funcionar… como já acontece no município de Cuiabá com Mauro Mendes. Esse discurso de mudanças não engana ninguém e agride a inteligência dos mato-grossenses. Vôte… Taques – um “quarta-feira” irremediável – pensa que todo mundo é “bobó cheira-cheira!

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