GIBRAN LACHOWSKI: Eu não quero uma sociedade tropa-de-elite. Ou pomos o pé no acelerador enquanto é tempo e recriamos as condições para que o debate político-econômico ocorra dentro de marcos democráticos, com espaço para pluralidade de ideias, diversidade de manifestações, amplitude de posicionamentos, ou abre-se uma larga avenida para um pensamento elitista-golpista-fascista que, para se impor, se valerá de perseguição, vigilância, exposição pública e sangue.

gibran lachowski jornalista e professor universitário em rondonopolisEu não quero uma sociedade-tropa-de-elite

Por Gibran Luis Lachowski

 

Não precisa ser especialista na área para entender que o juiz da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Sergio Roberto Moro, chegou ao limite da irresponsabilidade ao quebrar o sigilo telefônico do ex-presidente e novo ministro da Casa Civil, Luis Inácio Lula da Silva, e, mais do que isto, liberar o conteúdo da gravação para a globo (com letra minúscula mesmo, por tratar-se de um império midiático em ruína).

 

O foco do fato não é com quem o ministro da Casa Civil fala, no caso a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, nem o conteúdo da conversa, a saber, o encaminhamento do termo de posse do cargo, cuja negociação é de conhecimento nacional há dias. Deve-se analisar, sim, a decisão de Moro de aceitar expor o diálogo de uma pessoa que nem mesmo denunciada é, apesar de toda a sanha multimidiática simbolizada por sua dobradinha com a globo, causada pela possível perda de controle da Operação Lava Jato sobre Lula, vez que o mesmo, em ministério, pode ser julgado apenas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

A autorização de quebra de sigilo e explicitação do conteúdo ocorreu nesta quarta (16), mesmo dia em que o ex-presidente foi nomeado para a Casa Civil. A presidenta, em nota, disse que “Todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis serão adotadas para a reparação da flagrante violação da lei e da Constituição da República,  cometida pelo juiz autor do vazamento”. Compreende-se que Moro será processado.

 

 

Polícia política

Alguns jornalistas responsáveis por blogs alternativos ao oligopólio midiático que campeia nosso país cravaram qualificativos contundentes para o juiz e para sua ação. Um deles foi Fernando Brito, ex-assessor do líder trabalhista, ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola. “Moro age como um bandido e monta operação política em afronta ao Supremo” é o título de nota que consta da página inicial do blog “Tijolaço”. Vale conferir: http://tijolaco.com.br/blog/moro-age-como-um-bandido-e-desonra-o-judiciario/ .

 

Outro veículo da chamada mídia de esquerda, a revista “Fórum”, reproduz fala do deputado federal petista e ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)/seccional Rio de Janeiro, Wadih Damous, em post em que o parlamentar afirma que Moro cometeu “um crime” e que “vai responder” – leia-se, judicialmente – pelo ato, referindo-se à liberação do conteúdo do grampo, o que ocorreu mesmo que o juiz não tenha visto algo “inapropriado” na conversa. (http://www.revistaforum.com.br/2016/03/16/moro-cometeu-um-crime-e-vai-responder-por-isso-diz-advogado-sobre-vazamento-da-ligacao-entre-lula-e-dilma/) .

 

 

Por uma Justiça democrática

Idolatrado por uma expressiva parcela do ufanismo verde-amarelo, Moro, de outro lado, é apontado por militantes de movimentos sociais, petistas, comunistas, lideranças religiosas progressistas, entre outros, como tirano, perseguidor, autoritário, a síntese do justiçamento revestido de legalidade, toga e tudo o mais. É o que indicou, com cautela e perplexidade, o ator Wagner Moura em vídeo que pode ser visto em: http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/wagner-moura-esta-com-medo-do-moro.

 

O “Conversa Afiada” é conduzido pelo jornalista Paulo Henrique Amorim, trabalhista de carteirinha, crítico feroz do ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, por conta da leniência com os sucessivos vazamentos da Lava Jato para globo-folha-estado-veja. Em seu blog, no seguinte vídeo http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/o-que-lula-disse-e-desesperou-o-moro, PHA chama Moro de “suposto juiz” e de “golpista” e diz que ele, ao liberar trecho de áudio evolvendo a presidenta do país, cometeu crime contra a segurança nacional e, por isto, deve ser destituído pelo Conselho Nacional de Justiça.

 

Voltando a Wagner Moura, no vídeo ele critica o binarismo que tomou as conversas políticas do país (“coxinha” x ”petralha”) e assinala mais de uma vez que teme os rumos que a Justiça, do judiciário, está adotando, fortalecendo mecanismos e um discurso pautados pela seletividade de alvos (quais sejam, sabe-se, PT, Governo Dilma e Lula), e com o apoio de uma mídia que espetaculariza, que não faz jornalismo há muito. Por isso o ator pede uma “Justiça democrática”, que investigue – se houver o que investigar –, aja dentro dos ritos processuais e se porte como instituição equilibrada.  Ele não quer uma Justiça-tropa-de-elite.

 

A truculência expressa na obra cinematográfica dirigida por José Padilha e protagonizada por Wagner Moura não deve ser cultuada. Assim como eu, talvez você também não queira uma Justiça-tropa-de-elite, um jornalismo-tropa-de-elite, uma sociedade-tropa-de-elite. Porque, ou pomos o pé no acelerador enquanto é tempo e recriamos as condições para que o debate político-econômico ocorra dentro de marcos democráticos, com espaço para pluralidade de ideias, diversidade de manifestações, amplitude de posicionamentos, ou abre-se uma larga avenida para um pensamento elitista-golpista-fascista que, para se impor, se valerá de perseguição, vigilância, exposição pública e sangue.

 

 

Tarefa histórica

Portanto, o que está em jogo é o restabelecimento da regra do jogo, que atende pelo nome de democracia. Essa é a mais importante tarefa histórica a ser cumprida no momento. Só o restabelecimento das condições de jogo permitirá que voltemos a construir um projeto popular de sociedade, com dinamização da economia, fortalecimento de políticas sociais, marco regulatório das comunicações, ressignificação da participação sociopolítica e tantas outras ações. É hora de assumir responsabilidades históricas, nos espaços onde se atua, falando com um, dez, cem, mil. E isso se faz mostrando a cara, dizendo o que se pensa e de que se discorda, enfrentando os desmandos do excesso de poder, denunciando a violência e a brutalidade e, mais do que isto, anunciando um novo tempo, de esperança, respeito, igualdade e paz.

 

Gibran Luis Lachowski é jornalista e professor do curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat)/campus de Alto Araguaia

 

10 Comentários

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  1. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Na verdade o que a esquerdotralha quer é um país com “pluralidade” de pensamento igual ao do Chavismo fracassado na Venezuela.

    O regime que eles admiram é uma ditadura escancarada, sem liberdade de imprensa e assassinato de opositores.

    É por isso que eles estão caindo de podres, inclusive no Brasil.

    São os podres de Maduro.

  2. - IP 177.221.96.140 - Responder

    O tal GIlbran está tão apavorado com o avanço da investigação sobre os desmandos da era petralha, que o melhor que ele deve fazer é sair de perto da Jararaca descontroplada e da Vaca que já foi para o brejo.

    Petralhas, uni-vos.

  3. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Coitadinho do Lullão, está tão assustadinho, que correu para o Ministério para se esconder das investigações do Juiz sério.

    • - IP 200.101.35.34 - Responder

      Sinceramente achei seu texto meio pusilânime quanto a questões lógicas, sou a favor de estudarem lógica nos cursos de humanas, pois, Opiniões e crenças, foi o que você fez citando blogs esquerdistas através de sua idiossincrasia esquerdista lulodilminstapetista, porém a vida é um pouco mais complicada, em tempos de era da informação temos um pluralidade de ideias muito grande, apesar de um certa polarização, temos um espectro imenso entre a esquerda e a direita. Nem todos são extrema esquerda, nem extrema direita, há uma ampla gama de visões que se entrelaçam entre os dois pontos. Àqueles que seguem os extremos são os mais imbecis, porque não conseguem raciocinar por si próprios, seguindo apenas a epítome de casa visão de mundo, uma cartilha para adestrar humanos idiotizados. Temos que pensar por nós mesmos e julgar o que é melhor, e não somente seguir visões pré-estabelecidas que alguém definiu, isto é, “pensar fora da caixa”, algo importante pra quem busca o conhecimento.
      Quanto a Democracia ela pode ser conceituada pelo desejo da maioria, muitos atos democráticos podem não estar de acordo o que pensamos, contudo são a decisão da maior parte, e me parece que a maioria quer o impeachment. Foi o que houve com Fernando Collor de Mello, por sinal o PT estava apoiando este ato democrático previsto em lei, o próprio Lula diz que ” o mesmo povo que elege um político pode destituir esse político”. Quanto ao projeto popular vamos ver, a esquerda arquitetou um plebiscito porque por uma razão ideológica desconhecida não quer que o cidadão de bem possua armas”, porém, o tiro saiu pela culatra e venceu a possibilidade do cidadão ter armas, mas os espertinhos deram um jeito de driblar a vontade popular aprovaram uma tal de lei do desarmamento que é contraria ao que a população queria (se armar), isso se configurou claramente para quem usa um pouco de lógica em um ato não democrático. Por políticas sociais compreendo eu a intervenção estatal, não sou contra o estado, mas precisamos de um estado eficiente, não sejamos iludidos achando que um bolsa 77 reais por mês tira alguém da pobreza. O que tira alguém da pobreza é o crescimento e estabilidade econômicos, o que tira pessoas da pobreza, são outras pessoas que empreendem e criam valor, geram riquezas para si e para os outros, geram empregos, o que tira alguém da pobreza é alguém que investe seu capital correndo o risco de ir a falência, mas que encara os desafios, e não quem guarda seu dinheiro no banco. Não é novidade que o estado já mete o bedelho pujantemente sobre as questões econômicas com as chamadas políticas sociais, desde o militarismo com a criação FGTS, INSS, 13°, esclareço que todas estas políticas sociais foram criadas durante o militarismo o que os esquerdistas desconhecem. Agora sobre o marco regulatório das comunicações tenho a dizer que durante o governo do FHC muitos professores de história insuflavam nas mentes de seus alunos que eles não deveriam aceitar todas as decisões políticas e governamentais, que deveriam ser proativos e sempre ter uma crítica no que concerne as decisões políticas, que diversas vezes são avessas a vontade popular. Mas pelo que parece este modo de pensar e agir era só contra que não é partidário do PT, que são os certos, bonzinhos e pensantes, os que não são PT, são fascistas, grupo de ódio, contra os pobres, imbecis, sintetizando aquele pensamento crítico só valia para quem não do PT, porque afinal de contas elas são bons e todas as figuras com ideário religiosos esquerdista, são bons, não erram e são santos devem ser venerados constantemente. Não importa se os indícios e as provas estão dizendo que eles fizeram merda, não importa se o sitio é do lula, se aquela adega chique é do lula, importa que ele, lula, é deus e temos que adorá-lo e defendê-lo. Gostei do que você disse por último, que é preciso mostrar a cara, entretanto é justamente isso o que algumas pessoas estão fazendo, porque não havia uma opinião dissonante com a ideologia da esquerda, agora estamos vendo um grupo díspar e pelo que parece chegou pra ficar.

  4. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Os petistas atacam o Juiz.

    O Juiz é um herói.

    Quem é contra o herói são os vilões.

  5. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Gilbran, Enock, afinal quem está pagando o Jatinho usado pelo Lulla para ir à Brasília acertar os detalhes de sua posse coimo Ministro????

    O próprio Lulla já disse que pobre quando rouba vai para a cadeia e rico quando rouba vira Ministro. É lógico que o Lullão é exceção por que ele é o mais honesto do mundo.

  6. - IP 177.79.30.75 - Responder

    Sinceramente achei seu texto meio pusilânime quanto ao questões lógicas, sou a favor de estudarem lógica nos cursos de humanas, pois, Opiniões e crenças, foi o que você fez citando blogs esquerdistas através de sua idiossincrasia esquerdista lulodilminstapetista, porém a vida é um pouco mais complicada, em tempos de era da informação temos um pluralidade de ideias muito grande, apesar de um certa polarização, temos um espectro imenso entre a esquerda e a direita. Nem todos são extrema esquerda, nem extrema direita, há uma ampla gama de visões que se entrelaçam entre os dois pontos. Àqueles que seguem os extremos são os mais imbecis, porque não conseguem raciocinar por si próprios, seguindo apenas a epítome de casa visão de mundo, uma cartilha para adestrar humanos idiotizados. Temos que pensar por nós mesmos e julgar o que é melhor, e não somente seguir visões pré-estabelecidas que alguém definiu, isto é, “pensar fora da caixa”, algo importante pra quem busca o conhecimento.
    Quanto a Democracia ela pode ser conceituada pelo desejo da maioria, muitos atos democráticos podem não estar de acordo o que pensamos, contudo são a decisão da maior parte, e me parece que a maioria quer o impeachment. Foi o que houve com Fernando Collor de Mello, por sinal o PT estava apoiando este ato democrático previsto em lei, o próprio Lula diz que ” o mesmo povo que elege um político pode destituir esse político”. Quanto ao projeto popular vamos ver, a esquerda arquitetou um plebiscito porque por uma razão ideológica desconhecida não quer que o cidadão de bem possua armas”, porém, o tiro saiu pela culatra e venceu a possibilidade do cidadão ter armas, mas os espertinhos deram um jeito de driblar a vontade popular aprovaram uma tal de lei do desarmamento que é contraria ao que a população queria (se armar), isso se configurou claramente para quem usa um pouco de lógica em um ato não democrático. Por políticas sociais compreendo eu a intervenção estatal, não sou contra o estado, mas precisamos de um estado eficiente, não sejamos iludidos achando que um bolsa 77 reais por mês tira alguém da pobreza. O que tira alguém da pobreza é o crescimento e estabilidade econômicos, o que tira pessoas da pobreza, são outras pessoas que empreendem e criam valor, geram riquezas para si e para os outros, geram empregos, o que tira alguém da pobreza é alguém que investe seu capital correndo o risco de ir a falência, mas que encara os desafios, e não quem guarda seu dinheiro no banco. Não é novidade que o estado já mete o bedelho pujantemente sobre as questões econômicas com as chamadas políticas sociais, desde o militarismo com a criação FGTS, INSS, 13°, esclareço que todas estas políticas sociais foram criadas durante o militarismo o que os esquerdistas desconhecem. Agora sobre o marco regulatório das comunicações tenho a dizer que durante o governo do FHC muitos professores de história insuflavam nas mentes de seus alunos que eles não deveriam aceitar todas as decisões políticas e governamentais, que deveriam ser proativos e sempre ter uma crítica no que concerne as decisões políticas, que diversas vezes são avessas a vontade popular. Mas pelo que parece este modo de pensar e agir era só contra que não é partidário do PT, que são os certos, bonzinhos e pensantes, os que não são PT, são fascistas, grupo de ódio, contra os pobres, imbecis, sintetizando aquele pensamento crítico só valia para quem não do PT, porque afinal de contas elas são bons e todas as figuras com ideário religiosos esquerdista, são bons, não erram e são santos devem ser venerados constantemente. Não importa se os indícios e as provas estão dizendo que eles fizeram merda, não importa se o sitio é do lula, se aquela adega chique é do lula, importa que ele, lula, é deus e temos que adorá-lo e defendê-lo. Gostei do que você disse por último, que é preciso mostrar a cara, entretanto é justamente isso o que algumas pessoas estão fazendo, porque não havia uma opinião dissonante com a ideologia da esquerda, agora estamos vendo um grupo díspar e pelo que parece chegou pra ficar.

  7. - IP 200.101.35.34 - Responder

    não consigo responder

  8. - IP 200.101.35.34 - Responder

    Funciona assim: o PT em particular e a esquerda em geral sempre usaram a retórica messiânica, segregacionista e agressiva. Ou seja, lutam pela “justiça social”, vão criar “um mundo novo”, ou você está com eles ou contra eles, e nessa revolução maravilhosa o uso de violência pode ser justificável.

    Aí eles quebram o país, abusam do cinismo, roubam como ninguém, aparelham a máquina estatal, e quando o grosso da população ordeira se dá conta do golpe e vai às ruas protestar, de forma pacífica, eles saem por aí alegando preocupação com o “clima de intolerância”, o “acirramento dos ânimos”, a busca por um “messias salvador” e a “polarização” no país. É tudo tão falso quanto uma nota de três reais. Gustavo Nogy resume bem a farsa:

    Desde março de 2015, milhões de pessoas saem às ruas para protestar contra o governo. Não há depredações, não há minoria de vândalos, não há ninjas nem mídia respectiva. Os milhões de fascistas que saem às ruas não derrubam um picolé de criança, uma chupeta de neném. As poucas ocorrências registradas em protestos de tal magnitude fariam vergonha aos valentões do boteco aqui perto de casa. No entanto, parte significativa da imprensa, dos políticos e dos militantes de partidos governistas está preocupada com a divisão do país. Horrorizam-se com carnificinas, lutas de classes, vietnãs imaginários. Essa súbita preocupação com o recrudescimento do discurso antigovernista é só uma maneira muito conveniente de neutralizar as críticas, torna-las inócuas, domesticar os descontentes. Lula e o PT sempre levaram ao limite a retórica belicista, e continuam acirrando as diferenças em seus comícios permanentes. Mas agora, para os bem-pensantes, é perigoso criticar fortemente o petismo e seus herdeiros – no campo da retórica política, das ideias, das narrativas. Cinegrafistas à parte.

    E Francisco Razzo também destaca uma diferença crucial entre os dois lados nessa história:

    A diferença entre o coxinha e a esquerda mortadela-caviar é que o coxinha não defende, por amor incondicional mítico e espiritual, políticos criminosos. Não temos “políticos de estimação”. Essa é a diferença entre buscar ser representado por ideias e não por pessoas.

    Não se deixe levar pela retórica canalha dos petistas. O Brasil não está dividido, mais intolerante, em clima de guerra generalizada. O Brasil está é mais atento aos golpistas que sempre quiseram guerra, violência, revolução, pilhagem. Os beligerantes são eles, os petralhas! Os que segregaram o país foram eles, os petralhas! Os intolerantes são eles, os petralhas! Os golpistas são eles, os petralhas! Os que estão dispostos a tocar o terror e ver o circo pegar fogo são eles, os petralhas!

    Nós queremos apenas a Justiça, preservar a democracia, impedir o golpe comunista. Somos a imensa maioria. Eles são uma patota barulhenta, organizada, indecente, imoral, cúmplice de bandidos, uma máfia criminosa, uma quadrilha lutando por tetas estatais. Não se intimidem com os ataques, com as acusações de “fascistas” que os verdadeiros fascistas fazem. É hora de ficar nas ruas, de mostrar que esse país tem cidadãos, patriotas, e não vamos deixá-los nos transformar na Venezuela.

    E se algum vagabundo desses tentar partir para a barbárie, como costumam fazer, aí sim, estamos em nosso total direito de legítima-defesa! Mas evitem cair na pilha dos bárbaros. Permaneçam, porém, com firmeza, pois a razão está do nosso lado.

    Rodrigo Constantino

  9. - IP 200.101.35.34 - Responder

    estou com a Cartilha Plebiscito por um novo Sistema Político que mostra na capa o mapa do brasil com um monte de gente, dizendo lutar por uma constituinte exclusiva soberana do sistema político, ai fui pesquisar as entidades todas é lógico dizem não ao golpe. Será que não tem uma entidade a favor do impeachment? Os tais movimentos sociais são todos petistas. Alias a cartilha foi bancada com o dinheiro da contribuição compulsória pela CUT.

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