EULER DE FRANÇA BELÉM: Zé Dirceu, chefão do PT, passou uma noite com bela garota do Big Brother Brasil, na suite presidencial do Hotel Naoum, em Brasília

Chefão do PT passou uma noite com bela garota do Big Brother Brasil

Euler de França Belém

jornal OPÇÃO, de Goiânia

 

 

José Dirceu, maior líder da história do PT, é apontado como mulherengo no livro “Dirceu — A Biografia”, do jornalista Otávio Cabral. Ele lista 16 mulheres — a maioria pelo nome. Mas há muito mais, sugere o biógrafo, que apresenta o petista com paquerador inveterado. Quando foi anunciado que ficaria preso, devido a condenação pelo mensalão, perguntou logo se teria direito a sexo. A história mais caliente está contada no capítulo “Um presente entre duas crises”, que começa à página 207. Em setembro de 2004, um ministro ligou para o chefe da Casa Civil, espécie de primeiro-ministro sem parlamentarismo: “Zé, você vai ficar em Brasília amanhã à noite? Tenho que te entregar aquele presente que prometi”.

Agradecido por ter se tornado ministro com o apoio de José Dirceu, o político contratou por R$ 30 mil uma garota que havia participado do Big Brother Brasil e posado nua para uma revista masculina (o biógrafo não informa se a “Playboy”, a preferida das participantes do “BBB”, ou a “Sexy”, a prima classe média da outra publicação). O “contrato” era só por uma noite. Depois da primeira pergunta, o ministro-cafetão ligou: “Seu presente chegou. Está na suíte presidencial do Hotel Naoum. É só chegar lá e bater na porta”. Otávio Cabral conta que “Dirceu seguiu as instruções e encontrou a inesquecível lembrança deitada na cama. Passaria as duas horas seguintes na suíte. Na saída, enquanto esperava seu motorista, telefonou ao ministro para agradecer: ‘Cara, você é maluco! Que presente foi esse? Foi a melhor coisa que eu ganhei na minha vida!’”

Entre as mulheres que amaram Dirceu estão: Maria Aparecida Sá de Castelo Branco, uma dançarina chinesa, Iara Iavelberg (que achava Dirceu inculto e, depois, apaixonou-se por Carlos Lamarca), a dançarina espanhola Ivone, “Maçã Dourada” (a agente do Dops Heloísa Helena Magalhães), Silvia, Clara Becker (com quem ficou casado durante anos, sem revelar que era o Dirceu guerrilheiro; adotou outro nome, Carlos Henrique Gouveia de Melo, e iludia o povo de uma cidade do Paraná), Suzana Lisboa, Miriam Botassi, Maria Ângela da Silva Saragoça, uma mulher casada, Maria Rita Garcia de Andrade, Evanise Santos, uma empresária paulista (que se apaixonou pelo Dirceu ministro; ela disse: “Eu amo esse homem” e acrescentou: “Se você perder o mandato e ficar sem emprego, pode deixar que eu te sustento. Conte sempre comigo”) e Simone. “Além da política, só as mulheres o tiravam do sério”, registra o livro.

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