gonçalves cordeiro

ESQUERDA CONTRA A DIREITA: Miranda Muniz, dirigente do PC do B, rebate Cidinho Santos, suplente de Maggi, que se levantou contra mudança do nome de uma das alas do Senado Federal que homenageia ex-senador por Mato Grosso Filinto Muller. A proposta da senadora petista Ana Rita é trocar o nome de Filinto pelo do líder comunista Luis Carlos Prestes. Cidinho argumenta que mudança “fere a imagem e a honra de um dos maiores líderes políticos de Mato Grosso e do Brasil

FILINTO PRESTES

Fora Filinto Müller, viva Prestes!

  • por Miranda Muniz

“Que nós desfilemos a nossa liberdade por alas, ruas e avenidas que levem o nome de nossos libertadores e não de nossos algozes”

(Ana Prestes – Neta de Luis Carlos Prestes)

“Essa proposta para que seja trocado o nome da Ala Filinto Müller fere a imagem e a honra de um dos maiores líderes políticos de Mato Grosso e do Brasil”

(Cidinho Santos – PR/MT – suplente de senador)

 

A proposta partiu da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo, que é assistente social

A proposta partiu da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo, que é assistente social

 

 

No final do mês passado, a Comissão de Direitos Humanos do Senado (SDH) aprovou mudança do nome de uma das alas do Senado, que deixaria de se chamar “Senador Filinto Muller” e passaria a se chamar “Senador Luis Carlos Prestes”. Tal proposta, que já havia sido aprovada pelas Comissões de Educação e de Constituição e Justiça, agora será apreciada e decidida pela Mesa Diretora do Senado, composta pelos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Jorge Viana (PT-AC), Romero Jucá (PMDB-RR), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Angela Portela (PT-RR), Ciro Nogueira (PP-PI) e João Vicente Claudino (PTB-PI).

Tudo indica que a mudança será aprovada.

A iniciativa da proposta de resolução foi da senadora Ana Rita (PT-ES) que, em sua justificativa argumenta que “no momento em que o Brasil se empenha em esclarecer os fatos obscuros que mancham a História da Democracia no País, julgamos oportuno que o Senado Federal, firme baluarte da luta pela construção da Democracia, honre uma figura dessa casa que, além de ser um denodado lutador pelas causas da liberdade e da justiça social em favor do povo brasileiro, é exemplo de luta para as novas gerações.”

O senador João Capiberibe (PSB-AP) contou que é doloroso para ele ver o nome de um torturador estampado na Casa.“Diariamente, para chegar ao meu gabinete, tenho que passar pela Ala Filinto Müller e diaramente eu me lembro das torturas que sofri”.

Já o senador Humberto Costa (PT-PE), que foi relator da matéria, avaliou que o projeto assegura o direito à memória e à verdade, pois “cuida-se de substituir a homenagem feita a um agente da intolerância por outra destinada a pôr em destaque um ícone da resistência à repressão”.

Luis Carlos Prestes é considerado um dos maiores líderes da esquerda do Brasil. Engenheiro militar formado pela então Academia Militar de Realengo, no Rio de Janeiro, em 1919. Em 1924, já capitão, rebelou-se contra as oligarquias dominantes da Primeira República, em um movimento que ficou conhecido como Coluna Prestes. Foi o líder da Intentona Comunista – movimento para derrubar o governo Getúlio Vargas e implementar profundas mudanças políticas e sociais, sob o comando ANL – Aliança Nacional Libertadora.

Em 1945, Prestes foi eleito Senador pelo Partido Comunista, com 157.397 votos, maior votação proporcional da história política brasileira até então. Após a promulgação da nova Constituição, em 18 de setembro de 1946, Luiz Carlos Prestes assumiu seu mandato de Senador, passando a fazer parte da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal.

Pouco tempo depois, em 7 de maio de 1947, o Superior Tribunal Eleitoral, por três votos a dois, cancelou o registro do Partido Comunista do Brasil, numa decisão equivocada, desde sempre considerada um erro judiciário que manchou o novo regime democrático consagrado pela Constituição de 1946. No ano seguinte, com o advento da Lei nº 211/48, que previa a extinção dos mandatos de parlamentares eleitos por partidos que viesse a ter o registro cassado, a Mesa do Senado declarou extinto o mandato do Senador Carlos Prestes e de seu suplente, Abel Chermont, através de uma Resolução publicada no Diário do Congresso de 10 de janeiro de 1948.

Recentemente, o Senado Federal, por iniciativa do Senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), declarou nula aquela Resolução arbitrária, até porque a Constituição de 1946 dispunha que a lei não poderia retroagir e também pelo fato de que a própria Comissão de Constituição e Justiça do Senado, da época, havia aprovado parecer pela inconstitucionalidade da Resolução. Assim, o mandato do “Cavaleiro da Esperança” foi simbolicamente restabelecido.

Já o cuiabano Filinto Muller chegou a integrar a Coluna Preste, sendo expulso, segundo o jornalista Fernando Morais, pela prática de furto. De 1933 a 1942, foi Chefe de Polícia do Distrito Federal, sob o governo do presidente Getúlio Vargas, época em que comandou feroz repressão aos comunistas e demais opositores da Ditadura. Esse período deixou um saldo de cerca de 20 mil presos, centenas de torturados e assassinatos. Foi eleito senador da república nos anos de 1947, 1957, 1962, 1970. No último período era presidente do Senado e veio falecer em um desastre aéreo em Paris, na França, em 1973. De 1969 a 1973, exerceu a presidência da ARENA, partido que dava sustentação ao Regime Militar.

Esse movimento pela troca de nomes de ditadores ou seus colaboradores por personalidades que foram presas, torturadas e/ou assassinadas pelos regimes autoritários é algo que vem ganhando força no país. Exemplo recente aconteceu em na cidade de Salvador, onde o nome da tradicional Escola Estadual “Emílio Garrastazu Médici”, homenagem ao general presidente ditador, foi substituído por “Carlos Mariguella”, baiano, ex-deputado federal constituinte de 1946, poeta e comandante de guerrilha contra o regime militar, após votação democrática da comunidade escolar.  Outra atitude exemplar foi a decisão do Congresso Nacional em anular o ato arbitrário e ilegal, editado pelo Congresso Nacional em 1º de abril de 1964, que destituiu o presidente João Goulart da Presidência da República e, conseqüentemente, a devolução simbólica do seu mandato presidencial.

É a jovem democracia brasileira que em seus 20 anos de existência começa a frutificar!

Assim, prefiro ficar do lado da minha camarada Ana Maria Prestes, do que ficar ao lado do suplente de senador Cidinho Santos.

 

miranda-muniz

 

  • Miranda Muniz – agrônomo, bacharel em direito, oficial de justiça-avaliador federal, diretor de comunicação da CTB/MT – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e secretário sindical do PCdoB-MT
Cidinho Santos, suplente do senador Blairo Maggi, da bancada do PR, tem se posicionado contrário à mudança

Cidinho Santos, suplente do senador Blairo Maggi, da bancada do PR, tem se posicionado contrário à mudança

 

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ALA DA DISCÓRDIA

Senado quer mudar nome de corredor que homenageia político ligado ao regime militar

Tramitam na Casa atualmente três projetos de resolução que pretendem trocar o nome da ala que homenageia o ex-senador Filinto Müller por seu vínculo com o regime militar

Étore Medeiros

Sete senadores ocupam gabinetes na ala polêmica, atrás da biblioteca e a mais distante do plenário  (Daniel Ferreira/CB/D.A Press)
Sete senadores ocupam gabinetes na ala polêmica, atrás da biblioteca e a mais distante do plenário

 

Brasília – “Logo no início, ao assumir o mandato, quando eu passava o endereço do gabinete para outras pessoas, sempre havia o questionamento: justo nessa ala?”, lembra a senadora Ana Rita (PT-ES). A presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal se sente incomodada por trabalhar em um setor batizado em homenagem a Filinto Müller, ex-parlamentar ligado a duas ditaduras militares no país (veja perfil). Somente na atual legislatura, são três os projetos de resolução que pedem a troca do nome da ala pelo de outros ex-senadores. Ana Rita propõe Luís Carlos Prestes, líder histórico do comunismo no país. Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que também ocupa um gabinete no mesmo local, sugere Jamil Haddad, ex-ministro da Saúde. Embora tenha gabinete em outro setor, Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) quer que o espaço passe a homenagear o ex-presidente Juscelino Kubitschek.Há 11 anos, tramitou no Senado o primeiro pedido de alteração do nome da ala. Em 2003, o então senador Sérgio Cabral Filho (PMDB-RJ) tentou rebatizar o espaço com o nome do ex-senador Nelson Carneiro. O projeto acabou rejeitado. “O autor da proposição (…) naturalmente ignora a profunda estima e respeito que o saudoso senador Filinto Müller angariou no Congresso Nacional. (…) Ao dar o seu nome a uma importante ala do nosso complexo arquitetônico, o Senado quis exatamente homenagear um dos seus mais atuantes integrantes”, diz trecho do relatório, elaborado por Edison Lobão (PMDB-MA).“Pretendo ver se a gente retoma isso este ano. Não havia, naquele momento (2012), acordo com relação ao nome que seria dado. Diante de outras demandas importantes, esse assunto ficou meio que parado”, lamenta Ana Rita, cuja proposição levou um ano e meio para sair da Comissão de Educação e chegar à de Constituição e Justiça, em novembro de 2013. “Não é uma questão pessoal, é política. A mudança do nome tem uma grande importância para aqueles que querem garantir que se faça justiça com relação ao que aconteceu no período da ditadura”, explica a senadora. Para ela, o ambiente criado pelos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade (CNV) torna o contexto propício para a alteração. “Trocar o nome é algo simbólico, significa muito. Há um momento favorável para se trocar esse nome, embora não haja acordo dentro do Senado”, explica.“Só o fato de três senadores da atual legislatura buscarem mudar o nome, demonstra que ele (Müller) não está à altura da homenagem”, crava Rollemberg. “Quando se homenageia uma autoridade, é pelo seu papel na construção de um país melhor”, complementa. Para o senador, Müller foi um político “expressivo”, mas sem atuação “positiva”. Assim como Ana Rita, Rollemberg  acredita que a oportunidade de mudança está nas mãos da atual legislatura, mas com uma análise diferente. “As investigações (da CNV) são importantes, mas neste momento celebramos o mais longo período democrático da história do país. Não faz sentido homenagear uma pessoa identificada com a ditadura e a tortura.” Atualmente, são sete os senadores que ocupam os gabinetes da ala Filinto Müller, escondida atrás da Biblioteca do Senado e a mais distante do plenário da Casa.

 (O Cruzeiro/Arquivo EM - 1930)

A estudante goiana Francelly Ferreira de Souza, de 23 anos, que esteve na visita guiada ao Congresso na sexta-feira, concorda com a alteração do nome. “Eu não homenagearia uma pessoa que tenha participação negativa na história”, critica. Já o namorado dela, Felipe Dias Araújo, 19 anos, tem análise mais próxima à de Lobão. “Eu acho que tem que manter (o nome). Mesmo que não tenha trazido muitas coisas positivas, fez parte da história do Brasil”, opina o estudante mineiro.

Prisões e tortura
Filinto Strubing Müller (D) nasceu em Cuiabá (MT), em 1900. Como militar, participou das revoltas tenentistas do início dos anos 1920. Durante a ditadura do Estado Novo (1937-1945), comandou a polícia política de Getúlio Vargas (E), acusada de prisões arbitrárias e tortura de adversários. É imputada a Müller a deportação de Olga Benário, mulher de Luís Carlos Prestes, para a Alemanha. Judia, ela acabou executada. Durante a ditadura militar, foi presidente da Arena, partido de apoio aos militares. Presidia o Senado, em 1973, quando morreu no incêndio do voo Varig 820, na França, que vitimou 123 pessoas.

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Ana Rita quer homenagear Carlos Prestes no Senado

O senador constituinte (1946) Luiz Carlos Prestes poderá ter sua trajetória homenageada pelo Senado Federal. O Projeto de Resolução 36/2011, apresentado pela senadora Ana Rita (PT-ES) propõe mudar a denominação da “Ala Senador Filinto Müller”, rebatizando-a com o nome do líder comunista. A matéria tramita na Comissão de Educação.

Filinto Muller foi a figura máxima do Integralismo, versão brasileira do fascismo, e entrou para a história como chefe da polícia política da Ditadura do estado Novo. Luiz Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”, líder da marcha de insurgentes conhecida como a Coluna Prestes, foi preso junto com a mulher, Olga Benário, por sua participação no Levante Comunista de 1935. Ele passou 10 anos na cadeia. Olga, judia alemã, foi deportada para seu país de origem, onde foi executada pelo regime nazista no campo de concentração de Bernburg, em 1942.

O projeto de Ana Rita recebeu parecer contrário do relator, senador Benedito de Lira (PP-AL), segundo o qual a troca de nomes “abriria precedentes” para outras mudanças movidas por “oscilações políticas e as reavaliações”. A matéria, porém, conta com apoio expressivo na CE. “Só lamento não ter tido idéia, mesmo tendo tido um gabinete naquela ala durante oito anos”, afirmou Cristovam Buarque (PDT-DF).

Para Cristovam, o mérito da proposta de Ana Rita é reverter a “amnésia” representada pela manutenção do nome de Filinto Müller em um das alas do Senado. “Anistia não é amnésia”, afirmou o senador pedetista. A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) também manifestou apoio ao projeto. “A homenagem ao senador Luiz Carlos Prestes é indispensável. Mas especialmente indispensável é modificar o nome atual”.

A senadora baiana lembrou que a Europa pós-fascista retirou da vida pública todos os símbolos dos regimes totalitários. “A memória de Filinto Müller está profundamente ligadas à prática da tortura política ao pensamento nazi-fascista no Brasil.”. Randolfe Randolfe Rodrigues (PSol-AP) destacou que o nome de Müller “não combina com a democracia. Toda sua trajetória foi pautada em obstruir o símbolo da democracia, que é o Parlamento. Ele foi o notório torturador do regime do Estado Novo.”

A proposta de Ana Rita entrou na pauta da Comissão uma semana depois da instalação da Comissão da Verdade, destinada a apurar denúncias de abusos de direitos humanos durante o período do regime militar. Müller apoiou o regime, presidiu a Arena, partido da ditadura, e foi líder do governo no Senado até 1973, quando morreu em um acidente aéreo.

Com informações da assessoria da senadora Ana Rita

 

10 Comentários

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  1. - Responder

    Nenhum dos dois,para o senado e o povo brasileiro fica sugerido ala PEDRO SIMON.Os dois anteriores, somadas todas as virtudes e são poucas,,não valem meio Pedro!

  2. - Responder

    Osmir, meu filho, então manda matar o Pedro Simon porque a homenagem é proibida para pessoas vivas.

  3. - Responder

    Felinto torna-se minúsculo diante de Prestes. Aliás, é minúsculo diante da História do Brasil. Serviu a dois regimes ditatoriais, numa inimizade mortal com a democracia. Ainda ouvimos as masmorras administradas por Felinto e a memória do País clama por justiça… então que se retire seu nome da casa do povo para remetê-lo ao esquecimento e ao silêncio destinados aos… inimigos da Liberdade. Cidinho, tanto quanto Felinto, envergonha Mato Grosso.

  4. - Responder

    Este estado está cheio de nome de ruas , ginásios, rodovias e até plenário de camara de vereador . Embora isso não seja justificativa , mas essa de não nomear nada com nome de vivo nunca colou.
    Sobre a troca em questão a verdade é que isso é uma bobagem dessa senadora , afinal querer desqualificar o matogrossense depois de tanto tempo é algo que cheira a coisa de quem não tem oque fazer , ou melhor coisa de petista recalcada. Ora se o senador era isso ou aquilo , agora nÃo interessa mais ; e depois trocar por esse Luiz C. Prestes não muda nada , pois garanto que tem um monte de gente que pensa dele o mesmo que querem
    dizer do F. Muller.
    Enfim uma legitima “bestage”.

  5. - Responder

    É… Ruas tem razão… segurar o rabo de foguete do Filinto com sua folha corrida é uma “bestage” enorme. Mas a História precisa ser recuperada para ocupar o lugar da ficção erigida em torno de Filinto. É a História exigindo passagem e cobrando os responsáveis pela “estória” sem sentido e mentirosa… Por outro lado, a figura histórica e inapagável de Prestes exige justiça e clama pela verdade.

  6. - Responder

    Não tem nem como comparar a história de Felinto com o grande Luiz Carlos Prestes. Sobre este se escreveram livros, fizeram-se filmes e monumentos. Já o chefe de polícia da ditadura de 37 mereceu um único livro: “Falta alguém em Nüremberg”, traçando o perfil do homem que mandou para à morte nas mãos dos nazistas, justamente a mulher de Prestes.

  7. - Responder

    de norte a sul, de leste a oeste, o povo todo diz: luiz carlos prestes!

  8. - Responder

    PUTS.. ESQUERDA .. PENSEI QUE ESSA B,,,TA TIVESSE RUÍDO COM A URSS .. SÓ RESTOU UMA ILHA DO DITADOR LOUCO .. E TAMBÉM TEM UM LOUCO LÁ PELAS BANDA DA TERRA DO SOL NASCENTE.. AQUELE QUE PARECE UM …. LOIDE. SÓ FALTAVA ESSAS DE ESQUERDA .. O PT TÁ MAIS PRA DIREITA … ESSA DE BOLSA FAMÍLIA … É SÓ PRA SE MANTER NO PODER.. DESDE QUANDO BOLSA FAMÍLIA REPRESENTA UMA CONQUISTA DA CLASSE DE TRABALHADO.. NA VERDADE É UM GOLPE PRA QUE TRABALHA E SUSTENTA ESSA NAÇÃO

  9. - Responder

    É trocar 6 por meia-dúzia, pois se o Filinto Müller foi um histórico de aliado e membro de ditaduras brasileiras, o Prestes sempre esteve ao lado do Regime Soviético, a mais feroz ditadura de todos os tempos.

  10. - Responder

    Jingle Detefon original:
    “Na sua casa tem barata? Não vou lá.
    Na sua casa tem pulga? Não vou lá.
    Na sua casa tem mosquito? Não vou lá.
    Peço licença pra mandar Detefon em meu lugar”.

    Paródia de Alvarenga & Ranchinho:
    “Na sua casa tem integralista? Não vou lá.
    Na sua casa tem comunista? Não vou lá.
    Na sua casa tem socialista? Não vou lá.
    Peço licença pra mandar Filinto Muller em meu lugar”.

    Hahahaha Jingles são ótimos, melhor ainda essa versão política.

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