DEU NO RD NEWS: Inquérito da Operação Ararath, deixa entrever que, com acesso aos milhões fornecidos pelo banco clandestino de Junior Mendonça, o deputado Riva pode ter montado esquema milionário de controle dos deputados na Assembleia e de pagamento a “jornais amigos e aos jornalistas amestrados”

Operação Ararath – Maggi, Trimec, Piran, Regenold, Seror, Vivaldo, Campos Neto by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Encomind, Tocantins Adv, Bosaipo, Chico Galindo, Mauro Mendes by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Bic Banco, Éder Moraes e Ortolan by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Piran, precatórios, Andrade Gutierrez, Encomind by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Denúncia contra Éder, Laura, Vivaldo e Cuziol by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Busca e apreensão Alencar Soares e Sérgio Ricardo by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Busca e apreensão Junior Mendonça by Enock Cavalcanti

Pelo que revela trecho do inquérito da Operação Ararath, publicada pelo RD News, dados apontam que Geraldo Riva e Éder Moraes movimentaram intensamente o dinheiro que o banco clandestino operado pelo empresário Junior Mendonça colocava à sua disposição. As informações foram fornecidas pelo próprio Junior Mendonça, em delação premiada

Pelo que revela trecho do inquérito da Operação Ararath, publicada pelo RD News, dados apontam que Geraldo Riva e Éder Moraes movimentaram intensamente o dinheiro que o banco clandestino operado pelo empresário Junior Mendonça colocava à sua disposição. As informações foram fornecidas pelo próprio Junior Mendonça, em delação premiada

LAVAGEM DE DINHEIRO

Riva pode ser elo de envolvimento de deputado em fraude, diz inquérito

Camila Cervantes, do RD NEWS

Reprodução

trecho_riva.jpgTrecho do inquérito em que mostra como o deputado Riva atuava para realizar empréstimos junto a Junior Mendonça

O deputado estadual José Riva (PSD) supostamente se valia do esquema clandestino de lavagem de dinheiro, por meio do BicBanco, operado pelo empresário Junior Mendonça, para obter recursos milionários, incompatíveis com sua remuneração como parlamentar. Segundo inquérito da Operação Ararath, para conseguir as movimentações financeiras, Riva usava nome de terceiros para dissimular a origem e o destino dos recursos obtidos. Os pagamentos de empréstimos que teriam sido tomados pelo deputado eram feitos por Edemar Adams (já falecido), ex-diretor da Assembleia.

Conforme relatório preliminar, ficou evidenciado um esquema para a obtenção de recursos por parte do ex-secretário estadual de Fazenda Eder Moraes (PMDB), do ex-governador, hoje senador Blairo Maggi (PR), do governador Silval Barbosa (PMDB), bem como Riva, “configurando os crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira e lavagem de dinheiro”. Diante da situação, ao realizar as transições bancárias com Riva, Junior Mendonça, em depoimento, destaca que desconfiou se tratar de lavagem de dinheiro, uma vez que sabia que os rendimentos do social-democrata, como deputado, eram insuficientes para efetuar tais empréstimos.

Isso porque, segundo ele, Riva sempre apresentou a função de deputado como sua única profissão. “os empréstimos tomados por Riva não poderiam ser quitados no prazo estabelecido somente com o salário de deputado estadual, até porque Riva nunca declarou a origem dos recursos para pagamento das dívidas, mas sim que Edemar iria providenciar”, diz trecho do inquérito. Segundo informações, de 2006 a 2010, o empresário movimentou cerca de R$ 10 milhões com o deputado.

Reprodução

riva_inquerito_interna.jpgDeputado estadual José Riva (PSD)

Na negociata, algumas pessoas jurídicas foram usadas para a efetivação dos pagamentos, a fim de ocultar a origem do dinheiro. De acordo com Mendonçã, após a primeira operação de empréstimo, quem pagava as dívidas era Edemar, à época, secretário geral do Legislativo, por meio de dinheiro em espécie. Em algumas ocasiões, segundo depoimento, o próprio Riva justificava que a quantia emprestada seria “para atender as necessidades do sistema”. “Junior Mendonça certa vez questionou Riva sobre o que seria o sistema. Este relatou que seriam deputados da Assembleia e a imprensa”.

Após o falecimento de Edemar, em outubro de 2010, os empréstimos foram diminuindo. Sendo assim, o inquérito revela que Riva assumiu os pagamentos dos empréstimos, sem intermédio de outra pessoa. “A quitação desses empréstimos, em sua maioria, se dava na forma de dinheiro em espécie, mas algumas vezes recebeu por meio de pagamento de terceiros, na conta corrente da empresa Globo Fomento, nas contas 65400 e 64595, agência 1263 do Banco Bradesco”.

Em seu depoimento, Mendonça ainda ressalta que Riva utilizava como depositante a empresa de fachada L.B. Notari e CIA LTDA ME, cujo proprietário era Avilmar de Araújo Costa, nos valores de R$ 99.590 mil e R$ 90.410 mil, tendo como favorecido Globo Fomento Mercantil. A empresa tem sede em Juara, principal base eleitoral de Riva. Conforme o inquérito, Mendonça se encontrava com Avilmar na ante-sala da Presidência da Assembleia, que à época era ocupada por Riva. Avilmar chegou a ser preso, em Minas Gerais, portanto altas somas de dinheiro em espécie, sem comprovação de origem ilícita e com cheques do Legislativo. O fato causou polêmica, na ocasião, porque Riva afirmou que a Assembleia não emita cheques há tempos.

Outro lado

Procurado pelo Rdnews, o advogado do deputado Riva, Valber Melo, não atendeu nem retornou as ligações.

2 Comentários

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  1. - IP 200.103.7.99 - Responder

    CADÊ OS VERMES PARASITAS COMENTARISTAS…????

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  2. - IP 200.103.7.99 - Responder

    SERÁ QUE O HAMSTER ANÃO VAI SER CAÇADO PELOS CARRAPATOS QUE VIVEM NO SEU PRÓPRIO COURO???

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