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DEU A LOUCA NO PARLAMENTO: péssimo exemplo de Pedro Taques e demais parlamentares da Oposição desnorteada em Brasília, parece que contaminou a Nação e se desdobra em Mato Grosso, onde o Tribunal de Justiça resolveu impedir os vereadores da Câmara de Cuiabá de fazerem política. A desembargadora Maria Aparecida é candidata a que? LEIA A DECISÃO

Desembargadora Maria Aparecida suspende sessão da Câmara de Cuiabá by Enock Cavalcanti

Pedro Taques, no Senado Federal, João Emanuel, na Câmara de Cuiabá, e Maria Aparecida Ribeiro, no Tribunal de Justiça: apertem os cintos, parece que a política sumiu!

Pedro Taques, no Senado Federal, João Emanuel, na Câmara de Cuiabá, e Maria Aparecida Ribeiro, no Tribunal de Justiça: apertem os cintos, a política sumiu!

 

Sem força política para impor seus argumentos pelo voto, dentro do Congresso Nacional, em Brasília, a Oposição desnorteada e comandada pelo PSDB tenta conseguir no Supremo Tribunal Federal uma decisão que lhe garanta o direito de promover uma CPI eleitoreira contra o governo da presidente Dilma Roussef, usando como desculpa a questionada compra de uma refinaria pela Petrobrás nos Estados Unidos.

E lá está o senador Pedro Taques, bancando o rebelde sem causa, ao invés de trazer soluções para o drama dos cidadãos que penam nas filas das Policlínicas em Cuiabá, desatendidas pela administração do Prefeito Mauro Mendes, bancando o rebelde sem causa, repito, quando há tantas causas populares a reclamarem por patronos mais dignos aqui mesmo em Mato Grosso.

A judicialização da política avança, por falta de coragem e competência de alguns para sustentar o debate pelos argumentos e pelo voto. O caso, agora, se repete em Cuiabá, com esse picaresca suspensão da sessão da Câmara Municipal que analisaria o relatório da Comissão de Ética que propõe a cassação do mandato do vereador João Emanuel.

Eu jamais pensei que chegaria esse dia, mas nesta terça-feira, ouvindo e lendo as entrevistas do vereador Júlio Pinheiro, fiquei com a impressão de que o vereador Júlio Pinheiro é o cara.

Traduzindo, certamente, a perplexidade dos cidadãos cuiabanos, que viram a sessão da Câmara, nesta terça-feira, ir por água abaixo, devido à decisão surpreendente da desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, Júlio Pinheiro espalhou a brasa. “Se tiver ingrediente de pizza, está no Tribunal de Justiça e não na Câmara Municipal de Cuiabá”.

“Nessa decisão, a magistrada volta atrás em um ato que ela mesma já havia considerado legal em outra decisão do dia 12 de março e contradiz o que havia dado como procedimento correto na outra decisão. Isso não se faz, emitir uma decisão dessas horas antes de iniciarmos a sessão” – explodiu Júlio Pinheiro. E a verdade é que ninguém entendeu patavina. Só viu foi que, no final das contas, por conta do que a desembargadora decidiu, o vereador já tantas vezes denunciado, ganhou um novo fôlego para continua vereador, mesmo com o céu desabando sobre sua cabeça.

É que a desembargadora Maria Aparecida parece que não tem a cancha da ministra Rosa Weber que, já faz uns bons dias, vem enrolando diante do pedido da Oposição desnorteada em Brasilia que quer por que quer que o Supremo Tribunal Federal assuma as rédeas do Congresso Nacional.

Apertem os cintos, a política sumiu.  Pedro Taques, aquele senador que pensávamos que iria ser o guardião da Constituição, agora só pensa em faturar a eleição que se aproxima e segue bancando o sucessor do Demóstenes Torres, lá em Brasilia, sempre à caça de chifre em cabeça de cavalo para tentar dar uma queimadinha na presidenta Dilma diante das câmeras de televisão e fazer o comercial do seu grupo política. Pedro Taques desdenha o papel altaneiro da chamada Câmara Alta e se derrete diante das luzes de uma câmera de televisão.

“O que se está se fazendo aqui nessa Casa é um julgamento político, não jurídico” – disse em Cuiabá Júlio Pinheiro, assumindo, de repente, assume do Conselheiro Acácio, passando a dar aulas para os desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, quem diria.

Em audiência com os vereadores de Cuiabá, o desembargador Orlando Perri, presidente do TJ, tentou botar panos quentes na questão.  O presidente da Câmara de Vereadores, Júlio Pinheiro, chegou bufando na sala da presidência do Tribunal, dizendo que pretendia ingressar com uma representação contra desembargadora Maria Aparecida junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por conta de sua decisão surpreendente.

Orlando Perri, com a paciência que Deus lhe deu, relata: “Procurei esclarecer aos vereadores que não há má fé, não há dolo da magistrada desembargadora Maria Aparecida, o que pode ter ocorrido, teoricamente ter ocorrido, são equívocos na decisão por ela proferida e isso não se faz através de representações, seja na Presidência do Tribunal, muito menos no Conselho Nacional de Justiça”.

Será que a desembargadora Maria Aparecida Ribeiro cometeu um equivoco teórico ou um equivoco muito concreto? De repente, vejo toda a cidade de Cuiabá a debater as decisões do Tribunal de Justiça e a judicialização da política.

Existem no ar muitas  perguntas que não querem calar. Júlio Pinheiro, sempre esbravejando, já andou sugerindo por aí que a próxima sessão,  da Câmara de Cuiabá seja transferida para um dos plenários do Tribunal de Justiça. Será que a desembargadora Maria Aparecida aguentará uma coisa dessas? Será que os desembargadores, se tiverem que tomar os lugares dos vereadores, se comportariam também como trapalhões?

Se já estavam confusas, depois dessa intervenção inesperada do Tribunal de Justiça, a verdade é que as coisas, em nosso parlamento municipal, ficaram mais confusas ainda. Durma-se com um barulho desses.

Ah, quanto a essa desculpa de que o João Emanuel não viu o tal vídeo da trapaça, ele bem que poderia levantar argumentação menos questionável, já que esse vídeo está disponível em diversos saites, em diversos bolichos da cidade e vem sendo servido nas manhãs, tardes e noites de Cuiabá como um exemplo acabado de escracho político-partidária.

6 Comentários

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  1. - Responder

    No rito do julgamento politico até onde sei a Lei (ou regimento interno) também deve ser seguida! Não foi por falta de tal observância que o Ralf Leite voltou com direito a receber os atrasados? Em vez de criticar a Desembargadora devia criticar esses vereadores trapalhões que não dão uma dentro!

  2. - Responder

    Essa Desembargadora se apegou numa mera formalidade ‘DVD” ora esse DVD está nas redes sociais passou até Rede Globo será que o vereador quase cassado não viu??? rsrsrs e nem a Desembargadora viu o DVD????

  3. - Responder

    Então o Senador Pedro Taques quer a investigação da Petrobrás e o governo federal, com toda a esquerdotralha é contra?

    Está certo o Pedro Taques. Errados estão os que querem jogar a sujeira para debaixo do tapete da Dilma.

  4. - Responder

    Enoque até a presidenta da empresa, confirma que houve roubo e você fica ai com essa bira contra Taques? Então por que você critica a omissão deste bando de catetos, que alimentamos naquela pocilga pomposamente chamada de AL? Qual a diferença desta base do PT com os da AL? Pedrão toma pau só por não concordar com o PT em nível nacional? Onde fica a tua coerência?

  5. - Responder

    SE A CPI DA PETROBRÁS É ELEITOREIRA, O QUE DEVEMOS FAZER COM A ROUBALHEIRA QUE ASSOLA A MAIOR EMPRESA BRASILEIRA?

    TEM ALGUMA SUGESTÃO ENOCK? OU VC ACHA QUE DEVEMOS CONTINUAR QUIETINHOS E OBEDIENTES COMO A SUA PESSOA?

    ESSES PETISTAS DESTROEM TUDO QUE TOCAM, DEUS ME LIVRE.

    ESPERO QUE ESSE PESADELO DE GOVERNOS PETISTAS ESTEJA PRÓXIMO DO FIM.

  6. - Responder

    Isto é uma palhaçada.

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