Depois do julgamento sem provas, dos grampos sem áudio, agora temos a entrevista sem entrevistado. Faltando poucos dias para a eleição, “Veja” e Roberto Civita tentam levar Serra, candidato à prefeitura de São Paulo, para o segundo turno.

Mais uma vez atuando como veículo líder do Partido da Imprensa Golpista, a revista "Veja", do grupo Abril, comandado pelo empresário Roberto Civita, investe contra o presidente Lula, com evidente expectativa de influir no processo eleitoral em andamento, atualmente, no Brasil

Quem vai dar o golpe no Brasil?
Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Agora vocês entendem porque eu ataco tão violentamente a tese de que é possível governar sem base legislativa, sem força política? Essa é uma tese perigosíssima, sobretudo para a esquerda, que não tem apoio da mídia, e que apenas conta com apoio do empresariado enquanto a economia for bem. Há um setor do empresariado progressista, ligado à produção, mas há também um setor financeiro reacionário, corrupto, profundamente insatisfeito, por exemplo, com a concorrência dos bancos públicos e a determinação do governo de reduzir spread e juros.

Um país de economia diversificada como o Brasil, e com tantos recursos naturais, encontrará financiadores para qualquer aventura golpista, sendo que a estratégia pós-moderna é o golpe branco, por dentro da lei, baseado na manipulação da informação.

A guerra do Iraque, por exemplo, foi um golpe branco, um conluio entre a indústria bélica, mídia e setores do governo, para arrancar do contribuinte americano alguns trilhões de dólares. Conseguiram. A guerra pode ter sido um fiasco, e a mídia depois confessou que mentiu, mas o dinheiro foi embolsado pelos barões das armas. Do ponto-de-vista financeiro, portanto, a guerra foi um sucesso absoluto.

Recentemente, testemunhamos na América Latina dois golpes brancos: em Honduras e no Paraguai.

O do Paraguai, mais recente, chocou a opinião pública brasileira, mas contou com apoio da mídia (a nossa, e a deles também, claro) e de setores da direita (a nossa e a deles).

E agora vemos o Supremo Tribunal Federal realizando um julgamento não ortodoxo do mensalão, condenando sem provas, encarnando um estarrecedor tribunal de exceção. Confiram a entrevista com Wanderley Guilherme dos Santos para a Carta Capital.

No que toca à mídia, não faltará disposição. Esta é a razão do título do post, que é uma citação de um livro publicado por Wanderley em 1962, no qual ele analisa a situação política e prevê o que irá acontecer. Não quero acreditar em golpe no Brasil. Acho que não chegaremos a tanto, mas golpe é golpe justamente por ser uma surpresa. Ninguém contava com o golpe de 64, assim como não contavam em Honduras ou Paraguai. Um pouco de paranóia, se dosada com bom senso, não faz mal a ninguém.

A Veja desta semana traz uma reportagem bombástica de capa. Depois do julgamento sem provas, dos grampos sem áudio, agora temos uma entrevista sem entrevistado. A revista traz revelações dadas por Marcos Valério que não foram ditas por Marcos Valério, mas colhidas em depoimentos de parentes, amigos e associados. Ou seja, a velha e boa fofoca ganhou status de entrevista e matéria jornalística. PS: Marcos Valério não apenas não deu a entrevista como não confirmou as informações nela contida.

Sabe o que é pior? As pessoas acreditam. Lembro que uma vez eu li uma matéria sobre uma pesquisa de cientistas ingleses, que descobriram que as pessoas tendem a acreditar mais em fofocas do que em seus desmentidos.

A reportagem ataca, obviamente, Lula, que é uma espécie de vilão-mor da Veja. Ela ocorre na mesma edição em que se publica uma resenha do último livro do blogueiro da revista, Reinaldo Azevedo, intitulada, muito criativamente, País dos Petralhas II.

O objetivo da matéria é criar um fato bombástico para repercutir nas primeiras páginas dos jornais de domingo, constará do Fantástico, e pautará os grandes órgãos de imprensa, aliados nessa estratégia. Faltando pouco mais de 20 dias para a eleição municipal, a Veja tenta levar Serra, candidato à prefeitura de São Paulo, para o segundo turno.

Não se trata de considerar Lula um intocável. Mas não se pode pautar a agenda política de um país com base em fofocas. Se Marcos Valério tem alguma coisa a dizer, que o diga de sua própria boca, e prove.

Nesse momento em que a direita se vê cada vez mais enfraquecida, não podemos baixar a guarda, porque o bicho se torna mais feroz quando está acuado. A esquerda tem de se fortalecer, ampliar sua base legislativa, fortalecer as instituições, e construir, paulatinamente, um sistema de comunicação mais democrático. O Brasil se tornou grande demais para ficar à mercê de meia dúzia de barões da mídia.

Para isso, o governo tem de fazer um PAC da Internet, investindo o que for necessário, urgentemente, para elevar a banda em todo país, porque somente a internet pode libertar o país do risco de um golpe branco midiático. Este PAC deveria conter os seguintes pontos:

– Consolidar, de uma vez por todas, uma banda larga de alta potência em todo país, ao custo menor possível.

– Incentivar a criação de canais de TV exclusivos de internet.
– Incentivar a criação de websites, blogs e portais jornalísticos e culturais, que sejam independentes de corporações. Sei que já existem milhares de websites e blogs independentes, mas quase nenhum é profissional. Para isso, entrará o investimento do poder público. Temos de fazer leis que obriguem municípios, estados e União a patrocinarem a mídia independente – a partir de critérios republicanos, evidentemente.

O Leviatã midiático está mais desesperado – e por isso perigoso – do que nunca. O novo lance da Veja deve nos preparar para o que virá em 2014. Em 2010, sofremos na pele o risco de um retrocesso brutal por conta da aliança entre grande mídia e oposição conservadora. Essa é a razão pela qual eu não acredito em aventureiros solitários. A guerra política não é para adolescentes mimados. Governos de esquerda, ou aliados à esquerda, tem de ser fortes, com base legislativa sólida e confiável, ancorado em processos consolidados de articulação política entre partidos, sindicatos, movimentos sociais, empresariado e sociedade civil. Se não for assim, se não agirmos com inteligência e coesão, estaremos expondo nosso povo a um risco que ele não merece correr.

Lula foi um grande estadista, mas o importante não é o indivíduo. É o projeto político. Esse projeto deve ser assegurado, porque a democracia, em si, não muda muita coisa, o que muda é a luta política no interior da democracia. A luta para assegurar crescimento econômico, empregos, juros baixos, mais investimentos em infra-estrutura, e aprimoramento constante dos serviços de educação e saúde oferecidos pelo poder público.

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CONFIRA O QUE DIVULGOU A SUA VEJA E A REPERCUSSÃO DA MATÉRIA

Mensalão
Marcos Valério envolve Lula no mensalão

Diante da perspectiva de terminar seus dias na cadeia, o publicitário começa a revelar os segredos que guardava – entre eles, o fato de que o ex-presidente sabia do esquema de corrupção armado no coração do seu governo

Rodrigo Rangel
DA REVISTA VEJA

Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.

Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o “predileto” do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si – mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.

Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. “Lula era o chefe”, vem repetindo Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF. A reportagem tem cinco capítulos – e o primeiro deles pode ser lido abaixo:

“O caixa do PT foi de 350 milhões de reais”

A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. “Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA”, afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. “Muitas empresas davam via empréstimos, outras não.” O fiador dessas operações, garante Valério, era o próprio presidente da República.

Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: “Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava”. Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002

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Serra defende investigação sobre Lula

Tucano, que vem usando mensalão para atacar rival do PT em SP, diz ser ‘oportuno’ que ex-presidente se manifeste

PT desqualifica relatos sobre a participação de ex-presidente no escândalo, mas teme impacto eleitoral em SP
DE SÃO PAULO
FOLHA DE BRASÍLIA

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, disse ontem que os relatos de que o ex-presidente Lula era o chefe do mensalão devem ser investigados pelo Ministério Público e a Justiça.

Sem citar Lula, Serra afirmou que as declarações atribuídas ao empresário Marcus Valério na revista “Veja” mostram “a gravidade daquilo que aconteceu no Brasil” e a “necessidade” de que as apurações sobre o caso sejam “aprofundadas, até por uma satisfação ao povo”.

“Agora elementos novos que devem, sim, ser investigados. Tudo o que é levantado na entrevista deve ser investigado”, disse o tucano. Ele disse ainda que seria “oportuno” que o ex-presidente se manifeste.

A oposição ao PT no Congresso engrossou o coro por um posicionamento de Lula. “O que eram suspeitas colocam-se agora como objeto real. O Brasil espera explicações”, José Agripino Maia, presidente do DEM.

Em público, petistas evitaram repercutir as declarações atribuídas a Valério. Numa menção velada, o presidente do PT, Rui Falcão, disse que “começaram as baixarias, mentiras e acusações falsas”, em evento de campanha, com Lula, em São Paulo.

Nos bastidores, no entanto, a reação foi ruidosa. Integrantes do partido disseram haver risco de impacto na campanha de Haddad, já que José Serra tem explorado o mensalão para atacar o petista no horário eleitoral.

O tucano e o petista aparecem empatados tecnicamente nas últimas pesquisas de intenção de votos, o que acirrou a troca de farpas.

As acusações trazidas pela revista devem ser incorporadas à propaganda tucana.

Ontem mesmo o site de campanha de Serra já veiculava relatos e fotografias sobre a reportagem da ‘Veja’.

O PSDB acredita que o impacto do julgamento do mensalão sobre a população será maior nas próximas semanas, quando o destino de políticos da cúpula do PT, como José Dirceu e Delúbio Soares, entrará na pauta do STF.

No comitê de Haddad, a estratégia é desqualificar a reportagem. Coordenador da campanha, o deputado Simão Pedro (PT) disse que “uma pessoa [Valério] que, depois de condenada, muda a versão dos fatos não merece credibilidade”.

Haddad seguiu a mesma linha. “É um comportamento normal de pessoas que sofrem processos dessa natureza, de cada hora apresentar uma versão. Isso vai acontecer com aquelas pessoas mais fragilizadas que foram condenadas”, disse, ao comentar o tema ontem de manhã.
 Mensalão o julgamento

Valério acusa Lula de ser o chefe do esquema, diz revista

Empresário teria afirmado que mensalão movimentou R$ 350 milhões

Advogado do réu dá versões distintas sobre declaração; em comício, Lula exorta petistas a defenderem a ‘camisa’
DE BRASÍLIA
FOLHA DE SÃO PAULO

O empresário Marcos Valério de Souza acusou o ex-presidente Lula de chefiar o mensalão e disse que o PT desviou R$ 350 milhões para o esquema -quase o triplo do valor investigado-, segundo reportagem da revista “Veja” desta semana.

De acordo com a revista, Valério disse a pessoas próximas que Lula só não foi para o banco dos réus porque houve um silêncio por parte dele e dos petistas José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil, e Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido.

“Não podem condenar apenas os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé [Dirceu] não falamos”, afirmou Valério, segundo a revista. E concluiu: “Lula era o chefe”.

A Procuradoria-Geral da República fala que o mensalão foi alimentado por desvio de R$ 136 milhões. “O caixa era muito maior. O caixa do PT foi de R$ 350 milhões”, teria dito Valério.

Lula não foi acusado pela Procuradoria e nega ter tido relação com o empresário.

O ex-presidente participou de três comícios ontem. Não deu entrevistas nem citou o mensalão, mas apesar de dizer que o PT é o único partido que tem coragem de ir às praças públicas, manifestou desconforto com a ausência de militantes nas ruas.

“Cadê aquilo que aprendemos a fazer ao longo da nossa história? Levantar de manhã, não ter vergonha da nossa bandeira? Não ter vergonha da nossa camisa?”, discursou em Capão Redondo, extremo sul de São Paulo.

VERSÕES

À Folha o advogado de Valério, Marcelo Leonardo, disse num primeiro momento que não confirmava nem desmentia as declarações do cliente. Mais tarde, afirmou que Valério negou o teor da reportagem. “Ele não deu entrevista e negou toda a matéria, inclusive as declarações.”

Valério foi condenado no julgamento do Supremo Tribunal Federal por três crimes até agora: corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.

O texto da revista diz que o revés no Supremo tem levado ele a contar o que sabe a amigos. Por exemplo, encontros no Palácio do Planalto com Lula. “Do Zé ao Lula era só descer a escada. Isso se faz sem marcar. Ele dizia: ‘Vamos lá embaixo, vamos’.”

O ex-presidente também teria viabilizado empréstimos bancários a Valério -os mesmos que o STF considerou fraudulentos.

A “Veja” diz ainda que o empresário teme ser morto e que o petista Paulo Okamotto, amigo de Lula, teria sido designado pelo PT com o objetivo de mantê-lo calado.

O empresário afirmou que Okamotto chegou a dar um “safanão” em sua mulher, Renilda Santiago, quando ela o procurou para pedir ajuda.

Ainda segundo a “Veja”, Valério mencionou encontros privados de Delúbio e Lula no Palácio do Alvorada. “O Delúbio dormia no Alvorada.”

O advogado de Delúbio, Celso Vilardi, disse que seu cliente não iria se manifestar.

O advogado de Dirceu, José Luis de Oliveira Lima, afirmou que a reportagem da “Veja” é “leviana”.

Ontem Marco Aurélio Mello, do STF, disse que as supostas declarações não influenciam no julgamento, mesma posição manifestada reservadamente por outros ministros. “A ação penal 470 [mensalão] já está finalizada e, quanto à prova, fechada.”

8 Comentários

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  1. - IP 200.101.113.10 - Responder

    Os petistas agora vão passar a eternidade falando em julgamento sem provas, mas a verdade é que foram pegos com a boca na botija, ou seja, do caixa. Tudo provado, condenação justa. Cometeu corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Vai para a cadeia. Os chefões também têm que ir. E eles estão implicados em muito mais sujeira, basta ver o esforço que estão fazendo para que não se apure nada contra a Delta Construtora. Não adianta falar que é ataque injusto, pois é aenas a punição de desonestos.

  2. - IP 187.7.247.109 - Responder

    É brincadeira essa reportagem né! Todo mundo sabe que o Sr. Luiz Inácio foi, é e será o PT brasileiro, nada se faz naquele partido sem seu consentimento. Não adianta tapar o sol com a peneira, esse homem prestou seu serviço ao Brasil, mas trata-lo como ícone da honestidade brasileira é extremamente irresponsável.
    O escritor dessa reportagam foi infeliz, pois todos sabem e alguns aceitam que o LULA foi o mentor dessa tentativa de perpetuação no poder.

  3. - IP 189.75.99.174 - Responder

    Lula é maior 171 do Brasil. Se fosse um zé da esquina que tivesse roubado uma lata de sardinha, esse caboclo iria chupar uns dois anos de jega. Aqui o esquema é de quase bilhões, pra não fugir da regra, não vai dar em nada!

  4. - IP 187.53.137.45 - Responder

    Dizer que este julgamento esta sendo feito sem provas é um descalábrio! Este nobre articulista, não deve estar acompanhando o julgamento, ou infelismente esta acomedtido da “cataratá” petista para não ver o que é óbvil e a “surdez” lulista para não ouvir o que se é diso daquele tribunal. O PT, esta nú, e parece que ninguém vê, este caso que esta sendo julgado pelo STF mostra que o PT é tudo aquilo que ele sempre criticou quando era oposição. Espero que as pessoas envolvidas neste caso do mensalão sejam julgadas exemplarmente, para que nos cidadãos não tenhámos a sensação que tudo não passe de um teatro, onde tudo pode ser arranjado, comprado. Esperamos que esses ministros façam a tão esperada “Justiça”, por esta nação.

  5. - IP 201.49.159.68 - Responder

    Enock,

    Você deveria pensar em mudar de ramo, como jornalista você daria um ótimo comediante.
    Quer fazer crer que o petista João Paulo Cunha, condenado por 9 a 2, foi condenado sem provas, e veja que um dos 2 (que votaram contra a condenação) foi o Tofoli, que nem deveria ter participado, por razões óbvias, isso só pode ser piada, aliás piada de muito mau gosto.
    Quer dizer que 9 ministros do STF não sabem avaliar provas?
    Além disso você fala como se conhecesse o processo, coisa que você com certeza não conhece, quero ver se você vai defender o Pedro também.
    Bem capaz de você dizer que o Pedro Henry é o mais inocente dos cidadãos, tudo pode quando é conveniente a canalhice PETISTA.

    PT nunca mais.

  6. - IP 200.96.244.2 - Responder

    Carlos Eduardo, concordo com vc, o Enock tá deixando a desejar. Ele tá muito Lulista e Petista em vez de jornalista.

  7. - IP 187.90.146.173 - Responder

    Esta matéria é uma verdadeira brincadeira. Desconsidera as provas, a honestidade dos membros do Poder Judiciário que apenas decidem com base nas fartas provas produzidas. É deprimente acessar um site que deveria cumprir com o trabalho jornalistico a ficar defendendo quadrilheiros.

  8. - IP 187.58.33.157 - Responder

    Em que planeta você vive???

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