PREFEITURA SANEAMENTO

Conselho Nacional do Ministério Público inocenta o promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes da acusação de envolvimento em conluio para favorecer Éder Moraes e esquema de corrupção montado à sombra do Governo do Estado de MT. Denúncia levantada pelas procuradoras da República Vanessa Scarmagnani e Denise Nunes Slhessarenko e respaldadas pelo procurador geral Rodrigo Janot parece que foi mesmo um ponto fora da curva. Terão elas a dignidade de reconhecer, publicamente, que erraram ao propiciar a atrapalhada invasão, pela Polícia Federal, das dependências do Gaeco, buscando pretensas provas contra Regenold?! Regenold também foi fustigado pelo seu colega de MT, o procurador Mauro Viveiros. LEIA DECISÃO DO CNMP

Conselho Nacional do MP inocenta promotor Marcos Regenold diante de denúncias levantadas pelo MPF, através… by Enock Cavalcanti

Procuradora da República Vanessa Scarmagnani, promotor de Justiça Marcos Regenold e procurador de Justiça Mauro Viveiros

Procuradora da República Vanessa Scarmagnani, promotor de Justiça Marcos Regenold e procurador de Justiça Mauro Viveiros

Como previu esta PAGINA DO E, blogue de um homem só, – mesmo trabalhando sem o auxilio da Policia Federal, como acontece com as doutas procuradoras da República -, o procurador Marcos Regenold Fernandes acaba de ser inocentado das sérias e graves denúncias que o Ministério Público Federal – através das procuradoras Vanessa Scarmagnani e Denise Nunes Slhessarenko, denuncias que foram respaldadas pelo procurador geral Rodrigo Janot – havia levantado contra ele.

Vejam que o promotor Marcos Regenold fora acusado pelo Ministério Público Federal de ter supostamente agido em favor do ex-secretário Éder de Moraes, em uma rocambolesca tentativa de ajudar Eder a desviar o foco das investigações da Polícia Federal na Operação Ararath e também, segundo a versao do MPF, para prejudicar os “inimigos políticos” do ex-secretário de Fazenda e Casa Civil. Esta versão do MPF, todavia, até agora sem mea culpa, não se sustentou.

As suspeitas do MPF foram motivadas por interceptações telefônicas onde apareceram duas conversas entre Éder e o promotor Regenold, cujos diálogos seriam indícios de amizade entre ambos. Marcos Regenold teve contra si levantadas uma série de suspeitas pelas duas procuradoras e também foi submetido a procedimento administrativo disciplinar perante a Corregedoria Geral do Ministério Público em Mato Grosso, comandada pelo seu colega de Ministério Público Estadual, o procurador Mauro viveiros, às vesperas do recente pleito eleitoral que definiu a continuidade do procurador Paulo Prado no comando do MPE-MT.

Fustigado de um lado pelas duas procuradoras, de outro pelo corregedor do MPE- MT Mauro Viveiros, Regenold certamente viveu, nesses últimos meses, o seu inferno astral. Vejam que ele era suspeito de, nada mais nada menos, compor a quadrilha que agora vai se desbaratando e que teria sido montada, em Mato Grosso, à sombra dos governos de Blairo Maggi e Silval Barbosa.

A decisão em que o Conselho absolve o promotor Regenold, e que reproduzimos aqui, em seu inteiro teor, para conhecimento de todos e todas, tem 37 páginas com depoimentos diversos de delegados federais, juízes e promotores que indicam não existir qualquer infração disciplinar ou crime, além de enaltecer o trabalho realizado pelo promotor. Tudo ao inverso das ilações que o MPF fez circular na mídia, desgastando fortemente a imagem do promotor Regenold.

Vejam que, trabalhando com a paciência e o cuidado que, aparentemente, as duas procuradoras da República Vanessa Scarmagnani e Denise Nunes Slhessarenko não tiveram, o CNMP concluiu que Regenold trabalhou apenas para convencer Eder a colaborar com a investigação. “Acredita-se que somente assim seria possível obter a confiança necessária para se extrair dele informações privilegiadas com o fito de subsidiar investigações de ilícitos, cujos autores, ocupantes da cúpula governamental, seriam de difícil acesso”, diz trecho da decisão assinada pelo promotor Danilo Raposo Lírio, do MP do Espírito santo, e pelo corregedor geral do CNPM,Cláudio Henrique Portela do Rego.

Na apuração da denúncia, o CNPM ouviu depoimentos do secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, do coordenador do Gaeco, Marco Aurélio de Castro, e da juíza do Crime Organizado, Selma Arruda, que isentaram Regenold e creditaram a ele o fato de as investigações terem conseguido extrair de Éder documentos e informações relevantes e imprescindíveis às ações da Operação Ararath. Acho que deveriam ter ouvido também as duas procuradoras que levantaram as acusações, ora por que não?!? Talvez, durante uma dessas falas, elas viessem a se desculpar pelo ocorrido, quem sabe.

Agora, começam a aparecer não as vilanias mas os méritos do promotor Regenold. Até mesmo a delação de Gércio Marcelino de Mendonça Júnior, segundo o próprio Junior mendonça confirmou em depoimento, foi obtida graças à atuação de Marcos Regenold. Houve também visível contribuição de Regenold para o sucesso das operações Aprendiz, Imperador, Ventríloquo e Edição Extra. E esse era o pretenso bandidão que as duas procuradores pretensamente estariam expondo diante da sociedade mato-grossense! Que bola fora. O ministro Luis Roberto Barroso falaria em ponto fora da curva.

O que fica, então, no coração e nas mentes dos homens de boa vontade – já que estamos em período natalino falemos dos homens de boa vontade – é que o promotor Marcos Regenold, tudo leva a crer, foi vítima de um julgamento precipitado e equivocado e injusto por parte do MPF, que não corresponde a verdade, conforme declara o CNMP na sua decisão.

Depois de tanto desgaste, o Natal de Marcos Regenold, vamos combinar, certamente, será melhor que esses meses que passaram, submetido que estava a uma acusação desse jaez.

Fico imaginando o que as duas promotoras, Vanessa Scarmagnani e Denise Nunes Slhessarenko, vão dizer em casa.
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Operação Ararath – Maggi, Trimec, Piran, Regenold, Seror, Vivaldo, Campos Neto by Enock Cavalcanti

Operação Ararath – Ministério Público Federal e a lista do MP de Mato Grosso by Enock Cavalcanti

7 Comentários

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  1. - IP 189.59.37.107 - Responder

    Comprovou-se o que disse o Paulo Prado naquela entrevista quando estourou a operação. Essas Procuradoras são amadoras. Não investigaram. São aqueles famosos promotores pit bull. Mordem sem saber quem e porque. Um absurdo isso. Deveriam é indenizar o promotor pelo abuso cometido. Onde já se viu invadir o Gaeco um dos órgãos que mais ajuda a passar MT a limpo. São esses tipos de membros do ministerio Público que denigre a imagem da instituição. Parabéns ao Dr Reginold pela bravura e por ter sido o unico que conseguiu arrancar daquele Eder as unicas verdades q ele disse na vida. Merece uma medalha por ser ninja kkkkkk elas tem e q aprender como se faz

  2. - IP 179.77.220.209 - Responder

    Parabéns Jornalista por esta matéria, assim podemos ainda acreditar numa mídia c credibilidade, elucidando os fatos com a mais pura verdade, não deixando de citar nomes de pessoas que tentaram a qualquer custo prejudicar a instituicao a imagem e a dignidade do promotor em questão.Tenho certeza que , por covardia nunca irão se manifestar sobre seus erros ou até mesmo por sua imaturidade ao julgar sem ter provas .

  3. - IP 177.172.10.211 - Responder

    Ora, mas a punição às duas não deveria vir junto com a absolvição do promotor….?
    Elas tem que ser pressionadas a explicar sua motivação. Caso contrário poderão ser, também elas, vítimas de interpretações diante da subjetividade que paira. E caso tenha sido “apenas” incompetência movida pela pressa, deveriam ser muito bem advertidas, do contrário estarão com suas ações futuras comprometidas.
    De fora, parece haver uma guerrinha, onde cada quadrilha tem seus promotores particulares, assim como tem juízes e desembargadores. Meia dúzia é o máximo que se salva numa peneirada no judiciário de MT.

  4. - IP 179.185.70.27 - Responder

    Eu não sei não…Com o corporativismo reinante, com um membro do grupo integrando o Conselho Nacional, dá para acreditar na justeza da decisão?

  5. - IP 189.59.49.124 - Responder

    Como acreditar na Dilma, se ela mentiu tanto durante a última campanha??

    Como acreditar no Eder, se ele mentiu tanto até agora?

  6. - IP 186.213.230.147 - Responder

    Lôbo não come lôbo,e nunca irá comer!

  7. - IP 187.6.109.130 - Responder

    A justiça foi feita!! Parabéns, Dr. Marcos.

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