Carolina, filha de Carlos Rayel, “eminência parda” na SecomMT

O pai de Carolina, Carlos Rayel, com Silval, que fica com desgaste

PARA O MINISTÉRIO PUBLICO INVESTIGAR – Tem coisa que parece que só acontece em Mato Grosso. Desde o dia 19 de abril deste ano de 2012, que o alerta foi dado pela blogueira Adriana Vandoni, no “Prosa e Política”, sem que nenhuma autoridade do governo estadual reagisse: o publicitário Carlos Rayel, estranhamente nomeado por Silval Barbosa para substituir Osmar Carvalho na Secom, desde que assumiu, teria transformado aquela secretaria em uma espécie de feudo familiar e paulista. Além de inchar o comando da secretaria com profissionais importados de outros rincões do País, ele agora manteria a própria filha, Carolina Rayel, como uma “eminência parda” dentro da Secretaria de Comunicação do Estado de Mato Grosso. Depois da nota da Adriana, outros cidadãos ligaram aqui para a PÁGINA DO E pedindo providências a respeito. O que pode fazer este humilde blogueiro com relação às incoerentes atitudes de um secretário de Comunicação que não se comunica com ninguém, só com seus apaniguados? As informações que recebo dão conta de que Carlos Rayel, quando chega pra trabalhar na Secom, atropela até mesmo os mais comezinhos principios da convivencia entre as pessoas, evitando dar “bom dia” à maioria dos mato-grossenses com que trabalha. O que me parece é que providências neste caso da filha do Rayel cabem ao governador Silval Barbosa e ao próprio Carlos Rayel, que estaria incorrendo em ousadia impar. O Ministério Público também deve investigar este caso, diante da inusitada situação flagrada por Adriana Vandoni. Vejam que as denúncias apontam que, além da presença cotidiana, Carolina Rayel, mesmo sem manter vínculos formais com a Secom e com o Governo do Estado, exerceria uma posição de alto mando dentro daquela repartição governamental. Se houvesse o vínculo, estaria caracterizado o nepotismo. Sem o vínculo, o que se tem é situação prá lá de Bagdá. Custa acreditar numa coisa dessa, mas como a Adriana denunciou e todo mundo fez boca de siri, não se pode estranhar que o absurdo seja maior ainda. Seria ela, a Carolina Rayel, segundo as informações divulgadas pela blogueira, quem determina pagamentos e liberação de recursos dentro da Secom, sempre atendendo à orientação do seu pai-pai. Mas será que uma situação como essa é conhecida e está sendo bancada também pelo governador Silval Barbosa e pelo seu secretário chefe da Casa Civil, José Lacerda? Eis aí uma pauta para ser investigada também pelos garbosos e tão independentes jornalistas que atuam nas editorias políticas de nossos sites, jornais e emissoras de televisão. Uma situação para ser investigada pelos tão indepedentes parlamentares que compõem as diversas bancadas partidárias na Assembléia Legislativa. Espero que o fato da Secom ser a grande teta, ao lado da Assembléia de Riva, que alimenta nossos sites, televisões e jornais não acabe obscurecendo a investigação deste fato. Quem é Carolina Rayel? O que ela, Carolina Rayel, faz dentro da Secom e em nome da Secom? O que ela, Carolina Rayel, faz dentro e em nome da Secopa? Com base em que o sr. Carlos Rayel teria resolvido transformar a Secom num feudo familiar? Será que Carlos Rayel recrutou a própria filha, Carolina Rayel, para serví-lo, com plena autorização do governador Silval Barbosa? São perguntas que não podem calar, depois das suspeitas que Adriana Vandoni levantou e não mereceram a consideração de quem quer que fosse.  Espero que o quase sempre omisso procurador geral de Justiça, promotor Marcelo Ferra, não venha nos dizer, mais uma vez, que essa é mais uma questão que pertence ao “mundo da política”.  É no mundo da política que acontecem as maiores patifarias neste Brasil já tão exposto à galhofa internacional. Confiram o que divulgou a desbravadora Adriana Vandoni, em 19 de abril de 2012:

Em nome do pai Rayel
por Adriana Vandon

http://prosaepolitica.com.br/2012/04/19/em-nome-do-pai-rayel/

Na semana passada, ao final de uma importante reunião na sede da Secopa, a ata constou a assinatura de uma eminência parda que circula por aquelas bandas, sem vínculo com o órgão, porém de invejável poder.

Um diretor mais antenado percebeu o erro e exigiu que outro documento fosse lavrado, evitando a tempo mais um desgaste. É que a eminência parda não pertence aos quadros do governo e não pega bem aparecer nos registros. Já nos bastidores, fontes do Prosa afirmam que é ela quem dá as cartas sobre os contratos publicitários e “outros negócios” que envolvem as pastas da  Secopa e Secom .

Tudo com as bênçãos do pai e marqueteiro Carlos Rayel, secretário de comunicação, e a complacência do governador Silval, claro.

FONTE PROSA E POLITICA

3 Comentários

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  1. - IP 177.17.205.250 - Responder

    Para vergonha da uma classe de jornalistas vendidos em Mato Grosso, salvo uma, ou duas exceções, no máximo, confesso que minha “jornalista” preferida é a “economista” Adriana Vandoni e o “articulista” predileto o “médico” Gabriel Novis. É mais um caso de vergonha alheia…

  2. - IP 187.58.31.188 - Responder

    Que nada Enock, com Silval pode tudo. Quem apita neste governo é o nosso lord caboclo “sir” riva. O primeiro e único!

  3. - IP 187.58.31.206 - Responder

    uma vergonhaaaaaaaa governadorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

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