Caetano Veloso faz homenagem a Marighella em canção

Caetano Veloso faz canção em homenagem a Marighella. Quando Marighella foi morto, durante a ditadura militar, Caetano e Gilberto Gil apareceram na capa de uma revista, dizendo “nós estamos mortos, ele está mais vivo do que nós”.

A vida do militante comunista Carlos Marighella, líder da Ação Libertadora Nacional – ALN e incansável combatente na luta contra a ditadura, inspirou a faixa mais longa do novo disco de Caetano Veloso, “Abraçaço”. A música “Um Comunista”, em forma de rap, é na definição do compositor uma “tradicional canção de protesto”.

”Vida sem utopia não entendo que exista”, diz o artista na música. “Parece canção francesa sobre política, tem muito da tradicional canção de protesto, essa longura, esse tom narrativo e explicativo, embora seja mais complexa do que isso”, afirmou Caetano.

A relação entre rap e canção de protesto traz para o disco a discussão sobre “o fim da canção” iniciada por Chico Buarque em entrevista à Folha, em 2006: “O Chico e o José Ramos Tinhorão coincidiram em dizer que o rap era a verdadeira canção de protesto, porque era dita por eles mesmos.”

Citando livro (“Marighella, o guerrilheiro que incendiou o mundo”, de Mario Magalhães), filme (“Marighella”, de Isa Grinspum Ferraz) e música (“Mil faces de um homem leal”, dos Racionais MC’s) lançados recentemente para celebrar Marighella, Caetano acredita que se chegou a um momento de olhar novamente para o personagem.

“É o tempo natural da respiração histórica a respeito da memória de Marighella. Jorge Amado passou a vida sonhando em ver um monumento a Marighella em Salvador. Pedaços desse monumento inexistente são o livro, o filme, a música dos Racionais e a minha canção, que são completamente diferentes. A dos Racionais é uma típica peça de hip hop. A minha parece uma canção de protesto da época das canções de protesto. E eu quis que fosse assim. É uma resistência da canção”, afirma ele , que, na canção repete: ”Os comunistas guardavam sonhos”.

Apesar de não ter chegado a conhecer Marighella, Caetano estabeleceu um contato indireto com o comunista por meio de uma colega, Lourdinha, que militou com ele e também foi presa.

“Ela causou uma impressão forte no [delegado do DOPS Sérgio] Fleury, que era o torturador. Ele se refere a ela como “caso mais impressionante de resistência à tortura”, recordou Caetano. Na época, Lourdinha pediu que o artista desse “apoio logístico à guerrilha de Marighella”.

“Eu fiquei mais ou menos inclinado a talvez fazer isso, se me fosse possível, se soubesse como, porque eu o admirava, mas eu temia, possivelmente não chegaria a fazer”, lembrou.

A letra da música sobre Marighella narra o episódio em que mandou um recado do exílio para o Brasil, quando soube da morte do guerrilheiro numa emboscada armada por Fleury, em 1969.

Ele e Gilberto Gil apareceram na capa de uma revista, dizendo “nós estamos mortos, ele está mais vivo do que nós”. Na mesma época, enviou ao jornal “Pasquim” um texto sobre Marighella.

Caetano diz que, na época, ninguém no Brasil entendeu que a tristeza que expressava no texto não era apenas a tristeza do exílio, mas uma referência à morte de Marighella.

Talvez porque a tristeza seja uma constante em sua vida e obra, especialmente nos últimos anos. “Estou triste”, a terceira faixa, soa como a mais triste de todas as canções melancólicas dos últimos anos. “Abraçaço” finaliza a série de três discos de rock de Caetano, iniciada com “Cê”, de 2006, e seguida por “Zii e Zie”, de 2009.

“É mais um negócio desse período da minha vida, mas eu conheço tristeza desde sempre”, disse ele, sobre a letra que diz que “O lugar mais frio do Rio/ é o meu quarto”.

Um Comunista

Caetano Veloso

Um mulato baiano,
Muito alto e mulato
Filho de um italiano
E de uma preta hauçá

Foi aprendendo a ler
Olhando mundo à volta
E prestando atenção
No que não estava a vista
Assim nasce um comunista

Um mulato baiano
Que morreu em São Paulo
Baleado por homens do poder militar
Nas feições que ganhou em solo americano
A dita guerra fria
Roma, França e Bahia

Os comunistas guardavam sonhos
Os comunistas! Os comunistas!

O mulato baiano, mini e manual
Do guerrilheiro urbano que foi preso por Vargas
Depois por Magalhães
Por fim, pelos milicos
Sempre foi perseguido nas minúcias das pistas
Como são os comunistas?

Não que os seus inimigos
Estivessem lutando
Contra as nações terror
Que o comunismo urdia

Mas por vãos interesses
De poder e dinheiro
Quase sempre por menos
Quase nunca por mais

Os comunistas guardavam sonhos
Os comunistas! Os comunistas!

O baiano morreu
Eu estava no exílio
E mandei um recado:
“eu que tinha morrido”
E que ele estava vivo,

Mas ninguém entendia
Vida sem utopia
Não entendo que exista
Assim fala um comunista

Porém, a raça humana
Segue trágica, sempre
Indecodificável
Tédio, horror, maravilha

Ó, mulato baiano
Samba o reverencia
Muito embora não creia
Em violência e guerrilha
Tédio, horror e maravilha

Calçadões encardidos
Multidões apodrecem
Há um abismo entre homens
E homens, o horror

Quem e como fará
Com que a terra se acenda?
E desate seus nós
Discutindo-se Clara
Iemanjá, Maria, Iara
Iansã, Catijaçara

O mulato baiano já não obedecia
As ordens de interesse que vinham de Moscou
Era luta romântica
Ela luz e era treva
Venta de maravilha, de tédio e de horror

Os comunistas guardavam sonhos
Os comunistas! os comunistas!

——————
ENTENDA O HOMEM

Quem foi Carlos Marighella

Carlos Marighella nasceu em Salvador, Bahia, em 5 de dezembro de 1911. Era filho de imigrante italiano com uma negra descendente dos haussás, conhecidos pela combatividade nas sublevações contra a escravidão.

De origem humilde, ainda adolescente despertou para as lutas sociais. Aos 18 anos iniciou curso de Engenharia na Escola Politécnica da Bahia e tornou-se militante do Partido Comunista, dedicando sua vida à causa dos trabalhadores, da independência nacional e do socialismo.

Conheceu a prisão pela primeira vez em 1932, após escrever um poema contendo críticas ao interventor Juracy Magalhães. Libertado, prosseguiria na militância política, interrompendo os estudos universitários no 3o ano, em 1932, quando deslocou-se para o Rio de Janeiro.

Em 1o de maio de 1936 Marighella foi novamente preso e enfrentou, durante 23 dias, as terríveis torturas da polícia de Filinto Müller. Permaneceu encarcerado por um ano e, quando solto pela “macedada” – nome da medida que libertou os presos políticos sem condenação — deixou o exemplo de uma tenacidade impressionante.

Transferindo-se para São Paulo, Marighella passou a agir em torno de dois eixos: a reorganização dos revolucionários comunistas, duramente atingidos pela repressão, e o combate ao terror imposto pela ditadura de Getúlio Vargas.

Voltaria aos cárceres em 1939, sendo mais uma vez torturado de forma brutal na Delegacia de Ordem Política e Social (DOPS) de São Paulo, mas se negando a fornecer qualquer informação à polícia. Na CPI que investigaria os crimes do Estado Novo o médico Dr. Nilo Rodrigues deporia que, com referência a Marighella, nunca vira tamanha resistência a maus tratos nem tanta bravura.

Recolhido aos presídios de Fernando de Noronha e Ilha Grande pelo seis anos seguintes, ele dirigiria sua energia revolucionária ao trabalho de educação cultural e política dos companheiros de cadeia.

Anistiado em abril de 1945, participou do processo de redemocratização do país e da reorganização do Partido Comunista na legalidade. Deposto o ditador Vargas e convocadas eleições gerais, foi eleito deputado federal constituinte pelo estado da Bahia. Seria apontado como um dos mais aguerridos parlamentares de todas as bancadas, proferindo, em menos de dois anos, cerca de duzentos discursos em que tomou, invariavelmente, a defesa das aspirações operárias, denunciando as péssimas condições de vida do povo brasileiro e a crescente penetração imperialista no país.

Com o mandato cassado pela repressão que o governo Dutra desencadeou contra o comunistas, Marighella foi obrigado a retornar à clandestinidade em 1948, condição em que permaneceria por mais de duas décadas, até seu assassinato.

Nos anos 50, exercendo novamente a militância em São Paulo, tomaria parte ativa nas lutas populares do período, em defesa do monopólio estatal do petróleo e contra o envio de soldados brasileiros à Coréia e a desnacionalização da economia. Cada vez mais, Carlos Marighella voltaria suas reflexões em direção do problema agrário, redigindo, em 1958, o ensaio “Alguns aspectos da renda da terra no Brasil”, o primeiro de uma série de análises teórico-políticas que elaborou até 1969. Nesta fase visitaria a China Popular e a União Soviética, e anos depois, conheceria Cuba. Em suas viagens pôde examinar de perto as experiências revolucionárias vitoriosas daqueles países.

Após o golpe militar de 1964, Marighella foi localizado por agentes do DOPS carioca em 9 de maio num cinema do bairro da Tijuca. Enfrentou os policiais que o cercavam com socos e gritos de “Abaixo a ditadura militar fascista” e “Viva a democracia”, recebendo um tiro a queima-roupa no peito. Descrevendo o episódio no livro “Por que resisti à prisão”, ele afirmaria: “Minha força vinha mesmo era da convicção política, da certeza (…) de que a liberdade não se defende senão resistindo”.

Repetindo a postura de altivez das prisões anteriores, Marighella fez de sua defesa um ataque aos crimes e ao obscurantismo que imperava desde 1o de abril. Conseguiu, com isso, catalisar um movimento de solidariedade que forçou os militares a aceitar um habeas-corpus e sua libertação imediata. Desse momento em diante, intensificou o combate à ditadura utilizando todos os meios de luta na tentativa de impedir a consolidação de um regime ilegal e ilegítimo. Mas, mantendo o país sob terror policial, o governo sufocou os sindicatos e suspendeu as garantias constitucionais dos cidadãos, enquanto estrangulava o parlamento. Na ocasião, Carlos Marighella aprofundou as divergências com o Partido Comunista, criticando seu imobilismo.

Em dezembro de 1966, em carta à Comissão Executiva do PCB, requereu seu desligamento da mesma, explicitando a disposição de lutar revolucionariamente junto às massas, em vez de ficar à espera das regras do jogo político e burocrático convencional que, segundo entendia, imperava na liderança. E quando já não havia outra solução, conforme suas próprias palavras, fundou a ALN – Ação Libertadora Nacional para, de armas em punho,  enfrentar a ditadura.

O endurecimento do regime militar, a partir do final de 1968, culminou numa repressão sem precedentes. Marighella passou a ser apontado como Inimigo Público Número Um, transformando-se em alvo de uma caçada que envolveu, a nível nacional, toda a estrutura da polícia política.

Na noite de 4 de novembro de 1969 – há exatos 30 anos — surpreendido por uma emboscada na alameda Casa Branca, na capital paulista, Carlos Marighella tombou varado pelas balas dos agentes do DOPS sob a chefia do delegado Sérgio Paranhos Fleury.
Resumo biográfico

1911 – No dia 5 de dezembro, Carlos Marighella nasce na Rua do Desterro número 9, na cidade de São Salvador, Estado da Bahia. Seus pais são o casal Maria Rita do Nascimento, negra e filha de escravos, e o imigrante italiano, o operário Augusto Marighella. Carlos teve sete irmãos e irmãs.

1929 – Marighella começa a cursar engenharia civil na antiga Escola Politécnica da Bahia, depois de haver estudado no Ginásio da Bahia, hoje Colégio Central. Numa e noutra escola, destaca-se como aluno, pela alegria e criatividade. São famosas suas diversas provas em versos.

1932 – Ingressa na Juventude Comunista. O Partido Comunista havia sido criado em 1922. Com a revolução de 30 uma grande efervescência política varria o Brasil. Marighella participa de manifestações contra o regime autoritário e o interventor Juracy Magalhães. Inconformado com versos de Marighella que o ridicularizavam, Juracy manda prendê-lo e espancá-lo.

1936 – Abandona o curso de engenharia e vai para São Paulo a mando da direção, reorganizar o Partido Comunista, que havia sido gravemente reprimido após o levange de 1935. É, porém, novamente preso e torturado durante 23 dias pela Polícia Especial de Felinto Muller.

1937 – Marighella é libertado pela anistia assinada pelo ministro Macedo Soares e, quatro meses depois, Getúlio dá o golpe e instaura o Estado Novo. Na clandestinidade, Marighella é encarregado da difícil tarefa de combater as tendências internas dissidentes da linha oficial do PCB em São Paulo.

1939 – Preso pela terceira vez, é confinado em Fernando de Noronha. Na cadeia, os revolucionários presos organizam uma universidade popular e Marighella dá aulas de matemática e filosofia.

1942 – Os presos políticos vão para a Ilha Grande, no litoral do Rio de Janeiro, porque Fernando de Noronha passa a ser usada como base de apoio das operações militares dos aliados no Atlântico Sul.

1943 – Na Conferência da Mantiqueira, Marighella, mesmo preso, é eleito para o Comitê Central. O Partido Comunista adota linha de apoio ao governo Vargas em razão da entrada do Brasil na guerra, posição de que ele discorda, embora a cumpra, por dever de militância.

1945 – Anistia, em abril, devolve à liberdade os presos políticos. Com a vitória das forças antifascistas, o PCB vai à legalidade e participa da eleição para a Constituinte. Marighella é eleito como um dos deputados constituintes mais votados da bancada..

1946 – Apesar do apoio de Prestes, o general Dutra, eleito Presidente da República, desencadeia repressão aos comunistas. Marighella participa ativamente da Constituinte com um dos redatores do organismo parlamentar. Conhece Clara Charf.

1947 -Ainda no primeiro semestre é fechada a União da Juventude Comunista. Depois, é o próprio Partido que é posto na ilegalidade. Marighela coordena a edição da revista teórica do PCB, Problemas e vive um relacionamento com dona Elza Sento Sé, que resulta no nascimento, em maio de 1948, de seu filho Carlos.

1948 – No início do ano são cassados os mandatos dos parlamentares comunistas. Marighella volta à clandestinidade. Data desse ano seu romance com Clara Charf, sua companheira até o fim da vida.

1949/1954 – Em São Paulo, Marighella cuida da ação sindical do PCB. Sob sua direção o PC se vincula aos operários, participa da campanha “O Petróleo é nosso” e organiza a greve geral conhecida como “dos cem mil” em 1953. Considerado esquerdista pela direção do Partido, é mandado em viagem à China. Lá é internado em razão de uma pneumonia. Depois, vai à União Soviética e volta ao Brasil em 1954.

1955 – A morte de Getúlio Vargas e o início do governo de Juscelino Kubistchek permitem que os comunistas, embora na ilegalidade, atuem de modo mais visível.

1956/1959 – O XX Congresso do PC da União Soviética inicia a desestalinização. O PCB adota a linha da “coexistência pacífica” pregada pela União Soviética. A vitória da Revolução Cubana, porém, contraria frontalmente as posições do movimento comunista internacional.

1960/1964 – A renúncia de Jânio gera uma crise política. Jango toma posse e Marighella passa a divergir da linha oficial do PC, principalmente de sua política de moderação e subordinação à burguesia. Em 1962, divisão do PC dá origem ao Partido Comunista do Brasil – PC do B.

1964 – Com o golpe de abril, instaura-se a ditadura militar. Perseguido pela polícia, Marighella entra num cinema do bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, e lá resiste aos policiais até ser diversas vezes baleado, espancado e finalmente preso. Sua resistência transformou sua prisão em um ato político que teve repercussão nacional. É solto depois de 80 dias, depois de um habeas corpus pedido pelo advogado Sobral Pinto.

1965 – Escreve e publica o livro “Por que resisti à prisão”, em que aponta sua opção por organizar a resistência dos trabalhadores brasileiros contra a ditadura e pela libertação nacional e o socialismo.

1966 – Publica “A Crise Brasileira”, onde aprofunda suas posições críticas à linha do PCB, prega a adoção da luta armada contra a ditadura, fundada na aliança dos operários com os camponeses.

1967 – Na Conferência Estadual de São Paulo as idéias de Marighella saem vitoriosas por ampla maioria – 33 a 3 -, apesar da participação pessoal e contrária de Luiz Carlos Prestes. Vendo que a derrota no VI Congresso era iminente, Prestes inicia um processo de intervenções nos Estados, para impedir a participação de delegados ligados à corrente de esquerda. Marighella viaja a Cuba para participar da conferência da Organização Latino-Americana de Solidariedade-OLAS. O PCB envia telegrama desautorizando sua participação e ameaçando-o de expulsão. Disso resulta uma carta dele rompendo com o Comitê Central do PCB e afirmando que ninguém precisa pedir licença para praticar atos revolucionários. Como represália, é expulso do Partido Comunista. Retorna ao Brasil e funda a Ação Libertadora Nacional-ALN e dá início à luta armada contra a ditadura militar.

1968 – Marighella participa diretamente de diversas ações armadas recuperando fundos para a construção da ALN. No primeiro de maio, em São Paulo, os operários tomam o palanque de assalto, expulsam o governador Sodrée realizam comemorações combativas do dia internacional dos trabalhadores. O Movimento estudantil toma conta das ruas em manifestações contra a ditadura que chegaram a mobilizar cem mil pessoas. Em outubro, porém, o Congresso da UNE é descoberto pela polícia e os estudantes sofrem grave derrota. Também no final do ano, torna-se conhecido o fato de que Marighella comandava parte das ações guerrilheiras.

1969 – No início do ano, a descoberta de planos da Vanguarda Popular Revolucionária – VPR pela polícia antecipa a saída do capitão Carlos Lamarca de um quartel do exército em Osasco, levando um caminhão carregado com armamento para a guerrilha. Em setembro o embaixador norte-americano é feito prisioneiro por um destacamento unificado com integrantes da ALN e do MR-8 e trocado por quinze presos políticos. No dia 4 de novembro, às oito horas da noite, Carlos Marighella caiu numa emboscada armada pelos inimigos do povo brasileiro em frente ao número 800 da alameda Casa Branca, em São Paulo, e foi assassinado. Sua organização, a ALN sobreviveu até 1974.

18 Comentários

Assinar feed dos Comentários

  1. - IP 177.41.88.180 - Responder

    Como disse a ex-dama de ferro Margareth Tatcher: SOCIALISMO ACABA QUANDO ACABA O DINHEIRO DOS OUTROS¨¨.

    • - IP 187.89.191.187 - Responder

      E o capitalismo começa com os sabujos que mesmo roendo osso, aceitam a coleira do patrão e vendem seus dentes por migalhas! Os maiores ídolos da Tatcher eram Mussolini, Franco e Pinochet…

      • - IP 201.67.4.162 - Responder

        Que eu saiba e a história historiografia está aí para onfirmar quem foi aliado não só de Mussolini e Franco, mas também Hitler, foi os esquerdotralhas da União Soviética, liderados pelo assassino Stalin. Essa gente tem a ilusão de que o projeto da esquerdotralha sempre foi uma ditadura. Se eles fossem siceramente democratas poderiam ter ajudado a evitar a tirania dos milicos brasileiros, mas eles não queriam democracia, o que eles queriam era uma ditadura deles. Mas eles sempre foram chegados a herois tiranos,como o Terrorista Marighella, o sanguinário Guevara, os ditadores Fidel e Raul Castro, Hugo Chaves.

        E são herois e aliados deles também o Maluf, o Sarney, o Collor, Delfim Neto e Zé Dirceu, Zé Genuíno e Delúbio Soares também né???

        • - IP 189.59.69.195 - Responder

          Viva Fidel! Viva Chê! Viva Evo Morales!

          • - IP 177.4.181.103 -

            Mas que injustiça, o Ademar, da Família Adans, está esquecendo de dar vivas também para os outros aliados dos petralhas e esquerdotralhas, ou seja, Maluf,Sarney, Collor, Delfim Neto, Renam Calheiros, Blairo Maggi, Silval, Eder Moraes e outros, muitos outros, todos muito unidos.

  2. - IP 201.67.4.162 - Responder

    Quem faz a apologia de um terrorista confesso quer só pode querer inspirar a morte de inocentes na cabeça de militantes tontos. Os herois da esquerda são bandidos, alguns até estão a caminho da cadeia, mas outros também irão. E o Lullão?? Bom o Lullão vai aguardar em liberdade enquanto é investigado.

    • - IP 187.89.191.187 - Responder

      Como sempre o João Ninguém, João Tem Terra, sem nome, sem mãe, atacando a esquerde. Mais uma analfabeta político deitando falação covarde. Viva Carlos Mariguella! Viva a esquerda! Fora Castelo! Fora Médice! Fora Costa e Silva, Fora, Geisel! Fora Figueiredo! Generais assassinos! Fora todos os covardes que apoiaram e apoiam a ditadura!

      • - IP 201.67.4.162 - Responder

        Eu ainda não conheci esquerdotralha que seja verdadeiramente democrático. Os que lutaram contra a ditadura militar nenhum das esquerdotralha era democrata, pois eles lutavam contra uma ditadura para implantar uma outra ditadura. Se essa esquerdotralha tivesse vencido aí sim é que estariámos numa ditadura. Quem tem dúvida, é só olhar, a falta de liberdade qe existe Cuba e na Coréia do Norte, ou em qualquer outro regime comunista.

        O problema do Ademar, da família Adams, é que ele não suporta ser criticado por um João Ninguem. Se ele é comunista, o que eu duvido, com certeza é para fazer parte da “nomenclatura”, longe dos Joões ninguem, é obvio, porque comuna quer mesmo é vida boa.

        • - IP 201.67.4.162 - Responder

          Enaltecer o terrorismo é enaltecer a morte de inocentes. O Marighella se intitulava terrorista e escreveu um manual do terror.

          • - IP 189.59.69.195 -

            A lua da esquerda é para tentar fazer um mundo mais justo. Se houve desvios, é do ser humano. Não das idéias.
            E as morte causadas pelo capitalismo selvagem que continuam a ocorrer em todo mundo?
            Você devem ser fãs de Bush, pai e filho, os “hitlers modernos”. A mesma loucura de dominar o mundo que o líder alemão tinha, têm os gangster americanos que vivem matando gente todos os dias em todo mundo.
            Olha esta discussão não termina nunca.
            O ruim é estar discutindo com gente covarde não não diz de fato quem é. Ora é joião ora osmir e outros anônimo. Assim podem ficar atacando as idéias dos outros e até até a honra, pesando ficar impunes. Porém, o IP é sempre um rastro…

  3. - IP 177.41.89.42 - Responder

    Ademar,voce é muito desequilibrado,graças a esquerdistas radicais como você, que muitas familias choram as mortes e os desaparecimentos de seus filhos.A China, maior pais comunista do mundo,para desenvolver adotou praticas capitalistas.Ñ importa a cor do gato se ele pega o rato,se de esquerda ou direita ,ñ importa para o povo, o que importa é o avanço e a melhoria de vida,que nenhum pais comunista do mundo conseguiu oferecer, siquer minimamente!

    • - IP 189.59.69.195 - Responder

      Osmir de que? Tem pai? Tem mãe?
      A lua da esquerda é para tentar fazer um mundo mais justo. Se houve desvios, é do ser humano. Não das idéias.
      E as morte causadas pelo capitalismo selvagem que continuam a ocorrer em todo mundo?
      Você devem ser fãs de Bush, pai e filho, os “hitlers modernos”. A mesma loucura de dominar o mundo que o líder alemão tinha, têm os gangster americanos que vivem matando gente todos os dias em todo mundo.
      Olha esta discussão não termina nunca.
      O ruim é estar discutindo com gente covarde não não diz de fato quem é. Ora é joião ora osmir e outros anônimo. Assim podem ficar atacando as idéias dos outros e até até a honra, pesando ficar impunes. Porém, o IP é sempre um rastro…

      • - IP 177.4.181.103 - Responder

        Engraçado, se o Ademar, da Família Adams, pensa que se ouve desvios, á culpa é do ser humanos e não das idéias, então porque ele enaltece os tiranos assassinos, terroristas e sanguinários da esquerdotralhas. Será que eles são idéias (do ideal a que se referia Platão)?? Não, eles são seres humanos, e como tal deviam responder pelo que fazem, ou fizeram, como o facínora Marighella.

        Aí está a conradição do Ademar, da Família Adams. Ele sabe que os desvios é do ser humano, mas mesmo assim, os enaltece.

        No fundo, esses caras, acham que os fins justificam os meios. Por isso, sempre que um esquerdotralha é pego roubando o dinheiro do povo, como fizeram os mensaleiros, ou os terroristas, nas décadas de setenta, eles logo dizem que é em nome da luta, ou para caixa-dois, no caso dos mensaleiros.

        Afinal, por que os esquerdotralhas poderiam roubar em nome de uma causa??? Quem inventou isso, como excludente de ilicitude ou de punibilidade????

        Isso só faz aumentar o número de militontos que pensam que pode tudo, em nome de causas, que na verdade são deles, ou seja, o projeto autoritário.

  4. - IP 177.41.89.42 - Responder

    Só para complementar,ser comunista ou socialista ,para mim é brincar de DEUS;pois se nem ÊLE conseguiu criar os homens iguais,não seão os homens pequenos diante DELE que conseguirão!

  5. - IP 189.74.151.203 - Responder

    Viva Marighella! Abaixo a direita reacionária!

  6. - IP 177.41.89.42 - Responder

    Hermison,venha para o seculo 21,para a modernidade e o progresso. Os seus gritos são gritos da desinformação , do atraso e da demagogia,nem em Cuba esses brados são mais ouvidos,espere o camarada Fidel morrer e voce verá ,assim como foi na Alemanha Oriental, as barbaridades cometidas contra o povo pobre da ilha.Você verá!

  7. - IP 177.41.89.42 - Responder

    Olha aí o democrata ameaçando nos pegar pelo IP ,então ADEMAR ADAMS, eu desafio voce a fazer isso , para que voce seja desmascarado publicamente como o déspota que ñ suporta que suas idéias stalinistas e radicais sejam contestadas,você é um descompensado emocionalmente,que deseja impor a todo mundo,nem que seja a base de ameaças,suas ideias retrógadas.Você perdeu o debate,quem apela ,perde!

  8. - IP 189.74.151.203 - Responder

    Meu caro Osmir, o seu comentário é tipico da direita autoritária, chamando alguém de desinformado, pura reação truculenta e arrogante! Passar bem!!!

Deixe seu Comentário

Seu endereço de email não será publicado.
Campos com * são obrigatórios.

um × 3 =