Antes mesmo que MPE de Paulo Prado, PDT de Pedro Taques e Zeca Viana já inocentou Maggi por Escândalo dos Maquinários e articula aliança com PR do megasojicultor cheio de grana para disputar eleição de 2014 “em nome do povo”

O conchavão já está sendo negociado entre Wellington, Zeca Viana, Pedro Taques e Blairo Maggi. E as apuração do Escândalo dos Maquinários, é claro, vai para debaixo do tapete.

O conchavão já está sendo negociado entre Wellington, Zeca Viana, Pedro Taques e Blairo Maggi. E as apuração do Escândalo dos Maquinários, é claro, vai para debaixo do tapete.

Pedro Taques e Blairo Maggi posando com o ex-procurador geral de Justiça, Marcelo Ferra, durante sabatina no Senado Federal.  Os mais atentos precisam responder a uma pergunta: será que os ativistas do MP, que atuaram intensamente para eleger Pedro Taques senador, respaldam, neste ano de 2013, o conchavão que aproxima o ex-procurador da República do megasojicultor que também é senador?!

Pedro Taques e Blairo Maggi posando com o ex-procurador geral de Justiça, Marcelo Ferra, durante sabatina no Senado Federal. Os mais atentos precisam responder a uma pergunta: será que os ativistas do MP, que atuaram intensamente para eleger Pedro Taques senador, respaldam, neste ano de 2013, o conchavão que aproxima o ex-procurador da República do megasojicultor que também é senador?!

 

O PDT, comandado por políticos como Zeca Viana, Pedro Taques e Otaviano Pivetta, aderiu de vez à politica do conchavo de bastidores, indiferente às investigações que se processam no âmbito do Ministério Público Estadual. É que, enquanto se aguarda um parecer final do Ministério Público Estadual – sob comando de Paulo Prado e Mauro Viveviros – quanto a possibilidade de que o parquet venha a denunciar o ex-governador Blairo Maggi por envolvimento no chamado Escândalo dos Maquinários, o PDT já faz festa, interessado em receber o sojicultor cheio de grana em seu palanque, para a disputa eleitoral de 2014, numa sonhada dobradinha com Pedro Taques. Neste grande conchavão, segundo Zeca Viana, dependendo das negociações, haveria lugar também para o PMDB de Silval, Carlos Bezerra, etc – hoje tão atacados por Pedro Taques, mas isso só como marketing de ocasião. Imagino que essas negociações aconteçam porque tanto os políticos do PDT quanto os políticos do PR acreditam que o povo, acostumado a ser arrastado pelas grandes lideranças políticas, vai sempre na onda. Aparentemte esses políticos ainda não repararam que existe, nas ruas do país, uma movimentação que questiona, justamente, alianças de ocasião como essa, entre o senador Pedro Taques, que sugeria em 2010 que Maggi participava de um esquema de roubalheira no Governo do Estado e hoje se prepara para aclamar aquele que antigamente denunciava. Confira o noticiário. (EC)

Siglas fomentam aliança de Maggi e Taques em 2014

PRISCILA VILELLA
Do DIÁRIO DE CUIABÁ

A aproximação entre o PR e PDT pode estar sendo utilizada como uma tentativa estratégica de evitar o desgaste político para as figuras dos senadores Pedro Taques (PDT) e Blairo Maggi (PR), cotados como candidatos ao governo do Estado. O deputado estadual Zeca Viana (PDT) pondera que a composição seria uma ótima saída, já que um enfrentamento entre os congressistas seria prejudicial politicamente para o Estado.

Na última semana, o deputado federal Wellington Fagundes (PR), presidente regional republicano, e Zeca Viana se reuniram para discutir o rumo das legendas. Eles debateram sobre as dificuldades que o enfrentamento entre Taques e Maggi traria ao meio político no Estado, e levantaram a hipótese de se unirem para montar um grande bloco político, que poderia ser composto ainda pelo PMDB.

“Sabemos que se houver uma união será uma disputa menos desgastante e com mais produtividade. Não vejo dificuldade nessa união. Conversei com Wellington Fagundes. Foi um encontro amistoso”, considerou.

Pedro Taques, conforme anunciou Viana, já estaria ciente da tentativa de junção e teria se mostrado receptivo à ideia. Em trinta dias, as executivas dos partidos devem se reunir para discutir mais amplamente a possibilidade.

Anteriormente, o parlamentar pedetista já havia afirmado que considerava inclusive que Blairo Maggi aceitasse ser vice de Taques na disputa ao Palácio Paiaguás.

PDT e PR são as agremiações que possuem os nomes considerados mais fortes para a disputa. Porém, para decepção dos republicanos, Maggi já adiantou que não pretende disputar ao cargo eletivo, embora nos bastidores comente-se que ele apenas está tentando evitar um desgaste antecipado. Enquanto isso, Taques é avaliado por muitos como “a bola da vez” e já tem deixado em aberto que será postulante.

O atual cenário, contudo, demonstra que talvez o PR esteja começando a aceitar que Blairo realmente possa não disputar a eleição, conforme tem tentado convencer. Até recentemente, Wellington Fagundes insistia que, apesar do posicionamento negativo do senador, ele iria sim ser o representante da sigla na disputa e que, de qualquer forma, o partido teria um candidato na majoritária.

Ainda no quadro de possíveis candidatos, está o secretário de Estado, Eder Moraes (PMDB) e Julier Sebastião da Silva, que pode se filiar ao PT ou PMDB

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PDT e PR realizam reunião de aproximação

O PDT e o PR em Mato Grosso deram o pontapé inicial a um processo de aproximação visando as eleições de 2014. A proposta começou a ser discutida na manhã desta terça-feira (18.06), durante visita institucional do presidente regional do PDT, deputado estadual Zeca Viana, ao presidente estadual do PR, deputado federal Wellington Fagundes.

“É claro que é cedo para iniciar as composições de 2014, mas como presidente do partido tenho que buscar um alinhamento. Nosso interesse maior é Mato Grosso e por isso estamos procurando partidos que tenham a mesma linha que o nosso”, disse Zeca.

Viana pontuou que o PDT tem pré-candidato ao Governo do Estado e avaliou que não há dificuldades de convivência entre ambos os partidos. O PDT e o PR caminharam juntos nas eleições de 2012, no apoio ao então candidato a prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes.

Ao receber Zeca Viana na sede do Partido da República, Wellington Fagundes disse que o encontro marcava a primeira conversa institucional. “Vamos conversar mais vezes com o PDT e outros partidos da base aliada da presidente Dilma”, prevê. Wellington lembrou que o PDT é hoje o único partido a ter um pré-candidato já anunciado, enquanto que o PR, apesar de pretender a candidatura de Blairo Maggi ao governo, não recebeu autorização do senador para trabalhar o seu nome.

Apesar de fazer parte da base aliada, disse Zeca Viana, o PDT de Mato Grosso, assim como de outros estados, está livre para fazer as composições conforme a realidade local. “Alguns estados vão com Dilma e outros não”, falou Zeca Viana.

O presidente do PR também acredita que não haverá dificuldades de convivência com o PDT lembrando a campanha de 2012 na Capital. “Há muito que conversar até as convenções partidárias do ano que vem”, disse ele.

Para o presidente do PDT, a aproximação com o PR é um passo importante. “É um partido importante. Não pode ficar fora de nenhuma conversação”, avalia. Ambos os partidos devem organizar uma agenda para dar continuidade ao processo de aproximação.

FONTE DA ASSESSORIA

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MAIS NEGOCIAÇÃO

DEM articula aliança com Taques para fortalecer eleição de Jayme Campos ao Senado

Jonas Jozino e Valdemir Roberto

24 HORAS NEWS

Sem nomes para disputar o Governo do Estado, o Partido Democratas –DEM- em Mato Grosso, vai mais uma vez participar de alianças. A meta do partido, que tem minguado no Estado nas últimas eleições e a duas não conseguiu eleger nenhum vereador em Cuiabá, é garantir a reeleição do senador Jayme Campos. No processo, para manter o principal cacique no poder, os Democratas, historicamente aliados ao PSDB, outro partido em queda no Estado, se articula para se aliar ao PDT do senador Pedro Taques, pré-candidato declarado ao governo do Estado em 2014.

Seguindo os passos dos tucanos, que já iniciaram conversações com o PDT, que precisa de uma aliança com tempo em TV para massificar o nome de seu candidato ao governo do Estado, o DEM também segue para uma composição. Depois de várias afirmações de que pretendia disputar uma candidatura majoritária, os Democratas de Mato Grosso chegaram a conclusão que o mais importante é manter sua posição no Senado Federal. Jayme Campos já deu sinais de que prefere continuar mantendo sua atuação em Brasília. Assim, nada melhor do que uma composição forte, que possa render votos.

A aliança com o PDT de Pedro Taques está sendo articulada pelo presidente do diretório estadual Democrata, Dilceu Bal´Bosco, que ainda espera contar no grupo com o deputado federal Júlio Campos, que vem insistindo em se aposentar da carreira política, mas que sofre pressão de sua base eleitoral, em Várzea Grande, para disputar mais uma eleição. “Estamos conversando com o deputado Júlio e acreditamos que ele vai mudar de idéia. É um candidato forte, que tem densidade eleitoral e além de ajudar em uma coligação com o PDT será fundamental para que o DEM possa voltar a crescer no Estado”, afirma Dal´Bosco.

Os Democratas acreditam que a aliança com o PDT terá além do DEM o PSDB e o PSB, o que dará uma estrutura ainda maior não só para conquistar o governo do Estado como para fazer uma maioria tanto na Assembleia Legislativa como na Câmara Federal.

 

 

Categorias:Jogo do Poder

3 Comentários

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  1. - IP 201.24.144.66 - Responder

    Resumo da composição política para chapa em 2014 seria assim, na minha humilde experiência nos bastidores da política em MT:
    Candidatos: governador= Pedro Taques PDT(eleito)
    vice governador= Valtenir PSB (eleito como vice) (Blairo não irá largar senado para ser vice,nem Malheiros aqui não quis ser vice prefeito de Cuiabá).
    majoritária uma única vaga ao senado: Wellington Fagundes PR (eleito)
    proporcional deputado federal 8 vagas e 08 a 12 nomes fortes da coligação PDT,PSB,PR, MD, PSDB…..mas com real chance essa chapa faria 4 deputados federais, pois Valtenir e Wellington não disputarão a “reeleição deputado federal” mas estarão eleitos aos novos postos do governo, com isso abrirá uma chance concreta para deputados estaduais conquistarem à câmara federal em Brasília, e um ,eu tenho a absoluta certeza que será eleito deputado federal pelo trabalho que vem desenvolvendo, anote o nome dele, uma dica? Tem nome de rodovia que liga Cuiabá à Chapada e seu apelido é Nenel.
    Quanto aos deputados estaduais aí só bola de cristal, pé de coelho, olho de lobo, figa, trevo de quatro folhas e outros talismãs. Enock copia e salva no seu PC e depois se não for esse o resultado das eleições, eu lhe pago um banquete em um restaurante fino da capital.

  2. - IP 187.5.109.196 - Responder

    Enock, esses políticos inclusive o Sr. Blairo Mággico não notaram ainda as vozes das ruas, acham que está tudo normal, eiiiii se liga pessoal, a vida política do país MUDOU…

  3. - IP 37.228.106.131 - Responder

    Fim do mundo. Visão do inferno. Profecia maia.

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