gonçalves cordeiro

A FESTA DOS JORNAIS AMIGOS E DOS JORNALISTAS AMESTRADOS: Riva tem recepção calorosa depois de três dias na prisão. A Gazeta garante que Riva volta, inclusive, a ocupar o gabinete da presidência da Assembleia, diante da esquiva de Romoaldo Jr. Curioso, tom vibratório de A Gazeta não contaminou outros jornais de Cuiabá

RIVA FESTA NO AEROPORTODepois de 3 dias preso, Riva é recebido com aplausos

 A GAZETA

 

Vilson de Jesus/ Facebook

Deputado estadual José Geraldo Riva (PSD) foi recebido com festa por familiares e lideranças políticas em seu retorno à Capital na noite da última sexta-feira (23), depois de passar três dias preso em Brasília.

Durante esse período, o parlamentar sequer chegou a ser interrogado. Ele retoma suas atividades na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) a partir de amanhã (26), mas passará a ter uma rotina diferente do normal.

O parlamentar não poderá manter contato com qualquer um dos investigados pela Operação Ararath, inclusive o governador Silval Barbosa (PMDB), nem mesmo para a atividade parlamentar.

Riva desembarcou de uma aeronave particular e chegou sob aplausos da filha, a pré-candidata a deputada estadual Janaína Riva juntamente com seu esposo, o vereador cassado João Emanuel Moreira Lima; o vice-governador e pré-candidato ao Governo, Chico Daltro, presidente do diretório estadual de seu partido; o deputado federal Eliene Lima (PSD) e mais uma série de lideranças políticas que aguardavam desde o início da tarde o seu retorno. Isso porque a decisão que revogou a prisão do deputado foi assinado no fim da manhã da sexta, mas ele só foi liberado por volta das 20 horas.

A prisão do deputado ocorreu de forma irregular e agora sua defesa, representada pelo advogado Rodrigo Mudrovitsch avalia com cautela os próximos passos a serem tomados. Um dos pontos ainda não definidos, por exemplo, é se Riva ingressará com uma ação contra a União por conta da inconstitucionalidade de sua prisão.

Ainda, por se tratar de investigação, serão avaliadas as medidas cabíveis nesta fase.
Quanto às restrições impostas ao parlamentar, que podem inclusive interferir em sua atuação na Assembleia, Mudrovitsch garante que, a princípio, a decisão judicial será integralmente cumprida, mas poderá vir a ser questionada posteriormente após a análise dos autos.

Apesar da decisão que culminou no mandado de prisão contra Riva citar o fato dele ocupar as instalações físicas da ALMT destinadas ao presidente da Mesa Diretora, o deputado Romoaldo Junior (PMDB), a questão sequer foi abordada. Segundo o advogado, trata-se de um assunto interno da Casa.

O próprio peemedebista afirmou que permaneceria em seu gabinete até que houvesse uma decisão conclusiva da Justiça. Riva foi afastado da presidência da Assembleia pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no ano passado, mas ainda recorre da sentença. Desta forma, o social democrata deve permanecer no gabinete da presidência em seu retorno à atividade parlamenta. Riva somente se pronunciará sobre os fatos a partir de amanhã.

 

CURIOSO: A VIBRAÇÃO DA GAZETA COM RIVA NÃO CONTAMINOU OS DOIS OUTROS JORNAIS CUIABANOS:

 

riva na gazeta

 

 

8880_1_25_1_1DIARIO DE CUIABÁ

STF proíbe Riva de deixar o país e cobra passaporte

KAMILA ARRUDA
Diário de Cuiabá

Com a ordem de prisão revogada na última sexta-feira (23), o deputado estadual José Riva (PSD) não poderá deixar o país. Seu passaporte precisa ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) até segunda-feira (26).

Riva também está impedido de ter qualquer contato com os demais investigados pela Polícia Federal na operação Ararath. O deputado é acusado de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro em Mato Grosso.

O parlamentar retornou à Capital logo após ter sido liberado, em um voo particular. Ele foi recepcionado por familiares, algumas lideranças políticas e funcionários da Assembleia Legislativa.

Riva deve se posicionar acerca do caso nesta segunda-feira, durante entrevista coletiva. O deputado estava detido desde a última terça-feira (20), em Brasília. Ele foi alvo da quinta fase da operação, que também atingiu outros políticos do Estado, entre eles o governador Silval Barbosa (PMDB).

No pedido de revogação de sua prisão, a defesa de Riva alegou que o social-democrata possui foro privilegiado e, por isso, só poderia ter sido preso com uma autorização do Legislativo Estadual, o que não aconteceu.

O ministro Dias Tofolli, o mesmo que concedeu a ordem de prisão contra Riva, acolheu os argumentos da defesa alegando ter sido induzido ao erro pela Procuradoria Geral da República (PGR). Isto porque o pedido de prisão preventiva daria a entender que Riva estava afastado, além da presidência da AL, do exercício de seu mandato.

Além do social-democrata, o ex-secretário de Estado Eder Moraes (PMDB) foi preso na quinta fase da operação Ararath. A defesa do peemedebista, no entanto, só deve ingressar com um pedido semelhante nesta semana.

Conforme a investigação da Polícia Federal, Eder era o responsável por articular todo o esquema que consistia na aquisição de financiamentos e empréstimos fraudulentos para atender fins políticos.

O esquema teria movimentado, pelo menos, R$ 65 milhões em nome da rede Amazônia Petróleo, do empresário e delator dos crimes Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça.

Segundo a PF, entre os políticos que teriam tido interesses atendidos estão, além de Riva e Eder, o governador Silval Barbosa (PMDB) e o senador Blairo Maggi (PR).

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Após 3 dias preso, Riva é ovacionado por familiares, recebe apoio e aponta injustiça

Romilson Dourado, no RD NEWS

jose riva liberdadeJosé Riva, na chegada no aeroporto Marechal Rondon, após 3 dias preso em Brasília, é abraçado pela filha Janaína, com o esposo João Emanuel sorrindo atrás, assim como o deputado federal Eliene Lima

Desde que retornou a Cuiabá, na madrugada deste sábado, José Riva vem recebendo solidariedade e manifestação de apoio de várias pessoas. Seus familiares, parentes e amigos receberam-no no hangar da Tecelagem Avenida, no aeroporto internacional Marechal Rondon. Era meia-noite quando chegou acompanhado da esposa Janete, que estava em Brasília seguindo os passos dos advogados. Assim que conseguiram a revogação da prisão de Riva junto ao ministro Dias Tóffoli, do Supremo, os assessores jurídicos correram para, no mesmo dia, arrancar o deputado da Papuda. Riva deixou o presídio por volta de 21 horas.

Em seguida, num vôo particular, partiu para Cuiabá. Na chegada, foi abraçado longamente pela filha Janaína e pelo genro, advogado e ex-presidente da Câmara da Capital, João Emanuel. Alguns correligionários e aliados mais próximos, como o deputado federal Eliene Lima, também se fizeram presente. Muitos choraram. O próprio Riva caiu em lágrimas. Naquele momento dominado por fortes emoções, ninguém tocou nas acusações que pesam sobre os ombros de Riva, entre as quais de que estariam cometendo crime contra a administração pública e envolvido em lavagem de dinheiro. Queriam mesmo era comemorar a liberdade de um dos políticos mais influentes do Estado.

Ali, além de Riva, estavam mais duas pessoas da famíla que passaram recentemente pelo mesmo contrangimento de ficar presas: Janete, na operação Jurupari, em 2010, e o genro João Emanuel, em março deste ano, na operação Aprendiz. Riva prefere não ter contato com a imprensa, com quem pretende falar só nesta segunda, em entrevista coletiva. Dirá que a prisão foi ilegal, já que possui imunidade parlamentar, e vai reafirmar que este é o seu último mandato eletivo.

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Toffoli libera deputado preso na operação Ararath

PF apura crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro em esquema envolvendo factorings

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (23) a soltura do deputado estadual José Riva (PSD-MT), preso na quinta etapa da operação “Ararath”, da Polícia Federal. Riva foi preso na última terça-feira (20) em Cuiabá e transferido para o presídio da Papuda, no Distrito Federal.

A Polícia Federal (PF) apura crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro em esquema envolvendo factorings. Por conta da figura do senador Blairo Maggi (PR-MT) nas investigações, o inquérito está no STF, já que, na condição de parlamentar, ele desfruta de foro privilegiado na corte.

O deputado estadual José Riva (PSD-MT) está afastado do comando da Assembleia Legislativa por decisão judicial. Ele é alvo  de mais de cem processos por suposto esquema de desvios e apropriação de dinheiro da casa legislativa que veio à tona a partir de outra operação da PF, a “Arca de Noé”, realizada em 2002 contra os negócios de João Arcanjo Ribeiro, considerado ex-chefe do crime organizado em Mato Grosso.

Na operação “Ararath”, a defesa alegou que, como parlamentar, Riva só poderia ter sido preso após autorização da Assembleia. A prisão foi solicitada pela Procuradoria-Geral da República.

 

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6 Comentários

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  1. - IP 186.251.18.74 - Responder

    O Ministro apenas cumpriu o que determina a lei, que membros eleitos do Poder Executivo e Legislativo tem imunidade parlamentar. Errado é o eleitor que elege este tipo de político, pois uma vez não eleito Riva perde essa imunidade e aí meu amigo que ver ele se safar… mas depende do eleitor que deixa forasteiros tomarem conta de sua sociedade, cadê os mato-grossenses? Quem está mandando em nosso estado não são daqui, são de fora e estão usurpando nossas riquezas. PRESTEM ATENÇÃO ELEITORES NO SEU VOTO

  2. - IP 189.65.162.158 - Responder

    Daqui a pouco, vão anular a Operação inteira! Alguém duvida di$$o?

  3. - IP 201.57.233.221 - Responder

    Faz-me rir toda essa palhaçada!

  4. - IP 189.87.159.24 - Responder

    “Desvio de verba comissão por fora/ Venda de precatórios e superfaturamento/Falsidade ideológica sobras de campanha/Sonegação do imposto comissão do orçamento/Seguindo esses preceitos com fuleiragem e cinismo/fraudando com competência roubando sem pessimismo/corrompendo no grosso, varejo ou atacado/Você será muito querido, rico e elogiado.” Falcão.

  5. - IP 189.31.4.245 - Responder

    O FIM QUE É TRISTE…

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