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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso fixou metas de produtividade para todas as unidades judiciárias de primeira instância do Estado. A cada três meses a Corregedoria vai fazer um comparativo para avaliar o grau de evolução de cada vara judicial

Provimento da Corregedoria fixa metas de produtividade para varas judiciais de MT by Enock Cavalcanti

processos tjmt

ACESSO À JUSTIÇA
Fixadas metas de produtividade de todas as varas de MT

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso fixou metas de produtividade para todas as unidades judiciárias de primeira instância do estado. O Provimento 22/2014, que estabelece o Índice de Produtividade Sentencial (IPS) do 1º Grau de Jurisdição, foi publicado na edição desta quinta-feira (3/4) do Diário da Justiça Eletrônico. O índice visa mensurar a produtividade das unidades judiciárias, estimular a cultura gerencial focada em resultados.

Segundo corregedor-geral da Justiça do Mato Grosso, desembargador Sebastião de Moraes Filho, o objetivo é garantir o devido acesso à Justiça, e, consequentemente, melhorar o posicionamento do Judiciário de Mato Grosso no cenário nacional.

O IPS permite analisar a produtividade de acordos homologados e sentenças proferidas por cada unidade judiciária durante um ano específico ou ao longo dos anos. Segundo o estatístico Ricardo Capistrano, que trabalhou no desenvolvimento dessa ferramenta, o IPS também permite classificar as unidades judiciárias e subsidiar a identificação de melhorias relativas provenientes de fatores específicos de uma determinada unidade ou a piora relativa dos demais.

Na elaboração do índice, as unidades similares foram agrupadas considerando duas características fundamentais: tipo de entrância (Primeira, Segunda, Terceira e Especial) e a competência da matéria processual julgada (cível ou criminal).

Os percentuais de crescimento do IPS em relação ao ano de 2013 foram determinados de acordo a produção sentencial de cada unidade sob a ótica das faixas de produtividade. Assim, as unidades judiciárias situadas na mesma faixa de produtividade têm metas idênticas. “Busca-se avaliar a atual situação e o grau de evolução das unidades judiciárias no tocante a paridade das sentenças proferidas e dos acordos homologados com a distribuição de processos, bem como a diminuição gradativa do estoque processual”, enfatizou o corregedor.

A meta para as varas judiciais foi fixada para o período de um ano, mas o acompanhamento será feito a cada três meses, tendo como meta base o ano de 2013. A cada três meses a Corregedoria vai fazer um comparativo para avaliar o grau de evolução de cada vara judicial. A criação de metas específicas a serem seguidas pelas varas judiciais vai auxiliar a Corregedoria a verificar a realidade de cada unidade judiciária e o patamar a que se pretende chegar.

Do Consultor Jurídico, com informações da Assessoria de Imprensa do CGJ-MT.

5 Comentários

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  1. - IP 177.3.226.184 - Responder

    …..merda

  2. - IP 177.214.56.110 - Responder

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. - IP 187.54.207.172 - Responder

    Quer produtividade ? Paga um salário melhor…

  4. - IP 179.216.214.191 - Responder

    ESSA PORCARIA SÓ FUNCIONA NA BASE DO PUXÃO DE ORELHAS…
    DEVE SER POR ISSO QUE ESSES MAGISTRADOS SÃO TÃO ORELHUDOS…
    DAQUI A POUCO O CNJ VAI TER QUE GRITAR E ESCULHAMBAR ESSES JUIZES DE CUIABÁ…
    ELES PERDERAM TOTALMENTE A VERGONHA NA CARA…
    IMAGINO O QUE PENSAM OS FILHOS DESSES SENHORES SOBRE OS PAIS…

  5. - IP 187.54.245.38 - Responder

    A Corregedoria pega pilha do CNJ, pois naquele Conselho os servidores são valorizados, possuem plano de carreira digno, altos subsídios e não estão com média de 1.500 (um mil e quinhentos) processos por servidor, como é o caso de Mato Grosso. Senhor Presidente, servidor não quer compensatória, servidor quer melhora em seu subsídio. Talvez se o Sindicato não fosse somente dos Oficiais de Justiça teríamos mais condições de brigar por melhores vencimentos. Quer ficar com a média de julgamentos dos TRT’s/TRE’s, dê uma olhadinho no PCCS deles e se revolte contra a lei 8.814/2008 (SDCR). Acordem senhores membros do TJ, porque o Rosenval tá dormindo faz tempo.

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