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PEDRO APARECIDO: Como será nossa vida se Bolsonaro ganhar?

Aparecido reforça o EleNão!

Como será nossa vida se Bolsonaro ganhar?

POR PEDRO APARECIDO

O medo está nas ruas.
Mulheres e homens com medo. De dia e de noite.
E não é medo de bandidos. Os bandidos continuam e continuarão como sempre.
Agora o medo é outro. Medo de morrer porque está com uma palavra qualquer na camiseta, medo de falar em quem vai votar, medo de dizer que não vota em Bolsonaro, medo de ir até a esquina e algum eleitor mais desequilibrado de Bolsonaro não goste do seu jeito.
Agora o medo é outro: medo de morrer porque pensamos ou porque, simplesmente, não votamos em Bolsonaro.
Já pensou como será a nossa vida, nós cidadãos de bem, se Bolsonaro ganhar?
Como cuidaremos de nossos filhos e filhas?
Como protegeremos nossos irmãos e irmãs, nossos pais?
Como se prevenir, se pode ter um bolSOnarista maluco ali na padaria, no supermercado ou na escola?
Se antes de ganhar, alguns eleitores desequilibrados de Bolsonaro estão agredindo e matando, como será nossa vida depois de eleito?
E a cereja no bolo: o desequilibrado vai estar armado até os dentes e babando de ódio.

Pedro Aparecido de Souza é sindicalista e blogueiro em Cuiabá, Mato Grosso

2 Comentários

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  1. - Responder

    Que dramático,aqui em cuiaba, nada aconteceu e em MT também. Se vc aderir ao Bolsonaro, talvez se acalme e vá viver em paz.Va para casa,já deu, 58 A 42%, são 18 milhões de votos de diferença.

  2. - Responder

    Meu caro Professor PEDRO (meu professor de Matemática no C.C.C. Luiz Orione, no longínquo ano de 1987)… quantas lições ensinadas lá e quantas lições ainda pertinentes no tempo presente. Só torço e espero que nosso país consiga, com equilíbrio, respeito e com espírito democrático, sair dessa crise de credibilidade política em que nos encontramos… e tomara que os que hoje apoiam idéias radicais, que flertam com o fascismo, tenham a ombridade e a coragem de amanhar, quando o caldo entornar, reconhecer que estavam verdadeiramente equivocadas… porque hoje, no presente momento, diante dessa estúpida dualidade, é impossível haver respeito.

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